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Seu cão vai voltar a ficar sozinho em casa? Saiba como lidar com esse estresse

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Os cães são animais extremamente sociáveis, e adoram a companhia dos donos. Por isso ficar longe deles após o isolamento, período onde a maioria ficou mais tempo com os tutores, pode ser um verdadeiro desafio para os pets, que podem sentir medo e desconforto diante dessa nova situação.

O ideal é que o animal seja acostumado desde o isolamento a ficar um pouco longe dos tutores. Para isso, algumas medidas podem ser adotadas pelo dono do animal. Dessa forma, ele aprenderá que não é preciso ter medo de ficar sozinho.

Cachorro deitado na cama
Shuttersock

Cães podem se sentir mais estressados após o fim do isolamento sozinhos em casa

Junto com a médica veterinária e Gerente de Produtos da Ceva Saúde Animal, Priscila Brabec, trouxemos quatro dicas para você ajudar os cães a lidarem com a situação desde já. 

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1 –  Aposte nos brinquedos

Os brinquedos inteligentes são ótimos aliados para distrair os cães, especialmente quando eles estão sozinhos. Existem itens especiais que permitem deixar petiscos escondidos, o que garante também entretenimento para eles. Outra dica é separar alguns apenas para esse momento, dessa forma a novidade do brinquedo estimulará a distração do pet.

2 – Atenção especial aos filhotes

No período de isolamento muitas famílias ganharam um novo membro, os filhotes. Porém esses animais, que antes estavam na companhia do tutor por longos períodos, precisam entender que ficar parte do tempo sozinhos também faz parte da rotina. Como esses pets têm muita energia e costumam ser curiosos o ideal é deixá-los em uma área restrita da casa, onde tenham acesso ao banheiro, comida/água e brinquedos. 

3 – Saída tranquila, sem ansiedade  

O tutor deve evitar realizar passeios exagerados com o cão, pois esse comportamento poderá gerar ansiedade no animal com o tempo. O ato de sair de casa deve ser tratado como parte da rotina, assim o pet entenderá que aquela é uma situação normal. O ideal é tratar as saídas e o retorno para casa com o máximo de naturalidade possível, dessa forma o pet não ficará tão ansioso pelo retorno do tutor.

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4 – Considerar utilizar um análogo sintético do odor materno canino no ambiente.

Em todas os momentos desafiadores para os cães, o uso de um odor específico pode ajudar na adaptação e transmitir a sensação de conforto, segurança e bem estar para eles. Uma alternativa é o análogo sintético do odor materno canino que é vendido como difusor ou spray em petshops. Ele tem um cheiro que é detectado e reconhecido apenas pelo cão quando presente no ambiente e pode ajudar em sua adaptação.



Fonte: IG PET

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Cliente pede justiça após seu cão morrer em voo da Gol; entenda o que aconteceu

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Cão deitado vestindo tiara com orelhas de rena
Reprodução/ Instagram

Tom


Um relato triste envolvendo um pet num voo da Gol viralizou nas redes sociais esta semana. Trata-se de Tom, um cão muito amigável e carinhoso, que infelizmente foi vítima de uma fatalidade durante um voo pela GOL de Guarulhos até a cidade de Vitória, no Espírito Santo, em dezembro de 2019. 

Quem compartilhou a história nas redes foi Rachel Canuto, irmã de David Canuto, tutor de Tom. O cão, que vivia em São Paulo com o dono, passava as férias também com ele em Vitória, visitando o restante da família. Em sua viagem para passar o Natal de 2019 com todos eles, o animal foi colocado no porão do avião, por conta do seu grande porte. 

“Ao chegar em Vitória, meu irmão foi enrolado por QUASE UMA HORA pelos funcionários da Gol, que não traziam o Tom para ele e não diziam o porquê!”, escreveu Rachel em sua publicação no Twitter. “Após 40 minutos de espera aflitiva, uma funcionária informou que o Tomzinho, cachorro/amigo/filho do David, havia chegado já ‘sem sinais vitais'”.

A moça ainda escreveu sobre sua indignação com o despreparo da empresa em lidar com a situação e que, segundo ela, teriam instruído o irmão a colocar o corpo do animal no freezer da casa, ou enterrá-lo em um terreno. Tendo que se virar, a família levou o cão já em óbito a uma clínica, onde descobriram que Tom havia morrido de hipertermia, ou seja, de calor dentro do local onde foi posto. Rachel compartilhou o documento no seu relato.

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Agora, oito meses após a morte de Tom, a empresa se pronunciou e ofereceu duas passagens aéreas pelo ocorrido com o animal. Ao Canal do Pet , o tutor contou que a oferta da GOL e a forma como tentaram “precificar a vida” de um ser vivo foi uma falta de respeito e que ele quer justiça pelo ocorrido.

“Meu intuito é que eles mudem a forma como eles viajam como animais, como despacham eles, não é para demonizar a empresa, eu não quero acabar com a Gol, só quero que isso não aconteça mais. Quero que eles mostrem que vão trabalhar nisso e melhorar. Não é justo que isso aconteça com o bichinho de alguém. Vejo eles se preocupando em cuidar das pessoas, mas falharam com animais, que são parte da vida das pessoas também”, conta David.

O tutor também conta que o cão já havia viajado outras vezes e que não tinha tido problema. “Sempre me passaram muita segurança, sempre tratavam ele bem, o problema foi do embarque para frente”. David afirma que Tom era o seu maior companheiro em São Paulo, um verdadeiro membro da família. O moço também contou que teve que arcar com custos com o enterro, necrópole, além das passagens do animal terem sido mais caras que a dele.

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Nesse ano, o cão completaria 2 anos de vida. Tom, na verdade apelido de “Antônio Carlos”, fora adotado por David, que conta que o cão que o escolheu. “Chegando no local onde fui adotar, Tom, que era o mais tímido, veio direto me receber. O dono do canil disse que ele tinha me escolhido e no dia seguinte já fui buscá-lo”. 

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I’m sexy and I know it.

Uma publicação compartilhada por Antonio Carlos (Tom) ? (@tomtomthestaffy) em 5 de Abr, 2019 às 1:24 PDT

A família está completamente abalada com o ocorrido e também faz um apelo às redes com a hashtag ” justiçaparatom “. “Minha família tinha um carinho imenso por ele, minha mãe tratava ele como neto e minha irmã como sobrinho”, diz o tutor. O cão seguia David por toda parte que moldava sua vida para ter o animal sempre com ele: “Olho para as fotos e tudo ainda me deixa muito chocado”, afirma.

A reportagem entrou em contato com a assessoria da GOL, que preferiu não se pronunciar sobre o assunto porque o caso está em andamento em processo judicial.

Fonte: IG PET

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