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Veja como será o rodízio de abastecimento na RMC até dia 15

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A Sanepar informa como será o rodízio em Curitiba e na Região Metropolitana até 15 de julho (veja a tabela abaixo). As paradas no abastecimento ocorrem sempre às 16 horas do dia estabelecido e os registros são reabertos às 16 horas do dia seguinte, sendo que a normalização no fornecimento de água pode ocorrer até 12 horas depois, ou seja, às 4h da madrugada.

O rodízio na Região Metropolitana teve início em 17 de março, a princípio nas áreas abastecidas pelo Rio Miringuava, que apresentava vazão muito baixa, insuficiente para garantir a regularidade no fornecimento de água.

Com o passar dos meses, a crise hídrica foi agravando a perda de vazão de rios e poços e baixando os níveis dos reservatórios da Grande Curitiba, o que levou a Sanepar a ampliar a área do rodízio, que hoje afeta de forma igual Capital e as cidades da RMC.

Foram formados cinco grupos. Portanto, cada grupo entra no rodízio a cada cinco dias. A previsão é que o rodízio seja mantido pelo menos até setembro/outubro, quando começa o período de chuvas.

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Hoje a média de reservação do sistema de barragens está em 36,37% da capacidade. Com o rodízio e o uso racional da água por parte da população, a meta é que o nível médio de reservação chegue a setembro/outubro em 25%.

Confira a tabela.

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Polícia Científica ajuda a esclarecer acidente na Grande Curitiba

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Segue em investigação o acidente ocorrido no último domingo (02.08), no km 76 da BR-277, em São José dos Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba, com mais de 20 veículos envolvidos e 30 vítimas, incluindo oito óbitos. Para auxiliar os trabalhos, a Polícia Científica do Paraná faz análises de provas e exames complementares, para elaboração dos laudos periciais.

Ainda no dia do acidente, foi verificado o disco tacógrafo do caminhão, bem como todo o levantamento da dinâmica do evento pelo perito de local. Na sequência, na segunda-feira, os peritos médicos legistas realizaram as necropsias e as vítimas foram todas liberadas, já devidamente identificadas para os seus familiares.

Para o secretário da Segurança Pública, Marinho Soares, esta agilidade mostra a eficiência da instituição. “Soubemos que profissionais que estariam de folga e que ficaram impactados com o acidente, fizeram questão de colaborar com o trabalho da Polícia Científica. Além de demonstrar o respeito às famílias e vítimas, a força-tarefa demonstrou agilidade e competência de todos”, afirmou.

TRABALHOS – Juntamente com outras instituições da Segurança Pública, o trabalho da Polícia Científica começou ainda no local do acidente. Enquanto os bombeiros militares, médicos e enfermeiros ficaram responsáveis pela remoção e o atendimento às vítimas, peritos da Polícia Científica faziam os procedimentos de medição do local, levantamento de dados e coleta de evidências.

“O trabalho da Polícia Científica é contar a história do acidente, ou seja, explicar as causas e entender o que aconteceu. Para isso, equipes do Instituto de Criminalística e do Instituto Médico Legal são enviados ao local, para fazerem a materialização do caso e, desta forma, poderem, por exemplo, reconstituir a cena do ocorrido o mais precisamente possível”,, explicou o diretor-geral da instituição, Luiz Rodrigo Grochocki.

Um dos profissionais que está trabalhando no caso é o perito criminal de acidente de trânsito e designer gráfico Fernando Imay. “O trabalho do perito de localística é fazer a coleta do maior número de informações possíveis acerca da ocorrência, para serem reproduzidas e analisadas, evitando ao máximo a perda de informações”, explicou.

Esta etapa do processo é a que determinará os passos seguintes na elucidação do caso. Para tanto, segundo ele, a área de isolamento do caso é de grande importância para que os profissionais da Polícia Científica possam trabalhar.

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“A preservação da cena de um ocorrência que deixe vítimas fatais e que demanda um perito no local é uma das etapas mais importantes para que o trabalho de perícia seja efetivo. De nada adianta uma análise pericial extremamente bem feita em cima de elementos adulterados”, afirmou Imay.

