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Valor do hectare de terra na região de Campo Mourão varia de R$ 5,8 mil a R$ 81 mil

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A Secretaria da Agricultura e do Abastecimento divulgou levantamento com avaliação das terras na Comcam. Conforme pesquisa feita pelo Departamento de Economia Rural (Deral), o valor médio das terras na região varia de R$ 5,8 mil a R$ 81 mil o hectare, considerando as áreas mais planas e mais produtivas.
Na região, as áreas mais valorizadas estão localizadas em Campo Mourão, onde o hectare foi avaliado em até R$ 81 mil. O valor mais baixo para terras de menor aproveitamento econômico nesta mesma região para cada hectare é de R$ 11,6 mil. Depois de Campo Mourão, Luiziana é quem tem o hectare mais caro: R$ 79,7 mil enquanto o mais barato custa R$ 10,1 mil.
Campo Mourão é considerada entre as áreas de solos mais férteis que vão desde Foz do Iguaçu, passando por todo o Oeste até a região Norte do Estado, onde as terras são mais planas e permitem o uso intensivo do solo – por isso, são mais disputadas e valorizadas no mercado.
A pesquisa levantou também as terras de uso mais restrito, que têm valores médios de R$ 5,3 mil o hectare, geralmente áreas mais
quebradas, de morro. As áreas de menor valor na região estão localizadas nas cidades de Altamira do Paraná e Goioerê, com o hectare a R$ 5,8 mil. Veja abaixo os valores por município.
De acordo com o levantamento, o hectare mais caro de terra no Paraná é em Serranópolis do Iguaçu: R$ 99 mil. A cidade fica localizada na região de Foz do Iguaçu. Santa Terezinha do Iguaçu, na mesma região, tem o segundo hectare mais caro: R$ 97,5 mil, seguido de Nova Aurora (R$ 95,2 mil) e Matelândia (R$ 84,1 mil).
Os dados foram disponibilizados pela Seab às universidades, agentes financeiros, instituições públicas municipais, estaduais, federais, agentes públicos e privados e produtores rurais, visando dar um referencial de preços de terras agrícolas no Paraná.
Os estudos duraram cerca de 12 meses e os valores médios foram calculados com rigor estatístico para que tenham validade institucional e técnica, espelhando a realidade atual. Entretanto, poderão ser alterados nas próximas pesquisas, de acordo com a evolução de vários fatores, como preços de commodities (a principal é a soja), maior ou menor de disponibilidade de áreas para vendas em determinada região, desenvolvimento local, entre outras, considerando ainda que cada propriedade tem suas características e valor específico.
Segundo o Deral, o mercado ainda atrela o valor da terra ao preço da soja. Mas esse indicador vale mais para negociação do que para determinar o valor da terra.
Classificação
O levantamento dos valores seguiu a classificação das terras que vai desde a classe I, que são as terras cultiváveis, aparentemente sem problemas de conservação de solos, com amplo aproveitamento econômico, até as áreas mais restritas ocupadas com vegetação natural, impróprias para culturas.
Valor do hectare na Comcam por município:
Altamira do Paraná – R$ 40.800 – R$ 5.800
Araruna – R$ 46.400 – R$ 6.100
Barbosa Ferraz – R$ 46.500 – R$ 6.000
Boa Esperança – R$ 77.100 – R$ 7.100
Campina da Lagoa – R$ 72.100 – R$ 5.700
Campo Mourão – R$ 81.100 – R$ 11.600
Corumbataí do Sul – R$ 46.500 – R$ 6.000
Engenheiro Beltrão – R$ 78.600 – R$ 8.300
Farol – R$ 63.700 – R$ 9.600
Fênix – R$ 71.900 – R$ 8.000
Goioerê – R$ 54.600 – R$ 5.800
Iretama – R$ 46.500 – R$ 6.000
Janiópolis – R$ 58.600 – R$ 10.300
Juranda – R$ 77.100 – R$ R$ 7.100
Luiziana – R$ 79.700 – R$ 10.100
Mamborê – R$ 67.200 – R$ 9.600
Moreira Sales – R$ 54.000 – R$ 5.800
Nova Cantu – R$ 64.800 – R$ 6.400
Peabiru – R$ 77.600 – R$ 10.200
Quarto Centenário – R$ 70.400 – R$ 6.800
Quinta do Sol – R$ 71.900 – R$ 8.000
Rancho Alegre d’Oeste – R$ 70.400 – R$ 6.800
Roncador – R$ 72.500 – R$ 6.300
Terra Boa – R$ 69.000 – R$ 6.300
Ubiratã – R$ 78.600 – R$ 8.200

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Fonte: Tribuna do Interior

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Rotam encontra máquina de contar dinheiro e arsenal de munições após denúncia em Campo Mourão

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Uma equipe Rotam (Polícia Militar), apreendeu um arsenal de munições de diversos calibres, bloqueador de sinal de GPS e telefones, drogas e até uma máquina de contar dinheiro em uma edícula, no jardim Sol Nascente, após uma denúncia anônima. A ação aconteceu no fim de semana. O proprietário do local acabou preso.
De acordo com o Setor de Comunicação do 11º BPM, a polícia recebeu uma denuncia de som alto com aglomeração de pessoas no local em um imóvel na rua Augusto Paulovisck, no jardim Sol Nascente. Ao chegar ao local, um homem se identificou como responsável pelo imóvel, permitindo a entrada dos policiais no interior do imóvel.
Como havia muitas pessoas, incluindo diversos homens conhecidos pela polícia por terem passagem criminal além da denúncia de possível arma no local, foi dada voz de abordagem a todos, sendo feita busca pessoal e domiciliar no intuito de localizar drogas e armas. Nas
buscas a polícia encontrou um invólucro de maconha pesando aproximadamente 60 gramas.
Na sequência foram encontradas caixas com munições, totalizando 144, sendo 97.40, marca CBC, 13 munições marca WIN, e 34 munições .380. Durante a abordagem o proprietário da casa por  diversas vezes tumultuou a ocorrência, desobedecendo as ordens policiais, sendo o mesmo advertido que se não acatasse a ordem policial seria encaminhado por desobediência.
Durante as buscas foram localizados ainda na edícula rádios capazes de operar na frequência da polícia, máquina de contar dinheiro, um carregador de pistola Glock, carregado com 13 munições intactas e uma máquina bloqueadora de sinais de telefone,rastreadores, geralmente utilizados por criminosos para roubos.
O responsável pelo local assumiu ser responsável pelos objetos. Ele relatou que trabalha com cigarros contrabandeados do Paraguai e por isso tinha os objetos. Diante da situação foi encaminhado à delegacia de Polícia Civil para as providências cabíveis.

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Fonte: Tribuna do Interior

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