Política Nacional

Skaf vai fazer teste para a Covid-19 e aguardar resultado em quarentena

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Paulo Skaf e Jair Bolsonaro
Alan Santos/PR

Paulo Skaf e Jair Bolsonaro se cumprimentando

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf , disse nesta terça-feira (7) que vai realizar um teste para a Covid-19 , doença causada plo novo coronavírus (Sars-CoV-2), e vai ficar em quarentena até que o resultado saia.

Skaf se encontrou com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na última sexta, em Brasília. Bolsonaro confirmou hoje que testou positivo para a Covid-19 , mas naquele dia ainda não apresentava sintomas de contaminação pelo novo coronavírus.

Os primeiros sinais começaram a aparecer no domingo, quando o presidente teve febre, baixa taxa de oxigenação no sangue, dores musculares e cansaço.

Na ocasião, Skaf esteve com Bolsonaro junto com vários outros empresários. Entre esses executivos estavam Luiz Carlos Trabuco (Bradesco), Rubens Ometto (Cosan), Rubens Menin (MRV), Eugênio Mattar (Localiza) e Francisco Gomes (Embraer).

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De acordo com informações da Fiesp, durante a viagem o grupo também esteve com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli.

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Política Nacional

Senado rejeita veto à regulamentação da profissão de historiador

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Os senadores rejeitaram, em sessão remota nesta quarta-feira (12), o veto do Poder Executivo (VET 10/2020) à regulamentação da profissão de historiador: 68 senadores votaram pela rejeição do veto, enquanto um foi votou pela sua manutenção. Conforme acordo entre lideranças do Congresso e representantes do governo, a derrubada do veto será confirmada na Câmara dos Deputados.

A regulamentação da profissão de historiador estava prevista no Projeto de Lei do Senado (PLS) 368/2009, que teve como autor o senador Paulo Paim (PT-RS). Essa matéria recebeu alterações na Câmara e foi devolvida ao Senado na forma de um texto alternativo (SCD 3/2015), que acabou sendo aprovado pelos senadores no início deste ano.

Ao recomendar o veto, o Ministério da Economia e a Advocacia-Geral da União argumentaram que o projeto, ao disciplinar a profissão de historiador com a imposição de requisitos e condicionantes, restringe “o livre exercício profissional” e fere o princípio constitucional que determina ser livre “a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença”.

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O projeto prevê o exercício da atividade de historiador a quem tem diploma de curso superior, mestrado ou doutorado em história, nacional ou estrangeiro com revalidação; a quem tem diploma de mestrado ou doutorado obtido em programa de pós-graduação reconhecido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) com linha de pesquisa dedicada à história; e a profissionais diplomados em outras áreas que comprovem ter exercido a profissão de historiador por mais de cinco anos.

Paulo Paim destacou que o historiador atua além da área acadêmica e oferece seus serviços a outros setores, como turismo e artes. A regulamentação, segundo o senador, é uma forma de valorizar e reconhecer esses profissionais. Zenaide Maia (Pros-RN), que elogiou o acordo para a derrubada do veto, defendeu o trabalho dos historiadores e disse que reconhecer a profissão é motivo de orgulho.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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