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Universidades farão exames para identificar o coronavírus

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Cinco instituições estaduais de Ensino Superior do Paraná deram início nesta terça-feira (31) ao processo de credenciamento junto ao Sistema Nacional de Laboratórios de Saúde Pública (Sislab) para realização de exames para identificação do coronavírus. Juntas, as universidades estaduais de Londrina (UEL), Maringá (UEM), Ponta Grossa (UEPG), do Centro-Oeste (Unicentro) e do Oeste do Paraná (Unioeste) terão capacidade instalada de avaliar até 700 amostras por dia.

O número aumentaria a condição atual de processamento do Laboratório Central do Estado (Lacen-PR) em quase 120%. Hoje, o complexo tem capacidade de executar até 600 exames por dia – um incremento de 400% em relação ao início da pandemia. Os kits para os exames e os insumos para a extração de amostras dos materiais coletados ficariam por conta das universidades, municípios ou entidades civis.

A autorização para o credenciamento de novos laboratórios para os exames da Covid-19 consta no decreto estadual 4.261/2020 e atende a um pedido do governador Carlos Massa Ratinho Junior. Segundo ele, a ação é mais uma possibilidade que o Estado tem para o enfrentamento ao coronavírus.

“Quanto mais parceiros o Estado puder ter neste momento de pandemia, melhor. Quem ganha é a população do Paraná. As universidades estaduais podem sim fazer esse trabalho, sempre com o monitoramento do Lacen”, destacou. “O Lacen é referência não só para o Estado, mas também para todo o Brasil”, acrescentou.

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O governador disse ainda que Governo do Paraná reforçou em 28,5% o quadro de profissionais do Laboratório Central do Estado (Lacen-PR), principal responsável por exames de contraprova para a Covid-19. A equipe da Divisão dos Laboratórios de Epidemiologia e Controle de Doenças (DVLED), em São José dos Pinhais, passará de 60 para 77 agentes até o fim de abril – 74 já foram incorporados ao dia a dia do órgão.

EXCELÊNCIA – O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, reforçou a atuação do Laboratório Central do Estado como um balizador da qualidade dos exames que serão feitos em todo o Paraná. “As universidades vão se validar e em pouco tempo teremos condições de ampliar, e muito, os exames realizados no Estado. Sempre com a outorga do selo de qualidade e excelência do Lacen”, disse.

Superintendente de Ensino Superior, Ciência e Tecnologia (Seti), Aldo Bona lembrou que as universidades estaduais se colocaram à disposição para colaborar com o Governo do Estado desde o início da pandemia. “Contamos com laboratórios equipados e toda a estrutura na área de saúde para ajudar nos processos. Entramos em contato com o Lacen para iniciar o credenciamento e contar com a ajuda do Laboratório Central do Estado”, explicou.

LONDRINA – De acordo com o vice-reitor da universidade, Décio Sabbatini, a UEL já vem se articulando com as entidades civis de Londrina e com a secretaria municipal de saúde para fazer a estruturação do serviço. O Laboratório de Biologia Molecular, integrado ao Hospital Universitário da cidade, ressaltou Sabbatini, facilitaria também a questão logística, já que tem condições de processar até 200 testes/dia com a estrutura já existente.

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"Estamos nos dispondo a apoiar toda a macrorregião de Londrina. Isto poderia ajudar a descarregar o sistema de saúde como um todo", afirmou ele.

ESTUDO – Além de ter dado início ao processo para a realização de análises, as universidades locais também estão envolvidas com estudos para mapeamento da Covid-19.

Segundo dados da Web Of Science, divulgados pela Fundação de Amparo à Pesquisa de São Paulo (Fapesp), a Universidade Estadual de Londrina está entre as três universidades com o maior número de publicações sobre o coronavírus do Brasil. São 21 materiais, atrás apenas da Universidade de São Paulo (USP) com 91 e Universidade Estadual Paulista (Unesp), com 32.

