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Os dados de sarampo no Paraná e os cuidados com o vírus são o tema do Assembleia Entrevista

Os dados de sarampo no Paraná e os cuidados com o vírus são o tema do Assembleia Entrevista

25/06/2020 11h05 Atualizada há 7 meses
Por: Redação
Os dados de sarampo no Paraná e os cuidados com o vírus são o tema do Assembleia Entrevista
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O cuidado com o sarampo, uma doença contagiosa que está controlada no Paraná, é o tema do Assembleia Entrevista, programa da TV Assembleia. Quem traz os dados do estado é a coordenadora de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde, Cássia Nars. “Não temos nenhum óbito notificado por sarampo. A nossa campanha de vacinação contra o sarampo, que está vigente até o dia 30 de junho, indiscriminada para a população de 20 a 49 anos, contempla a maior parte da população acometida pela doença no Paraná”, explica os motivos de o estado estar em uma situação confortável frente à doença.

“A principal forma de proteção é a vacinação”, afirma Cássia. Ela fala ainda da associação do isolamento social no período de pandemia do Covid-19 com a diminuição da transmissão do vírus do sarampo. “As orientações de etiqueta respiratória para prevenção das doenças transmitidas pela tosse, pelo espirro e pela fala, fizeram com que nossos casos de sarampo fossem reduzidos”, declara. “O sarampo é uma infecção viral aguda altamente transmissível, que também pode complicar com inflamações das membranas cerebrais e até óbito”.

Imunização - De acordo com a infectologista, febre alta, coriza, conjuntivite, tosse seca e manchas avermelhadas na face e atrás das orelhas, se espalhando pelo corpo, são sintomas do sarampo. A campanha de vacinação paranaenses foi focada em adultos jovens, de 20 a 49 anos, porque 69% dos casos estão concentrados nesta faixa etária. Ela alerta, no entanto, que todos devem procurar a vacina, disponível em postos de saúde em todo Paraná. “Tivemos um intervalo de 20 anos sem sarampo e com a diminuição da vacinação ela voltou. As notícias falsas fizeram com que as pessoas não se vacinassem. Temos consciência que a vacina é a melhor forma de proteção, de cuidar”, alerta Cássia.

O primeiro caso de sarampo, após 20 anos, foi confirmado em agosto de 2019. Desde então, o Paraná registrou 1.176 casos da doença, segundo a Secretaria de Estado da Saúde.

Segundo a coordenadora, a população deve procurar a vacinação gratuita, que tem hoje todas as medidas de proteção oferecidas pelo órgão estadual, como atendimentos extramuros nas unidades básicas de saúde. Ela explica que os sintomas são muito diferentes dos do Covid-19. “Os sintomas do Covid são semelhantes à síndrome gripal, com alteração do paladar e do olfato, diferente do sarampo. Para ela não há vacina ou medicação específica que proteja”, esclarece.

A coordenadora fala da mudança de visão a respeito do que já foi considerado o público alvo das campanhas de vacinação: as crianças. Para ela, os pais devem continuar levando os filhos para a imunização, porém todos devem procurar as duas doses recomendadas para evitar o contágio.

“Como tínhamos uma alta cobertura vacinal, não havia a circulação do vírus em nosso estado. A partir da entrada por nossas divisas, com muitos casos em São Paulo, o sarampo, altamente contagioso, aliado a uma pequena parte da população desprotegida, fez o vírus voltar a circular no Paraná. A melhor maneira é a vacinação”, enfatiza.

A íntegra do programa pode ser assistida pela TV Assembleia, através da Claro/Net canal 16 e 20.2 em canal aberto, e também no canal do Youtube no link: https://youtu.be/FWckY2gjYtI

 

 

 

 

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