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Segurança e três municípios da RMC firmam cooperação técnica

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O Termo de Cooperação Técnica para compartilhamento de informações de segurança pública foi firmado com mais três municípios da Região Metropolitana de Curitiba nesta quinta-feira (06).  Mandirituba, Colombo e Quatro Barras agora poderão ter acesso a informações estaduais de segurança, e irão fornecer dados internos e imagens das câmeras de segurança ao Estado.

Com a iniciativa será possível que as forças de segurança tenham acesso ao sistema das guardas municipais e a informações sigilosas do órgão, possibilitando maior celeridade aos processos que necessitem de compartilhamento de dados.

O termo permite ainda que o município acesse o Business Inteligence (BI), que contém informações utilizadas pela Secretaria para elaboração de ações. A assinatura do documento também viabiliza que as guardas municipais verifiquem informações do Boletim de Ocorrências Unificado (BOU).

O secretário estadual da Segurança Pública, Romulo Marinho Soares, afirma que a assinatura faz parte de planejamento estratégico e já beneficiou diversos municípios do Estado. “Com isso poderemos dar prosseguimento às assinaturas dos Termos para compartilhamento de dados, que favorecem tanto a Secretaria da Segurança, quanto as Prefeituras. É um momento importante de integração com os municípios paranaenses”, disse.

PARCERIA – O acordo também já foi firmado com São José dos Pinhais, Campina Grande do Sul, Pinhais, Campo Largo, Araucária, Sarandi, Arapongas, Londrina e Paranaguá.

Por parte das prefeituras deverão fornecer para a Secretaria da Segurança informações gerais, como a base cartográfica do local e imagens das câmeras de segurança, além de outros dados que auxiliem as forças policiais a elaborar ações.

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MANDIRITUBA – Para o prefeito de Mandirituba, Luiz Antonio Biscaia, a parceria trará maior tranquilidade aos moradores. “Poderemos sair na rua sabendo que a cidade está bem cuidada e bem vigiada. Monitoramento hoje é essencial para qualquer município. Essa integração vai fortalecer muito mais a nossa central de segurança, que já tem as três forças juntas, e quem ganha é o povo, o município e a segurança”, ressaltou.

A secretária de Defesa Social de Mandirituba, Fransueile Aritusa Claudino, salientou que a parceria entre órgãos é antiga e rende bons resultados. “Já estamos trabalhando integrados desde 2017. Possuímos uma central integrada com a Polícia Militar e a Polícia Civil, e a assinatura do Termo só vem a reforçar essa troca de informações”.

COLOMBO – A prefeita de Colombo, Beti Pavin, afirmou que a medida reforça a segurança na região. Segundo ela, sta parceria é essencial, principalmente para os municípios limítrofes da cidade de Curitiba, onde há mais problemas. “O que nós temos de informação, passamos para a Secretaria da Segurança e vice-e-versa. Com estas medidas de segurança, que estão sendo implementadas, é a população de Colombo quem ganha”.

A partir de agora, o boletim de ocorrência feito pela Guarda Municipal poderá ser integrado com o sistema estadual. “Isso vai melhorar e agilizar o nosso trabalho. O que fazíamos em três horas, agora levará apenas uma hora, porque vamos elaborar o boletim de ocorrência direto e, como é integrado, já vai para o delegado. Quem ganha com isso é a população”, disse o superintendente municipal de Segurança e Trânsito de Colombo, Jonatas Rodrigues.

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QUATRO BARRAS – O prefeito de Quatro Barras, Angelo Andreatta, informou que a integração é fundamental para levar ao cidadão paranaense maior condição de segurança pública. “Com todo esse trabalho, certamente em pouco espaço de tempo vamos estar colhendo os bons resultados. Isso marca uma integração entre as forças de segurança de nosso Estado.

“É um grande avanço de tecnologia, informação e inteligência entre o Estado do Paraná e o município de Quatro Barras. Só temos a agradecer pelo esforço em integrar as Guardas Municipais com as outras forças de Segurança Pública”, afirmou o secretário de Ordem Pública de Quatro Barras, Jeferson Messias dos Santos.