O Brasil, com 217 publicações, é o 17º da lista mundial, liderada pelos Estados Unidos com 4.400 estudos publicados, seguidos da China com 2.523. “É importante destacar a relevância da pesquisa científica feita nas sete universidades estaduais, que são fortes em pesquisa básica e aplicada”, destacou Aldo Bona.

Saiba mais sobre o trabalho do Governo do Estado em:
http:///www.facebook.com/governoparana e www.pr.gov.br

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Portos do Paraná reforça compromisso com os ODS

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Neste Dia Mundial do Meio Ambiente (05 de junho), a empresa Portos do Paraná reforça o compromisso com o pacto Global das Nações Unidas e os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável para o milênio. Além de manter mais de 20 programas ambientais permanentes, dentro das condicionantes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o Porto de Paranaguá segue reconhecido internacionalmente pelo cuidado com a natureza e as comunidades locais.

Em 2019, esse reconhecimento fez com que a empresa pública fosse a única do setor portuário convidada para palestrar em um dos eventos paralelos oficiais da Conferência das Partes sobre Mudança Climática da ONU (COP-25), em Madri, na Espanha.

Para os próximos anos, a gestão portuária busca alternativas inovadoras. Uma das linhas de atuação é a permacultura, que desenvolve um sistema para a criação de ambientes humanos sustentáveis e produtivos em equilíbrio e harmonia com a natureza.

“Nas aulas dos programas de educação ambiental, por exemplo, está em fase de planejamento a inserção de noções de técnicas de bioconstrução e de permacultura, uma metodologia australiana de gestão ambiental para sistemas de escala humana”, explica do diretor de Meio Ambiente, João Paulo Ribeiro Santanna.

Segundo ele, a aplicação está alinhada com a visão mais voltada para as comunidades que residem na área de influência dos portos paranaenses. “É uma maneira mais humana de enxergar o meio ambiente, promover o empoderamento desses povos, através do uso de energias renováveis, da ciclagem de nutrientes, da redução de descarte de resíduos sólidos, entre outros.”

No campo de energia renovável, Santana conta que está em estudo um modelo de biodigestor em grande escala para ser utilizado pelos equipamentos da infraestrutura dos portos do Paraná. “Modelo que, futuramente pode ser aplicado em escalas menores nas comunidades”.

A Diretoria de Meio Ambiente dos portos paranaenses já testa, em parceria com a empresa prestadora do serviço, um sistema integrado de monitoramento da coleta e destinação de resíduos sólidos.

“Dentro das caçambas de lixo serão instalados sensores, rastreados via satélite, que permitem aos gestores do contrato saber se as caçambas estão vazias ou cheias, a temperatura interna, para agir imediatamente em caso de incêndio, e mau cheiro”, afirma Santana.

“No serviço de varrição das ruas do porto, os termos de referência de contrato já preveem monitoramento rastreado via satélite das varredeiras, o que no futuro permitirá aos contribuintes saberem a posição exata dos equipamentos e o número do contrato da prestadora do serviço, buscando eficiência, efetividade, controle e transparência na gestão”, completa.

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Conheça as ações da Portos do Paraná dentro dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável do Milênio

1 – Acabar com a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares.
A empresa Portos do Paraná capacita e habilita os setores sociais, atuando na melhoria da qualidade ambiental e de vida da população mais vulnerável. É também a responsável pela construção de trapiches em comunidades que estão na área de influência direta da obra de dragagem de aprofundamento para melhora na atividade cotidiana da pesca de subsistência dessas populações.

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2 – Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável.
A Portos do Paraná aprovou junto ao Intituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) a execução do Plano de Recuperação de Áreas Degradadas, que trata de recuperação de ambientes agrícolas em áreas rurais no entorno da baía, principalmente àqueles localizados em áreas de preservação permanente, utilizando o uso de Sistemas Agroflorestais. O objetivo é não apenas incentivar a recuperação de áreas degradadas, mas fazê-la de forma sustentável, que traga a biodiversidade para a região e também a soberania alimentar das populações mais vulneráveis, com espécies nativas, alimentícias e de reconhecido valor econômico agregado.