ANÁLISE LABORATORIAL – Após a coleta, o material é encaminhado aos laboratórios da Polícia Científica, onde passa por análises e exames complementares. “Todos os materiais são processados, embalados e examinados. No caso do acidente, trouxemos, por exemplo, o disco do tacógrafo do caminhão envolvido no fato. O qual apontou uma velocidade média de 75 km/h”, explicou o perito.

Após tudo ser analisado, o perito elabora o laudo pericial. “A gente faz uma reprodução do local, faz um diagrama técnico, no caso do acidente de trânsito e vamos verificar todos os vestígios e causas e faremos cálculo da velocidade de alguns veículos, por exemplo. Muitas vezes, é nesse momento que se forma a conclusão da causa do fato”.

RECONSTRUÇÃO – Outra etapa do processo é a reconstrução da ocorrência. No caso do acidente do km 76 da BR-277, de acordo com Imay, a ideia desta parte da perícia é entender o posicionamento dos veículos envolvidos antes do acidente. Será retratada a posição dos carros, onde estavam antes do embate com o caminhão. A análise, basicamente, é uma montagem de quebra-cabeça.

Para isso, são usados todos os recursos tecnológicos e manuais possíveis. “Usamos vários softwares, e o que mais for necessário. A gente busca tirar uma conclusão o mais completa possível, com o máximo de elementos que possam auxiliar a investigação policial judiciária. Tem que ser robusto, para responder qualquer dúvida técnica acerca do caso”, diz o perito.

IMPACTO – Com 23 veículos envolvidos, sendo 16 carros leves, cinco motos, um caminhão e uma viatura policial, o acidente que vitimou 30 pessoas (oito fatais) marcou, também, a carreira de Fermando Imay. “Após 10 anos de experiência como perito de localística e cinco trabalhando com acidentes de trânsito, esse foi, sem dúvidas, o maior acidente que eu já vi, então é muito impactante. O grau de lesão das vítimas também chamou muita atenção”, relatou.

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Junto com o profissional, entram em ação, também, os equipamentos de medição e registro de imagens. Embora o plano varie de acordo com a ocorrência, o trabalho do perito criminal de acidente de trânsito é sempre muito semelhante, independente das proporções do incidente. “A gente começa fazendo todas as medições, passa para o registro fotográfico da cena e das vítimas fatais, coleta de evidências e, depois, análise de tudo. Mas é claro, em um acidente de grandes proporções, o que muda é o grau de complexidade”, resumiu Imay.

“Basicamente é um quebra-cabeça, com muitas peças móveis, mas é uma responsabilidade muito grande e que precisa ser elaborado independente de qualquer sentimento ou opinião pessoal, afinal, é um perito que está falando. Justamente por isso, inclusive, é preciso que ele coloque no papel apenas o que ele tem certeza. No fim, é importante que ele pense que o que ele fizer ou outro fizer não poderia ser diferente”, destacou o perito.

VÍTIMAS – Dentre as oito vítimas fatais do acidente, sete tinham menos de 30 anos; cinco eram mulheres e três eram homens. Através do sistema de identificação do Estado, o Instituo Médico legal pode constatar que cinco das vítimas fatais eram naturais de Curitiba, uma de São José dos Pinhais e outra de Telêmaco Borba.

Ainda na manhã de segunda-feira equipes da Polícia Científica identificaram, necropsiaram e liberaram os oito corpos. As outras 22 vítimas, de acordo com o Corpo de Bombeiros, foram encaminhadas ao Hospital Cajuru, Hospital do Trabalhador, Hospital Evangélico, Hospital do Rocio e Pronto Socorro de São José dos Pinhais.

VEÍCULOS – Ainda segundo o Corpo de Bombeiros, 23 veículos envolvidos no acidente foram removidos do local, sendo 16 carros leves, cinco motos, um caminhão e uma viatura policial.

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