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Senadores lamentam a morte do jornalista Gilberto Dimenstein

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Senadores lamentaram nesta sexta-feira (29) a morte do jornalista Gilberto Dimenstein. Ele lutava contra um câncer no pâncreas desde 2019 e morreu pela manhã, aos 63 anos, enquanto dormia.

Fundador do site Catraca Livre e da organização Cidade Escola Aprendiz, Dimenstein é conhecido pelas reportagens ligadas a temas sociais e direitos humanos. Sua obra foi reconhecida pelo Prêmio Esso de Jornalismo e pelo Prêmio Jabuti de melhor livro de não ficção, com Cidadão de Papel.

Pelo Twitter, o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) lembrou o legado deixado pelo jornalista. “Gilberto Dimenstein foi um importante jornalista político, que dedicou sua vida à defesa dos direitos civis e humanos. Na sua jornada, incluindo a Cidade Escola Aprendiz e atualmente o Catraca Livre, inspirou uma geração de profissionais pelo seu compromisso com a sociedade.”

Também pelas redes sociais, a senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP) definiu Dimenstein como um amigo com quem teve a honra de compartilhar projetos e ideais.  “Dimenstein praticava um jornalismo vivo, inspirador, que empoderava as pessoas a exercer cidadania”, disse.

Dimenstein foi um dos criadores da Andi — Comunicação e Direitos, uma organização não governamental que usa a mídia em favor de ações sociais, especialmente voltadas à promoção dos direitos das crianças e adolescentes. Trabalhou como colunista no jornal Folha de S. Paulo e como comentarista da rádio CBN. Mais recentemente passou a se dedicar ao site Catraca Livre, com a proposta de usar a comunicação para dar poder aos cidadãos.

Determinação

Na sua conta no Twitter, o site Catraca Livre ressaltou que a missão de Dimenstein continuará guiando a página. “A luta contra o câncer levou o fundador da Catraca Livre, mas sua determinação em construir uma comunidade mais igualitária, saudável e gentil, continua nesta página.”

Para a senadora Simone Tebet (MDB-MS), o Brasil perdeu não só um grande jornalista, mas uma voz de esperança. “Gilberto Dimenstein tornou-se mensageiro de boas iniciativas sociais e comunitárias com o site premiado Catraca Livre. Fará falta, especialmente neste momento em que precisamos de vozes que tragam esperança”, lamentou.

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O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) disse esperar que o legado de Dimenstein inspire outras pessoas. “Fará enorme falta ao jornalismo e muito à nossa democracia. Que seu legado inspire muitos outros a serem pelo menos uma parte do que ele foi.” 

Veja o que disseram os senadores pelas redes sociais

Randolfe Rodrigues (Rede-AP): “Perdemos Gilberto Dimenstein. Fará enorme falta ao jornalismo e muito à nossa democracia. Que seu legado inspire muitos outros a serem pelo menos uma parte do que ele foi. Descanse em paz, Gilberto! Todo nosso sentimento à família e aos amigos.”

Angelo Coronel (PSD-BA): “Perde o Brasil com a ida precoce de um dos ícones do jornalismo brasileiro. Descanse em paz, GD.”

Fabiano Contarato (Rede-ES): “Dimenstein nos deixa! Assim, hoje é um dia extremamente triste para o jornalismo brasileiro! Que a ética e a inteligência que sempre pautaram a sua carreira continuem a iluminar corações e mentes das novas gerações de jornalistas. O seu legado é imprescindível! Deus o receba.”

Flávio Arns (Rede-PR): “Lamentamos a morte do jornalista e escritor Gilberto Dimenstein. Com notável experiência na imprensa brasileira, ele deixa um legado de conhecimento e aprendizado. Nossa solidariedade à família e amigos.”

Ciro Nogueira (PP-PI): “Acabo de receber a notícia do falecimento do jornalista Gilberto Dimenstein. Profissional exemplar que deixa uma lacuna significativa no jornalismo do país. Meus sentimentos a familiares, amigos e à imprensa brasileira.”

Eliziane Gama (Cidadania-MA): “O Brasil perdeu hoje um grande jornalista, Gilberto Dimenstein. De formação humanista, fortes convicções, dedicou boa parte da sua vida à defesa do meio ambiente, educação e das crianças. Enviamos um abraço de conforto aos familiares e amigos.”

