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“Tive uma redução muito grande de salário”, revela Rodrigo Faro

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A maré não está mesmo para peixes. Rodrigo Faro fez uma live com o humorista Carlinhos Maia, na noite desta sexta-feira (29), em seu perfil no Instagram, e o apresentador da Record TV assumiu que precisou fazer cortes nos gastos, já que teve  redução salarial na emissora por conta da pandemia do novo coronavírus . Os merchans também diminuíram.

Rodrigo Faro
Reprodução/Record

Rodrigo Faro


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“Sabendo que você é um dos maiores apresentadores da TV e que todo mundo fica confabulando, ‘o Faro ganha tanto, o Faro é rico’, você teve de cortar gastos por causa do coronavírus?”, perguntou Maia e O apresentador não escondeu. “Tive de cortar, sim. Todo mundo teve. A gente teve uma redução muito grande de salário e de merchand”, explicou Rodrigo Faro na transmissão chamada ‘No Colchão com Faro’.

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Recentemente, a assessoria de Rodrigo Faro divulgou uma nota informando que ele tinha optado por abrir mão do salário de abril para que a equipe de “Hora do Faro” não fosse demitida e fez acordo de ter o valor recompensado no próximo ano. Nos bastidores, existem comentários que o salário de Faro estava estimado em R$ 1 milhão antes da pandemia do coronavírus.

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Fonte: IG GENTE

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“Não sou nem fui homofóbico”, diz Leandro Narloch após ser demitido da CNN

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Leandro Narloch ma CNN
Reprodução/CNN

Leandro Naloch afirma ter concordado com a doação de sangue por homens homossexuais


No início da tarde da última sexta-feira (10), Leandro Narloch foi  cortado do estafe de jornalismo da CNN Brasil após ter usado o termo “comportamento promíscuo” para se referir a homens gays . O jornalista se pronunciou sobre a decisão da emissora em seu Twitter, afirmou não ser homofóbico e fez alerta à cultura do cancelamento .


“A cultura do cancelamento me pegou”, começa em um pronunciamento feito no Instagram, replicado em seu perfil no Twitter. Ele lamenta pela decisão da CNN após “polêmica”. “Não sou nem fui homofóbico, tenho horror a homofobia e concordei explicitamente com a doação de sangue por homossexuais”, escreveu. 

A demissão aconteceu após má repercussão de sua fala opinando sobre a medida. Ele usa o termo “opção sexual” para se referir à orientação sexual de homens gays e relaciona pessoas que não estão em um relacionamento estável como “promíscuas” por poderem ter mais de um parceiro sexual.

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Narloch afirmou preocupação quanto à chamada cultura do cancelamento. “Me preocupa o clima da sociedade de hoje, em que é impossível discordar até mesmo de termos ou terminologias sem causar histeria, sem que o outro lado seja considerado um monstro que precisa ser banido”, disse.


O jornalista afirmou que está nos seus planos futuros iniciar um curso sobre cultura do cancelamento na tentativa de “preservar a diversidade ideológica e a liberdade do debate”.

Fonte: IG GENTE

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