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Sogra de Nego do Borel volta a atacar funkeiro: “Mau-caráter”

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A mãe da namorada do cantor Nego do Borel, Simone Barreiros , voltou a atacar o artista em suas redes sociais . Neste sábado (30), a médica chamou o funkeiro de “mau-caráter” e reafirmou que não aprova o relacionamento dele com a filha, Duda Reis .

Simone Barreto e Nego do Borel
Reprodução/Instagram

Simone Barreto e Nego do Borel


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Simone foi questionada por uma seguidora se ela acha que a filha e Nego do Borel formam um belo casal. Sem rodeiros, ela respondeu: “Se ele fosse um cara do bem, formariam sim. Mas como ele é mau-caráter, sou obrigada a discordar de você”.

Nego do Borel e a família da namorada não se dão nada bem e não escondem suas insatisfações com ambas as partes. No fim do mês passado, o funkeiro revelou aos fãs que o fato de ser negro e ter nascido em uma favela influenciaram as inúmeras críticas dos sogros em sua relação com a modelo.

Fonte: IG GENTE

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“Não sou nem fui homofóbico”, diz Leandro Narloch após ser demitido da CNN

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Leandro Narloch ma CNN
Reprodução/CNN

Leandro Naloch afirma ter concordado com a doação de sangue por homens homossexuais


No início da tarde da última sexta-feira (10), Leandro Narloch foi  cortado do estafe de jornalismo da CNN Brasil após ter usado o termo “comportamento promíscuo” para se referir a homens gays . O jornalista se pronunciou sobre a decisão da emissora em seu Twitter, afirmou não ser homofóbico e fez alerta à cultura do cancelamento .


“A cultura do cancelamento me pegou”, começa em um pronunciamento feito no Instagram, replicado em seu perfil no Twitter. Ele lamenta pela decisão da CNN após “polêmica”. “Não sou nem fui homofóbico, tenho horror a homofobia e concordei explicitamente com a doação de sangue por homossexuais”, escreveu. 

A demissão aconteceu após má repercussão de sua fala opinando sobre a medida. Ele usa o termo “opção sexual” para se referir à orientação sexual de homens gays e relaciona pessoas que não estão em um relacionamento estável como “promíscuas” por poderem ter mais de um parceiro sexual.

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Narloch afirmou preocupação quanto à chamada cultura do cancelamento. “Me preocupa o clima da sociedade de hoje, em que é impossível discordar até mesmo de termos ou terminologias sem causar histeria, sem que o outro lado seja considerado um monstro que precisa ser banido”, disse.


O jornalista afirmou que está nos seus planos futuros iniciar um curso sobre cultura do cancelamento na tentativa de “preservar a diversidade ideológica e a liberdade do debate”.

Fonte: IG GENTE

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