Política Nacional

“Tem medo do quê? Enfrenta”, diz Bolsonaro sobre Covid-19

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Presidente Jair Bolsonaro
Reprodução/CNN/17/7/2020

Presidente Jair Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta sexta-feira (31) que “todos vocês vão pegar um dia. Tem medo do quê? Enfrenta!”. A fala sobre os casos do novo coronavírus (Sars-CoV-2) foi feita durante sua passagem pela cidade de Bagé, no Rio Grande do Sul.

“Lamento. Lamento as mortes. Morre gente todos os dias de uma série de causas. É a vida, é a vida”, disse Bolsonaro ao afirmar que não negligencia a Covid-19 – doença causada pelo novo coronavírus.

A fala do presidente sobre o novo coronavírus foi feita após ele causar uma aglomeração na cidade de Bagé, tirar sua máscara,  elogiar um ditador e segurar crianças. Ele estava na cidade para entregar chaves de residências populares e inaugurar uma escola cívico-militar.

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Bolsonaro defende que “estou no grupo de risco. Agora, eu nunca negligenciei. Eu sabia que um dia ia pegar. Infelizmente, acho que quase todos vocês vão pegar um dia. Minha esposa agora está, depois de quase eu mês que peguei o vírus, ela pegou”.

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Política Nacional

Senado rejeita veto à regulamentação da profissão de historiador

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Os senadores rejeitaram, em sessão remota nesta quarta-feira (12), o veto do Poder Executivo (VET 10/2020) à regulamentação da profissão de historiador: 68 senadores votaram pela rejeição do veto, enquanto um foi votou pela sua manutenção. Conforme acordo entre lideranças do Congresso e representantes do governo, a derrubada do veto será confirmada na Câmara dos Deputados.

A regulamentação da profissão de historiador estava prevista no Projeto de Lei do Senado (PLS) 368/2009, que teve como autor o senador Paulo Paim (PT-RS). Essa matéria recebeu alterações na Câmara e foi devolvida ao Senado na forma de um texto alternativo (SCD 3/2015), que acabou sendo aprovado pelos senadores no início deste ano.

Ao recomendar o veto, o Ministério da Economia e a Advocacia-Geral da União argumentaram que o projeto, ao disciplinar a profissão de historiador com a imposição de requisitos e condicionantes, restringe “o livre exercício profissional” e fere o princípio constitucional que determina ser livre “a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença”.

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O projeto prevê o exercício da atividade de historiador a quem tem diploma de curso superior, mestrado ou doutorado em história, nacional ou estrangeiro com revalidação; a quem tem diploma de mestrado ou doutorado obtido em programa de pós-graduação reconhecido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) com linha de pesquisa dedicada à história; e a profissionais diplomados em outras áreas que comprovem ter exercido a profissão de historiador por mais de cinco anos.

Paulo Paim destacou que o historiador atua além da área acadêmica e oferece seus serviços a outros setores, como turismo e artes. A regulamentação, segundo o senador, é uma forma de valorizar e reconhecer esses profissionais. Zenaide Maia (Pros-RN), que elogiou o acordo para a derrubada do veto, defendeu o trabalho dos historiadores e disse que reconhecer a profissão é motivo de orgulho.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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