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SETEMBRO AMARELO: YOGA AUXILIA NO COMBATE À DEPRESSÃO, ANSIEDADE E SÍNDROME DO PÂNICO

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Em algum momento da vida, todos nós apresentamos sentimentos de ansiedade. Do nervosismo moderado ao pânico absoluto, a ansiedade é uma resposta natural a momentos estressantes e que pode nos ajudar a reagir em situações de perigo. Mas para aqueles que sofrem com transtorno de ansiedade, os sentimentos de medo ou preocupação não são uma resposta racional às circunstâncias externas – eles são uma influência perturbadora e dominante.

E para dissipar um pouco o que está em excesso, o yoga vem ajudado as pessoas nesta condição. De acordo Priscilla Leite, professora de Yoga e criadora do Canal Pri Leite Yoga no Youtube, a prática do Yoga é uma ciência milenar que ajuda a criar uma conexão com o momento presente, silenciando medos e preocupações. “A atividade combina mindfulness e meditação com movimentos suaves capazes de estimular hormônios que agem diretamente no sistema nervoso, trabalhando para acalmar e aquietar a mente e relaxar o corpo”.

Priscilla criou uma aula exclusiva para quem sofre com a ansiedade e quer encontrar nas posturas do Yoga os benefícios, https://prileiteyoga.com.br/?s=yoga+para+ansiedade, também revela que a atividade ajuda a combater a depressão e os ataques de pânico. “Muitas pessoas têm a falsa impressão de que o Yoga é apenas alongamento e execução de posturas estranhas. No entanto, essas posturas podem, na verdade, colocar pressão sobre as diferentes glândulas e órgãos do corpo, ajudando-os a aumentar a produção de substâncias químicas que fazem com que o praticante se sinta melhor e até mais feliz”– afirma.

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E dessa forma, as tensões, o aperto no peito e os pensamentos negativos, frequentes em quem possui síndrome do pânico e ansiedade, podem ser reduzidos pela prática regular de Yoga, que também ajuda a liberar a tensão muscular acumulada e a rigidez do corpo. No geral, além do bem-estar físico, os praticantes adquirem uma sensação de calma e tranquilidade, sem efeitos colaterais.  “A postura da criança, é um ótimo exemplo de postura que qualquer pessoa pode experimentar e possui um grande efeito calmante, contribuindo também para normalizar a pressão arterial, uma vez que coloca cabeça e coração no mesmo plano” – resume.

Mas apesar do Yoga ser uma atividade completa e benéfica para a saúde física e mental é preciso lembrar que a atividade deve complementar o tratamento médico. “ A prática do Yoga traz muitos benefícios a quem o pratica, promovendo um novo senso de propósito no aluno, maior disciplina e bem-estar, no entanto, em casos de depressão severa e outras síndromes, procurar ajuda médica antes de qualquer coisa é o melhor a se fazer ”– alerta a professora.

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Pri Leite finaliza dizendo que o Yoga vai muito além das posturas, que deve ser encarado como um convite para mergulhar fundo dentro de si, focar em ser e em viver por completo, inteiro, conquistando uma vida mais consciente. Afinal, essa arte milenar conta com um arsenal de técnicas e conhecimentos para elevar o nosso estado de espírito. Então, a dica para quem quer começar é: experimente aulas e estilos diversos para saber o que toca o seu coração e as suas necessidades do momento.

E se você se interessou, que tal uma aula relaxante sobre como aprender a respirar conscientemente? É através dela que mantemos nosso sistema nervoso saudável, evitando sentimentos de estresse e ansiedade. Neste vídeo a Yogini ensina como fazer: https://prileiteyoga.com.br/yoga-para-respiracao-pri-leite/

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Caminhos da Reportagem mostra formas adaptadas de solidariedade

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As formas de exercer a solidariedade precisaram passar por adaptações durante a pandemia do Coronavírus. Vários projetos sociais espalhados pelo Brasil têm conseguido se reinventar e, por meio da internet, conseguem chegar aos destinatários levando o que cada um mais precisa naquele momento: alimentos, roupas, alegria e atendimento médico.