Mara Gabrilli (PSDB-SP): “Triste pela morte do Gilberto Dimenstein, um amigo com quem tive a honra de compartilhar projetos e ideais. Dimenstein praticava um jornalismo vivo, inspirador, que empoderava as pessoas a exercer cidadania. Que sua família sinta meu carinho e respeito nesse momento.”

Simone Tebet (MDB-MS): “Brasil perde mais um grande jornalista. Gilberto Dimenstein tornou-se mensageiro de boas iniciativas sociais e comunitárias com o site premiado Catraca Livre. Fará falta, especialmente neste momento em que precisamos de vozes que tragam esperança. Deixo meu pesar à família e amigos.”

Vanderlan Cardoso (PSD-GO): “Meus sentimentos pela morte do jornalista Gilberto Dimenstein. Sem dúvida é uma grande perda para a comunicação.”

Jaques Wagner (PT-BA): “Minha solidariedade aos familiares e amigos do jornalista e escritor Gilberto Diemenstein, que faleceu precocemente. Foi um profissional reconhecido e bastante influente, sempre com opiniões fortes. Fará falta.”

Alvaro Dias (Podemos-PR): “Dimenstein, jornalista e escritor, morre em SP aos 63 anos. Ganhador de prêmios literários e fundador do site Catraca Livre, ele lutava contra um câncer desde 2019 e faleceu na manhã desta sexta (29). Entrevistou-me em 2018 e foi competente como sempre. Preparado e bem informado.”

Rogério Carvalho (PT-SE): “A bancada do PT no Senado lamenta profundamente a morte de um dos expoentes do jornalismo brasileiro, Gilberto Dimenstein, ocorrida nesta sexta-feira (29).”

Alessandro Vieira (Cidadania-SE): “Gilberto Dimenstein foi um importante jornalista político, que dedicou sua vida à defesa dos direitos civis e humanos. Na sua jornada, incluindo a Cidade Escola Aprendiz e o atualmente o Catraca Livre, inspirou uma geração de profissionais pelo seu compromisso com a sociedade.”

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Política Nacional

Davi repudia artigo em que jornalista deseja morte de Bolsonaro

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Nesta quarta-feira (8), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, divulgou nota oficial em que estima melhoras para o presidente da República, Jair Bolsonaro, que está com covid-19. No documento, Davi também repudia artigo publicado na imprensa sobre a torcida para a morte de Bolsonaro. Veja a íntegra do documento: 

O presidente Jair Bolsonaro confirmou, nesta terça-feira (7), que testou positivo
para covid-19. Em nome do Parlamento, estimo que sua saúde esteja logo e
prontamente restabelecida.
Ao mesmo tempo, registro minha indignação, como homem público e cidadão, com
o lamentável artigo publicado no jornal Folha de São Paulo, assinado pelo jornalista
Hélio Schwartsman, intitulado: “Por que torço para que Bolsonaro morra”.
Sou judeu e carrego comigo a dor da intolerância religiosa e sempre busco me
posicionar de maneira firme no combate a toda e qualquer discriminação e,
principalmente, contra atitudes raivosas, cheias de ódio e desprovidas de
humanidade. O respeito à vida deve vir acima de qualquer questão, seja ela política,
ideológica ou de qualquer ordem.
O Brasil já perdeu vidas demais, já sofremos demais e essas perdas são irreparáveis.
Logo, em um momento de tamanho sofrimento, precisamos mais do que nunca
combater o ódio e direcionar nossos pensamentos e ações para o que temos de
melhor como brasileiros que somos: a empatia e a solidariedade.
Ainda que haja discordâncias, faculdade admissível nos regimes democráticos,
precisamos caminhar de mãos dadas com o respeito às instituições e às autoridades
constituídas. Não há “consequencialismo” que deseje a morte de alguém como saída
política para uma pandemia sanitária.
O único extermínio que se quer, e pelo qual devemos torcer, é o do vírus. Somente o
fim do coronavírus pode impedir que o Brasil chore tantas perdas e a tragédia de
tantas mortes.
Davi Alcolumbre
Presidente do Congresso Nacional

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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