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“Vivem encostadinhos”, diz Olavo sobre militares brasileiros

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Olavo de Carvalho

O escritor Olavo de Carvalho disse que não vê problema no fato de, com a indicação do general Braga Netto para a Casa Civil, haver mais um ministro militar no governo Bolsonaro. Inclusive, acha bom, já que militares ficam “encostadinhos no canto deles” no Brasil.

“Se você pega um cara do Exército e põe num cargo qualquer, ele não está exercendo uma função militar. Aqui nos Estados Unidos, todos os presidentes e todos os ministros têm carreira militar (exceto Clinton e Obama)”, afirmou.

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“Eu fico feliz com a participação do Exército na vida política e social porque o Exército brasileiro, ao contrário do americano, não tem presença na sociedade. Eles vivem encostadinhos no canto deles e viram pessoas tímidas. Agora os militares estão presentes, estão participando da vida social. Acho ótimo, tem que colocar mais militar, encher de militar”, acrescentou o guru.

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TSE irá julgar pedido que quer obrigar partidos a prestarem contas mensalmente

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TSE
Agência Brasil

Relator do pedido é o ministro Luis Felipe Salomão.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) irá julgar um pedido feita pelos movimentos Transparência Partidária e Transparência Brasil que quer obrigar os partidos a prestarem contas mensalmente. O tema será debatido pelo plenário da Corte nesta terça-feira (20) em sessão por videoconferência que será transmitida as 19h.

O relator do pedido é o ministro Luis Felipe Salomão. Entretanto, a ação vem sendo encaminhada junto à presidência do tribunal desde o começo do ano, quando a ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF) ainda presidia a corte eleitoral. Na época, um parecer do TSE se posicionou a favor da solicitação e contra o argumento de que os extratos das siglas fossem sigilosos.

O Transparência Partidária defende a prestação e contas mensal há anos. Um dos principais argumentos é de que existe uma diferença entre as exigências em período eleitoral – quando os partidos tem que atualizar receitas a cada 72 horas – e em anos normais, quando a prestação acontece uma vez ao ano.

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Em agosto deste ano, o STF rejeitou uma solicitação feita por 17 partidos que queriam derrubar uma norma sobre prestação de conta das siglas. A regra prevê que os partidos que não apresentarem explicações sobre movimentações financeiras quando forem cobrados percam o direito de se manifestarem durante o julgamento.

Os partidos envolvidos no pedido são: DEM, MDB, PSB, PDT, PL, PP, PCdoB, PSD, PSDB, PT, Cidadania, PSOL, Solidariedade, PTB, PSL, Republicanos e Podemos.

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