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Unitá de Ubiratã está entre os 13 frigoríficos brasileiros habilitados a exportar para a China.

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A Cooperativa Central Unitá foi criada em 2011 pelas cooperativas Copacol, Coagru e Cooperflora.

A Unitá Cooperativa Central, de Ubiratã (PR), está entre as 13 plantas frigoríficas brasileiras habilitadas para vender carnes à China, conforme comunicado do órgão sanitário chinês (GACC) enviado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Segundo o Mapa, foram habilitadas ao todo cinco plantas de carne bovina, cinco de suínos e três de aves.

Anúncio – O anúncio foi feito nesta terça-feira (12/11) pela ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento). “Temos tudo para entregar ao mundo nossa produção”, disse a ministra, na abertura da Agrobit Brasil 2019, em Londrina (PR).

Suínos – Os cinco frigoríficos de carne suína estão no Rio Grande do Sul, além de uma unidade de carne bovina. São Paulo e Mato Grosso tiveram, cada um, duas unidades habilitadas pelos chineses. Os demais frigoríficos que podem exportar para a China ficam em Goiás, no Mato Grosso do Sul e no Paraná.

Bovinos – As plantas de bovinos habilitadas pela China são: Marfrig Global Foods, em São Gabriel (RS); Frigorífico Sul, em Aparecida do Taboado (MS); Naturafrig Alimentos, em Pirapozinho (SP); Marfrig Global Foods, em Pontes e Lacerda (MT) e JBS, em Senador Canedo (GO).

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Suínos – Os frigoríficos de carne suína são: BRF, em Lajeado (RS); Cooperativa Central Aurora Alimentos, em Sarandi (RS); JBS Aves, em Caxias do Sul (RS); Seara Alimentos, em Três Passos (RS) e em Seberi (RS).

Aves – Em aves, além da Unitá, foram habilitadas as plantas de aves de Zanchetta Alimentos, em Boituva (SP) e a União Avícola Agroindustrial, em Nova Marilândia (MT).

Sobre a Unitá– A Cooperativa Central Unitá foi criada em 2011 pelas cooperativas Copacol, Coagru e Cooperflora. Em 2013, foi inaugurada a Unidade Industrial de Aves, voltada ao abate e processamento de carne de frango. Atualmente, a Unitá abate 280 mil aves por dia. A Central trabalha em dois turnos com uma produção de aproximadamente 10 mil toneladas ao mês. A Unitá gera 2,1 mil empregos diretos, processa e embala os seus produtos com a marca Copacol, comercializados no Brasil e em mais de 40 países. (Com informações do Mapa e da Unitá)

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Ministra apresenta oportunidades de investimentos no agro brasileiro a empresas estrangeiras

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A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) se reuniu nesta sexta-feira (14), por videoconferência, com membros do Business Council for International Understanding (BCIU). Além de apresentar o cenário atual do agronegócio brasileiro, a ministra falou sobre as oportunidades de investimentos no setor. 

A ministra comentou que, mesmo em meio às crises globais na saúde pública e na economia, o setor agropecuário vem se destacando, com números recordes de safra de grãos e aumento nas exportações. Segundo ela, o Brasil desenvolveu um modelo de agricultura tropical baseado no desenvolvimento tecnológico e em um arcabouço legal sólido. “Estamos trabalhando para que o Brasil seja o principal fornecedor de alimentos no mundo, garantindo a segurança alimentar global com sustentabilidade e sanidade”, disse Tereza Cristina. 

Sobre novos instrumentos e finanças verdes, a ministra lembrou a Lei 13.986/2020, que moderniza a política de financiamento do agronegócio brasileiro, desburocratizando o acesso do produtor rural ao crédito e abrindo novas possibilidades de captação de recursos. Ela também falou sobre o memorando de entendimentos com a Climate Bonds Initiative (CBI), para intensificar o segmento das finanças verdes no Brasil. 

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“Construímos um Plano de Investimento do Agronegócio Sustentável Brasileiro com identificação de critérios necessários para que projetos tenham acesso a esses recursos. Estamos na fase de diálogo com investidores, certificadoras, emissores e reguladores para conhecermos suas reais necessidades, sobretudo as dos investidores”, disse. 

As oportunidades de investimentos em infraestrutura também foram apresentadas pela ministra. Ela lembrou que para o período 2020 a 2022, estão previstos investimentos de US$ 8,7 bilhões para obras de infraestrutura em portos, rodovias, ferrovias e hidrovias com grande impacto no setor agropecuário. “O Brasil espera de vários parceiros no mundo investimentos em infraestrutura, principalmente de logística, para apoiar a agricultura brasileira”. 

A BCIU é uma organização apartidária que trabalha para expandir o mercado e o comércio internacional. Auxilia as 200 empresas associadas a se engajarem internacionalmente e facilitando relacionamentos mutuamente benéficos entre líderes empresariais e governamentais em todo o mundo. 

Sustentabilidade 

Tereza Cristina lembrou que o Brasil desenvolveu um modelo de agricultura tropical baseado no desenvolvimento tecnológico e em um arcabouço legal sólido, modelo que permitiu ao país tornar-se um dos principais atores globais do agronegócio, preservando 66% de seu território nacional com vegetação nativa. “Para que nossa agenda de trabalho com foco em sustentabilidade se concretize, precisaremos de investimentos estrangeiros e parcerias tecnológicas”. 

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Segundo a ministra, a produção brasileira deve crescer 40% até 2050, combinada com uma meta de redução das emissões de gases de efeito estufa de 40% frente aos níveis atuais. “Essa é a meta brasileira, e tenho certeza de que nós vamos cumpri-la”, disse.   

As prioridades estratégicas do Mapa para a sustentabilidade da agropecuária brasileira são pautadas em três pilares: regularização fundiária e ambiental; Incentivo à disseminação de tecnologias agrícolas tropicais; e Inclusão produtiva para geração de renda. “Estamos trabalhando muito para garantir a expansão da nossa produção de forma sustentável”, disse a ministra, acrescentando que o combate ao desmatamento ilegal é uma prioridade do governo Bolsonaro.

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