Internacional

Venezuela: operações de segurança deixam 1.300 mortos em cinco meses

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Operações de Segurança na Venezuela mataram pelo menos 1.324 pessoas nos primeiros cinco meses de 2020, informou o Alto Comissariado da Organização das Nações Unidas para os Direitos Humanos nessa quinta-feira (2).

A alta comissária Michelle Bachelet, que apresentou, em Genebra, relatório de 17 páginas sobre a Venezuela, disse que está “preocupada com os altos números de mortes de jovens pelas forças de segurança”, referindo-se a pessoas que teriam morrido enquanto resistiam às autoridades. 

Os dados oficiais da Venezuela mostram 6.710 homicídios em 2019 e 1.363 entre janeiro e maio deste ano. 

Os dados “não incluem as mortes violentas no contexto de operações de segurança, classificadas como ‘resistência à autoridade'”, afirmou a ex-presidente do Chile. 

Das mortes em operações de segurança em 2020, pelo menos 432 foram atribuídas à unidade das Forças Policiais Especiais (Faes), 366 à polícia investigativa conhecida como CICPC, 136 à Guarda Nacional e 124 à polícia do estado de Zulia, diz o relatório. 

Jorge Valero, embaixador venezuelano na ONU e em outras organizações internacionais em Genebra, disse que o relatório é baseado em “questionamentos infundados”, com o objetivo de “abastecer a agenda de agressão que se desdobra contra a Venezuela”. 

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Internacional

Coronavírus pode ter contaminado seis vezes mais na Itália

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Quase 1,5 milhão de pessoas na Itália, ou 2,5% da população, desenvolveram anticorpos contra o novo coronavírus, um dado seis vezes maior que os números oficiais reportados, mostrou um estudo da agência de estatísticas Istat nesta segunda-feira (3).

A pesquisa da Istat e do Ministério da Saúde italiano foi baseado em testes conduzidos em 64.660 pessoas.

Dados oficiais mostram 248.229 casos confirmados da covid-19 na Itália, com 35.166 mortos.

O estudo encontrou diferenças locais bem definidas, com a região da Lombardia, no norte do país, onde a epidemia surgiu inicialmente em fevereiro, mostrando que 7,5% da população havia testado positivo para os anticorpos do novo coronavírus comparado a apenas 0,3% na região da Sicília, no sul da Itália.

A pesquisa concluiu que cerca de 30% das pessoas com anticorpos ficaram assintomáticas, o que aponta para o risco da doença ser propagada por pessoas que não estão cientes que estão transmitindo o vírus.

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