3 – Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades.
A diretoria de Meio Ambiente dos portos do Paraná, dentro do Programa de Comunicação Social, promove campanhas periódicas de combate à dengue, programas de vacinação, de controle e proliferação de vetores e o Programa de Gerenciamento das Emissões Atmosféricas.

4 – Assegurar a educação inclusiva e equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos.  
A Portos do Paraná realiza Projeto de Educação Socioambiental nas escolas e diálogos de segurança, meio ambiente e saúde com trabalhadores diretos e avulsos dos portos do Paraná.

5 – Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas.
A Portos do Paraná promoveu em 2020 uma forte campanha de prevenção e combate ao assédio sexual, voltad para todos os funcionários, avulsos e terceiros da comunidade portuária.

6 – Assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todos.
Os portos paranaenses exigem que todas as operações que possam causar poluição da água usem mantas absorventes para vedar as bocas de lobo. E que os operadores portuários utilizem lonas no costado dos navios que estão descarregando produtos para evitar que a carga caia no mar.

7 – Assegurar o acesso confiável, sustentável, moderno e a preço acessível à energia para todos.
A Portos do Paraná, em acordo firmado com a Copel em janeiro de 2013, disponibilizou energia solar às comunidades indígenas da Ilha da Cotinga, Guaviraty, Shangri-lá e Guaraiaxa.

8 – Promover o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, emprego pleno e produtivo e trabalho decente para todos.
Está em operação o Programa de Estágios para jovens do ensino médio, técnico e superior. A Portos do Paraná também exige a utilização de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) de todos os funcionários diretos e avulsos do porto ou de empresas contratadas pela administração.

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9 – Construir infraestruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação.
Os portos do Paraná utilizam energia solar nas baterias das lâmpadas das boias de sinalização instaladas no canal marítimo de acesso ao porto.

10 – Reduzir a desigualdade dentro dos países e entre eles.
A Portos do Paraná promove cursos para os setores sociais mais vulneráveis para que possam incrementar sua renda. Exemplos são os cursos de agentes ambientais, de mecânica náutica e de informática, recentemente ofertado para as comunidades insulares.

11 – Tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis.
A administração da Portos do Paraná destina os resíduos para um aterro sanitário regularizado, associação de recicláveis ou para empresas especializadas em resíduos contaminados, conforme sua classificação.

12 – Assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis.
A Portos do Paraná promove campanhas com os trabalhadores diretos e avulsos, nas escolas e também nas comunidades onde atua com o programa de educação ambiental.

13 – Tomar medidas urgentes para combater a mudança do clima e seus impactos.
Dentro dos Programas de Comunicação Social e Educação Ambiental, realiza regularmente a conscientização através de palestras e diálogos de segurança, meio ambiente e saúde que abordam o tema das mudanças climáticas.

14 – Conservação e uso sustentável dos oceanos, dos mares e dos recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável.
A Portos do Paraná faz o monitoramento constante da biota aquática, mangues e do meio físico. Também realiza o Programa de Gerenciamento de Água de Lastro.

15 – Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda de biodiversidade.
A Portos do Paraná monitora periodicamente os mangues do Rocio, Oceania, Amparo e Ilha do Mel, em Paranaguá. Também promove a limpeza dos mangues do Rocio, Oceania e Ponta da Pita (em Paranaguá e Antonina).

16 – Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis.
A Portos do Paraná disponibiliza todas as informações referentes à administração em endereço eletrônico, com objetivo de dar transparência as suas operações.

17 – Fortalecer os meios de implementação e revitalizar a parceria global para o desenvolvimento sustentável.
A Portos do Paraná busca convênios e parcerias de troca de conhecimento com portos de países europeus de referência mundialmente conhecida em atuações ambientais nas áreas de emergências ambientais e de gestão e manejo do meio ambiente, acessibilidade e turismo.

Saiba mais sobre o trabalho do Governo do Estado em:
http:///www.facebook.com/governoparana e www.pr.gov.br

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