O projeto Saúde e Alegria nos Sertões (SAS) é um deles. A iniciativa existe desde 2013, em parceria com o evento anual Rally dos Sertões. Mesmo com a pandemia, o projeto não parou. Profissionais de saúde de diversas áreas de atuação mudaram as formas de atendimento: ao invés de consultas presenciais, eles oferecem a modalidade online – também chamada de teleatendimento – à população de baixa renda. Moradores de mais de 120 cidades do país já foram atendidos. “No contexto da pandemia é muito relevante porque a gente evita a exposição a um ambiente amplamente contaminado. Então, a gente viabiliza esse acesso de casa, com resolutividade. A telemedicina não vai resolver todos os problemas, pois o exame físico ainda é essencial, mas ela resolve grande parte das demandas”, explica Sabine Bolonhini, diretora da SAS Brasil.

Joyce Fernandes, moradora do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, ficou satisfeita com atendimento recebido: “Já tô recomendando pra todo mundo, vizinho, parente”, conta.

Outra iniciativa solidária vem do Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais. Para melhorar a renda das bordadeiras e lavradoras que vivem na comunidade Curtume, em Jenipapo de Minas, foi criado um projeto baseado na tradição regional de “jogar versos”. As mulheres de lá vendem versos personalizados, de acordo com as encomendas. Tudo é feito pela internet, no site do projeto Versinhos de Bem-querer e os recursos arrecadados são destinados a oito comunidades.

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A lavradora Marli Costa aprendeu a jogar versos com o pai. Agora, suas composições estão ajudando a melhorar a renda da família. “As pessoas escrevem o que elas querem e a gente canta. Se é uma pessoa mais jovem, se ela é mais criança ou mais idosa. Para cada tipo de pessoa tem uma tonalidade diferente e uma forma de cantar”, explica. A designer Luísa Luz ganhou um versinho e gostou tanto que encomendou outro para presentear a irmã. “Eu queria que ela sentisse o que eu senti quando recebi, sabe? E eu acho que deu certo”, afirma.

O 3º projeto apresentado nesta edição do programa surgiu para facilitar a comunicação entre instituições que precisam de doação e pessoas que desejam doar. Professores do curso de Engenharia de Software da Universidade de Brasília (UnB), em parceria com ex-alunos, uma empresa e também com o apoio de instituições desenvolveram o aplicativo Doarti. Por meio dele, os interessados podem visualizar as necessidades de uma instituição e selecioná-la de acordo com o que quer doar. “A ideia básica surgiu de uma necessidade minha de não ficar parado no meio dessa pandemia, desse caos social que a gente tá vivendo”, explica o professor George Corrêa. Por meio desse aplicativo, tablets doados estão proporcionando visitas virtuais de familiares a pessoas que estão internadas por causa do Coronavírus.

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Por fim, outro projeto é o “Me pede que eu canto”. A iniciativa, que oferece músicas para idosos, começou no Rio de Janeiro (RJ) e já tem a participação de cantores de vários estados. Em contato com asilos, representantes do projeto selecionam a música favorita de cada idoso e um cantor grava o vídeo para presentear o ouvinte. “O projeto Me pede que eu canto me emociona, me arrepia, dá sentido à minha missão de cantar, de levar beleza. E, neste período de pandemia, onde tantos artistas como eu estão com medo, ansiosos para saber como será o dia de amanhã, receber os pedidos e cantar tem sido um acalanto para mim”, afirma a cantora Lílian.

Para os idosos, ouvir a música favorita tem sido um presente. “É maravilhosa. Por isso, eu vou levar essa música para o resto da minha vida”, conta a aposentada Zuila da Silva. Segundo o idealizador do projeto Me pede que eu canto, “a conexão humana não tem fronteira. O mundo, hoje em dia, é conectado e a gente tem que só tomar proveito disso. Descobrir como isso funciona e levar amor e esse cuidado com as pessoas.

O programa Caminhos da Reportagem vai ao ar hoje (20), às 20h na TV Brasil, e pode ser assistido também pelo YouTube.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Fonte: EBC Geral

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