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“Sugar baby” tem cinco “daddies” e recebe R$ 1,7 mil por encontro

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Gracie Adams, de 19 anos, está no primeiro ano da faculdade de psicologia na Universidade de Lincoln, Irlanda. Para estudar, porém, ela precisou encontrar formas de pagar os gastos de uma universidade (e da vida social universitária). Então, recorreu à uma solução: se tornar “sugar baby”. A questão é que ela não tem apenas um, mas cinco “daddies” – além de um namorado que aprova as relações. 

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Reprodução/Facebook

A ‘sugar baby’ Gracie Adams ganha cerca de R$ 1,7 mil por encontro com um ‘sugar daddy’

Ao The Sun , Gracie conta que procurar um “sugar daddy” era a única forma que ela tinha de “se manter financeiramente”. Então, ela se inscreveu em um site para ser ” sugar baby ” e encontrou cinco homens que pagassem por presentes caros, encontros e, também, pelo financiamento estudantil de 30 mil libras esterlinas (cerca de R$ 170,8 mil), aluguel e roupas.

Um encontro para jantar com um dos “daddies” custa, no mínimo, 100 libras esterlinas (R$ 569). Além disso, os homens geralmente pedem que ela use uma roupa comprada por eles – que custam pelo menos R$ 500 – e deixam uma “gorjeta” pós encontro de cerca de 150 libras esterlinas (R$ 853). 

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No total, Gracie consegue ganhar mais de 300 libras esterlinas (R$ 1707) por encontro, o que inclui presentes, roupas e sapatos. “O melhor encontro que já tive foi no verão em que nós jantamos em um bar rooftop e assistimos ao por do sol”, lembra. 

“Foi uma experiência linda e depois da refeição nós tomamos alguns drinks e nos conhecemos melhor. No fim ele se certificou de que eu tinha chegado em casa segura e me enviou 150 libras esterlinas.” 

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De estudante universitária à “sugar baby”

Segundo ela, um encontro por mês já paga suas contas. “Quando me inscrevi no site tinha quase 18 anos e não pensava seriamente em me tornar uma ‘sugar baby’. Mas quando eu estava me mudando para a universidade, soube que outras estudantes tiveram experiências positivas fazendo isso.” 

“Isso me ajudou a lidar com a vida universitária, manter minhas contas em dia e ter um carro. Também fiquei mais confiante em conversar com homens online e saber o que estou procurando, porque você consegue perceber quando eles estão mentindo sobre quem eles são, algo que me preocupa”, diz. 

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Apesar disso, Gracie conseguiu mais do que apenas um ” sugar daddy “. Dos cinco homens que ela se relaciona, apenas três são “regulares” desde que ela os conheceu. A jovem insiste que todos esses relacionamentos são platônicos, já que ela tem um namorado – que está a par desses acontecimentos. 

“Perguntei ao meu namorado se ele estaria bem se eu começasse a levar isso [ser ‘ sugar baby ‘] mais a sério. Ele queria saber o que eu faria com os ‘daddies’ em termos de encontros, mensagens, etc. Disse que meu interesse era platônico e ele entendeu que eu precisava de dinheiro”, comenta.

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A família dela também está ciente da realidade da jovem. “Eu e minha família temos uma relação muito aberta e amorosa, então contei ara eles como estava me mantendo financeiramente enquanto estava na universidade sem me preocupar com julgamentos”, finaliza. 

Fonte: IG Mulher

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Salão é acusado de fazer blackface ao reproduzir meme da cabeleleila Leila

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Salão de beleza é acusado de blackface
Reprodução/Twitter

Salão de beleza é acusado de blackface


Na manhã desta sexta-feira (7) começou a circular nas redes sociais um vídeo de um salão de beleza reproduzindo o  meme da “cabeleleila Leila”. O problema, no entanto, é que os funcionários que apareciam na gravação utilizavam perucas para simular um cabelo crespo e foram acusados de blackface.


“Blackface não é engraçado, a gente tá em 2020. Usar peruca assim e se pintar de escuro além de ser extremamente escroto é racista”, disse um usuário do Twitter. 

Logo após a polêmica começar, o vídeo foi rapidamente tirado do ar. Procurado, o salão LD Beauty Services, localizado em Indaial, Santa Catarina, disse que se pronunciaria logo mais em uma live.

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Fonte: IG Mulher

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