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TRIGO/CEPEA: Clima favorece semeio e aumento de área no Sul do Brasil

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Cepea, 30/6/2020 – Os trabalhos de campo da nova safra de trigo seguem avançando, com o clima no Sul do País favorecendo o crescimento e o desenvolvimento da cultura. Neste ritmo, estimativas indicam aumentos na área, no rendimento e, consequentemente, na produção. Conforme dados da Seab/Deral, o semeio de trigo no Paraná chegou a 89% da área estimada para o estado, e, das lavouras implantadas, 88% apresentam boas condições, 10%, condições médias e 2%, ruins. Diante disso, as estimativas de produção foram elevadas para 3,672 milhões de toneladas, contra 3,537 milhões de toneladas no relatório anterior. A área plantada no PR deve ser de 1,13 milhão de hectares, ante 970,8 mil ha em 2019, ou seja, crescimento de 16,4%. No Rio Grande do Sul, de acordo com a Emater, as condições e as previsões climáticas favoráveis nas regiões de cultivo estão contribuindo para a implantação da cultura. Com o andamento positivo no Sul do País, as negociações de trigo – referentes à próxima safra – avançam no mercado interno. Nesse cenário, levantamento do Cepea mostra que os preços do trigo seguem em alta na maioria das regiões acompanhadas, impulsionados pela baixa oferta doméstica e pela valorização do dólar frente ao Real. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

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Fonte: CEPEA

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MAÇÃ/CEPEA: Volume colhido na campanha 2019/20 recua quase 20%

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Cepea, 3/7/2020 – O volume de maçãs colhido no Sul no Brasil recuou quase 20% nesta safra 2019/20, somando 939 mil toneladas, de acordo com a ABPM (Associação Brasileira de Produtores de Maçã). Isso porque, segundo colaboradores do Hortifruti/Cepea, diversos fatores climáticos afetaram a produção, como o inverno mais ameno, chuvas na primavera (período de florada) e o grande déficit hídrico no verão do ano passado. A variedade mais afetada foi a fuji, que teve quebra de safra bastante expressiva, principalmente em São Joaquim (SC) e em Vacaria (RS). Assim, agentes estimam que, do volume total colhido nesta campanha, apenas 35% seja de fuji e 60% de gala. A concentração de frutas miúdas também foi maior, refletindo o clima mais seco no período de enchimento das maçãs. De acordo com agentes consultados pelo Hortifruti/Cepea, esse cenário reduziu a participação das frutas graúdas (até o calibre 110) no volume total colhido, que deve ser de apenas 20% para a fuji e de 10% para a gala. Como resultado, as cotações das maçãs de maior calibre foram impulsionadas neste ano. No segundo trimestre de 2020 (abril a junho), por exemplo, o preço da gala calibre 110 Cat 1 foi de R$ 89,77/cx de 18 kg na média das regiões classificadoras, alta de 48% frente ao do mesmo período do ano passado. A fuji de mesmo perfil foi vendida por R$ 94,81/cx de 18 kg, aumento de 68% na mesma comparação. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

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Fonte: CEPEA

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