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Sesi paulista demite mais 250 professores de esportes

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A assessoria de impresa do Sesi de São Paulo confirmou à Agência Brasil que a entidade demitiu metade do quadro de professores de esporte. O total de profissionais desligados em 53 cidades paulistas foi de 250.

Em nota, o Sesi-SP explicou a decisão à Agência Brasil e disse que “a crise do coronavírus tem castigado todos os setores da economia. O Sesi-SP tem feito todos os esforços para preservar seu quadro funcional. Entretanto, é impossível ignorar a queda de arrecadação causada pela desaceleração da economia, a redução compulsória de 50% da receita nesses meses e o nível de inadimplência, que é imprevisível. Além disso, estamos impossibilitados de manter funcionando as áreas esportivas e culturais. É um momento difícil para todos e até lá o Sesi-SP trabalhará com afinco para que o impacto seja o menor possível”.

Segundo a assessoria de imprensa da entidade,  os desligamentos foram em sua maioria de funcionários das academias e das aulas de ginástica e não só professores do esporte/modalidades. A assessoria também garantiu, mesmo sem informar o valor da bolsa, que cerca de 740 atletas das categorias de base/formação (idade limite de 21 anos) seguem recebendo uma ajuda de custo.

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É importante destacar, que no departamento de esportes, o Sesi-SP fez os primeiros ajustes financeiros logo no início da pandemia da covid-19.  Após a decisão do encerramento antecipado da Superliga de Vôlei masculino 2019/2020, nenhum contrato da tradicional equipe paulista foi renovado, inclusive o técnico Rubinho. O único que permanece no clube é o atual líbero Murilo. O medalhista olímpico e campeão mundial pela seleção brasileira aceitou um contrato com uma remuneração reduzida até a volta das competições. 
Ainda segundo a assessoria, outras equipes de destaque como a de basquete masculino, sediada em Franca, e a de vôlei feminino, que atua em Bauru, não tem definição sobre cortes e terão os casos tratados individualmente por terem parcerias locais.

As fortes equipes de modalidades individuais de alto rendimento mantidas pelo Sesi não foram afetadas até o momento.  A entidade mantém fortes equipes de karatê, Wrestling, natação, judô, entre outras. O departamento paralímpico, que tem destaques com a equipe de goalball e de vôlei sentado, também segue sem alterações até o momento.

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Edição: Narjara Carvalho

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Botafogo e Fluminense querem impugnação do arbitral da Ferj

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A bola segue dividida entre os grandes clubes cariocas. Seguindo diversos protocolos de segurança para evitar o novo coronavírus (covid-19), Vasco e Flamengo defendem a volta do futebol. Do outro lado, Botafogo e Fluminense se mantêm contrários e pedem agora o cancelamento do arbitral da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj), que tinha o aval da Prefeitura do Rio de Janeiro para voltar aos treinos na próxima terça (26) e prevê o reinício do campeonato estadual em 14 de junho.

Em coletiva nesta segunda (25), o prefeito do Rio, Marcello Crivella explicou que o retorno da competição vai depender da curva de casos da doença no próximo mês: “Nós propusemos jogos em julho sem torcida, mas os clubes pediram para verificar a curva em meados de junho. Se será na segunda quinzena de junho a volta do Carioca, ainda não podemos prometer”.

Alvinegros e tricolores não estiveram presentes na reunião da Ferj com a Prefeitura e agora pedem o cancelamento das decisões tomadas pelo Arbitral. O documento, assinado pelos presidentes Nelson Mufarrej e Mário Bittencourt (Botafogo e Fluminense), traz 30 itens e considera precoce o retorno do futebol, indicando como desnecessário colocar em risco a saúde de atletas, funcionários e familiares deles neste momento.

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Uma saída apontada pelo arbitral seria realizar jogos em locais menos afetados pela pandemia. Segundo o boletim divulgado na noite desta segunda pela Secretaria Estadual de Saúde, o Rio tem 39.298 casos e covid-19 e 4105 óbitos. Deste número, 22.466 casos se concentram na capital, que registra 2.831 mortes.

Edição: Fábio Lisboa

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