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Veranistas podem aproveitar as águas próprias para banho

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Os veranistas podem aproveitar a qualidade das águas para se banhar nas praias, rios e represas do Estado. De acordo com o quinto boletim de balneabilidade, emitido nesta sexta-feira (17) pelo Instituto Água e Terra, apenas Ponta da Pita, em Antonina, continua impróprio para banho, além de rios considerados permanentemente impróprios na região. No Interior todos os locais monitorados estão próprios para banho.

“Os rios, canais e galerias que aparecem em caixa alta no boletim do Litoral são locais que seu resultado é inalterado em razão da quantidade de esgoto clandestino ali despejado”, explica a gerente de Licenciamento Ambiental do Instituto Água e Terra, Ivonete Coelho. “Portanto, eles não se encaixam nos 49 pontos monitorados semanalmente”.

Anualmente, técnicos do instituto monitoram a qualidade das águas no período de maior fluxo de veranistas para avaliar a concentração das bactérias Escherichia coli (E.coli) na água. Quanto maior a quantidade, maior a possibilidade da existência de agentes patogênicos que podem colocar em risco a saúde dos banhistas, provocando problemas gastrointestinais, como vômitos e diarreias.

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LITORAL – São monitorados 49 pontos de toda a orla: 13 em Guaratuba, 14 em Matinhos, 11 em Pontal do Paraná, 6 na Ilha do Mel, 3 em Morretes e 2 em Antonina.

INTERIOR – No Interior são monitorados pontos de prainhas e rios nas cidades de Foz do Iguaçu, Santa Terezinha de Itaipu, São Miguel do Iguaçu, Itaipulândia, Missal, Santa Helena, Entre Rios do Oeste, Marechal Cândido Rondon e Primeiro de Maio.

SINALIZAÇÃO – O veranista pode se orientar de acordo com as bandeiras na orla das praias, nos rios e nos reservatórios, que indicam se os locais estão próprios ou impróprios para banho.

A sinalização informa a condição da água a 100 metros à direita e à esquerda de cada bandeira. A cor vermelha significa que a água não é recomendada e a azul que a região está própria para banho.

DIVULGAÇÃO – Os boletins são divulgados no site do IAP todas as sextas-feiras durante a temporada de verão.
5º Boletim Litoral
5º Boletim Interior

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Porto de Paranaguá simula atendimento ao coronavírus

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Um exercício simulado reuniu nesta sexta-feira (21) agentes de saúde, trabalhadores e autoridade portuária no combate ao coronavírus no Porto de Paranaguá. A simulação da chegada de um tripulante de navio com sintomas do novo Covid-19 reuniu Portos do Paraná, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Primeira Regional de Saúde, Samu, Hospital Regional do Litoral e o Órgão Gestor de Mão de Obra do Trabalhador Portuário (OGMO).

A ação teve o apoio de um navio de bandeira russa e do agente marítimo e serviu para se testar todo o processo de atendimento, desde a comunicação feita pelo comandante até a retirada do paciente e encaminhamento ao hospital.

“O objetivo é entender todo o fluxo que será adotado em casos reais, identificar possíveis falhas e, então, fazer as adequações necessárias e atender da maneira mais rápida e eficiente”, explica o chefe da Seção de Segurança e Medicina do Trabalho da Portos do Paraná, Felipe Zacharias.

De acordo com ele, é essencial que os órgãos envolvidos trabalhem em sintonia. “Se nossa comunicação falha, muito provavelmente o atendimento também vai falhar. Por isso, a intenção é envolver todos na sistemática, já que a operação portuária é muito complexa e ainda não existem casos da doença no Brasil”, diz.

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SIMULAÇÃO – O exercício começou com o contato feito pelo comandante do navio, que acionou a agência marítima sobre a suspeita da doença. A empresa, que atende o transportador no Porto de Paranaguá, fez o comunicado para a Anvisa e o setor responsável da Portos do Paraná.

A partir disso, a Guarda Portuária foi acionada para fazer o isolamento do acesso ao navio, enquanto a Anvisa chegava ao local para avaliar a situação. “A participação da Guarda neste tipo de simulação é importante porque permite que a equipe se prepare para erros que não podem ser cometidos em uma situação real”, afirma o chefe da Guarda Portuária, Cesar Kamakawa.

Constatado a suspeita de Covid-19, uma equipe do OGMO foi chamada para fazer o traslado do “paciente”, de ambulância, até o Hospital Regional do Litoral. No Hospital, o “paciente” foi encaminhado a um leito especial, já preparado para estes tipo de caso.

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