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PF deflagra 3ª fase da Operação Arpão de Netuno

PF deflagra 3ª fase da Operação Arpão de Netuno

Redação
Por: Redação
12/12/2019 às 16h15 Atualizada em 12/12/2019 às 19h15

João Pessoa/PB - A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (12/12) a Operação ARPÃO DE NETUNO - Fase 3, com objetivo de combater o tráfico de drogas no Estado da Paraíba, praticado por uma organização criminosa.

Policiais federais deram cumprimento a 24 mandados de prisão preventiva e 3 de busca e apreensão, nas cidades de João Pessoa/PB e São Paulo/SP. As ordens judiciais foram expedidas pela Vara de Entorpecentes, da Comarca de João Pessoa/PB.

A investigação demonstrou que, após a deflagração pela Polícia Federal da denominada Operação Gerônimo, no ano de 2017, que teve por objetivo investigar e responsabilizar criminalmente os integrantes da organização criminosa, houve uma reorganização da facção em razão de conflitos internos, com a ascensão de novos líderes, após o afastamento e o decreto da morte de algumas das lideranças anteriores.

A nova estrutura da organização criminosa foi rebatizada e o processo de refundação vem investindo em realizar o cadastro de seus integrantes.

O aprofundamento das investigações revelou detalhes da estrutura da organização criminosa, forma de funcionamento e identificação de seus integrantes, a saber:

1 - O COMANDO da organização criminosa, denominada de PALAVRA FINAL, era exercido por dois homens, ambos presos e cumprindo pena no Presídio PB1, nesta Capital.

2 - A estrutura DELIBERATIVA, denominada de CONSELHO, era composta por 15 integrantes, os quais ocupam o segundo escalão hierárquico da ORCRIM, responsáveis pelas principais decisões do grupo criminoso.

3 - A estrutura EXECUTIVA realizava o loteamento dos bairros de João Pessoa e demais cidades do Estado, com indicação dos responsáveis pelo controle do tráfico de drogas;

4 - A estrutura de CADASTRAMENTO dos integrantes da organização, que era feito mediante fichas individuais, constando data de filiação, área de atuação e padrinho responsável pela indicação;

5   - Por fim, a estrutura FINANCEIRA, denominada de CAIXINHA, consistia na utilização de contas bancárias de terceiros e familiares para ocultação dos valores recebidos com o tráfico de drogas, possibilitando o fortalecimento da grupo criminoso mediante a aquisição de armas, pagamento de advogados e envio de recursos a integrantes presos e familiares.

Foi determinado pelo Poder Judiciário o bloqueio de contas bancárias, totalizando o montante de aproximadamente R$ 500 mil.

Os investigados responderão pelos crimes de tráfico interestadual de drogas e organização criminosa, cujas penas, somadas, ultrapassam 20 anos de reclusão.

O nome da operação é uma alusão ao poder, à força da atuação do Estado na repressão ao tráfico de drogas.

 

Comunicação Social da Polícia Federal na Paraíba

Contato: (83) 3269-9400
E-mail: cs.srpb@dpf.gov.br

 

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