PRESENÇAS – Estiveram presentes a chefe de Gabinete da Sesp, delegada Luciana de Novaes; o assessor civil da Pasta, delegado Vinícius de Carvalho; o diretor do Departamento de Inteligência do Paraná, delegado Sivanei de Almeida Gomes; e o coordenador do setor de Engenharia da Secretaria da Segurança Pública, major Ivan Ricardo Fernandes.
O subcomandante da Guarda Municipal de Mandirituba, Flávio Henrique Gelenski; o guarda municipal de Colombo, Luiz Brisola; o comandante da Guarda Municipal de Quatro Barras, Alex Grey, também estiveram presentes.

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Mais 187 famílias recebem documentos para regularização fundiária

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O Instituto Água e Terra (IAT) entregou nesta sexta-feira (25) os documentos para regularização fundiária para 187 famílias de pequenos agricultores do município de Cândido de Abreu, na Região Central do Estado. O IAT é um órgão vinculado à Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo.

Foram entregues para a prefeitura do município os mapas e memoriais descritivos. Os documentos são fundamentais para o processo de regularização fundiária. “Essa etapa demonstra que os vizinhos se conversaram e chegaram a um acordo de divisão de terras. O mapa diz exatamente qual é o limite da propriedade”, afirmou o secretário do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Márcio Nunes.

“A partir desse momento, qualquer investimento será na sua própria casa”, disse Nunes à comunidade do Distrito Rio do Tigre, onde 111 famílias foram beneficiadas.

Além do Rio do Tigre, foram alcançadas pela ação famílias das comunidades Alto do Rio do Baile, Areião, Arrudas, Bairro dos Limas, Barra da Vergonha, Barreirinho, Boa Vista, Capinzal, Criciumal, Estrada da Serra da Mesa, Faxinal de Catanduvas, Faxinal Santo Antonio, Funil, Ilha das Flores, Imbuia, Ivaizinho, Lajeado II, Linha Ivai, Linha São Pedro, Marumbi, Palmital II, Palmital III, Pedra Vermelha, Rio do Baile, Sabugueiro I, Sabugueiro II, Saltinho, Serra da Mesa, Sítio São João, Três Bicos, Ubazinho, Ubazinho I, Ubazinho II, Xaxim.

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DOCUMENTAÇÃO – Os mapas e memoriais descritivos são parte do processo de regularização fundiária. O IAT atende agricultores familiares, de baixa renda, com o cadastro, levantamento de informações sobre o lote e georreferenciamento da área. A prefeitura de Cândido de Abreu informou que vai trabalhar para conseguir o registro das propriedades e finalizar a posse por usucapião.

ÚNICO – O Paraná é o único estado com um programa que atua para facilitar a disponibilização de mapas e memoriais descritivos e apoiar as famílias no processo que adquiriram terras particulares e ainda não possuem o registro da propriedade. “É um projeto para atender a população que mais precisa do governo. Produzir mapas e memoriais descritivos é a parte mais cara da regularização fundiária”, destacou o diretor de Gestão Territorial do IAT, Mozarte de Quadros.

Desde janeiro de 2019, já foram entregues mais de 6 mil documentos técnicos e a meta é, até o final de 2022, entregar mais de 15 mil mapas e memoriais descritivos no Paraná.

CONQUISTA – Após a conclusão do processo de regularização fundiária, os pequenos produtores rurais podem buscar créditos para investir mais em suas terras, além de ter os imóveis valorizados.

Neide de Fátima dos Santos, 53, nasceu na comunidade Rio dos Tigres, mudou-se para outras cidades quando se casou e retornou há mais de 15 anos. Ela conta que sentia falta de documento que comprovasse a compra de suas terras onde planta verdura, mandioca e batata e cria galinhas. “Moramos em quatro pessoas e isso era um sonho que agora vai ser realizado. Não tinha nada que comprovasse que as terras eram nossas”, afirmou.

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Manoel Gonçalves, 83, mora com a esposa na comunidade Rio dos Tigres há 12 anos e conta que esperava por esse documento para se sentir dono das suas terras. “Eu morava aqui, mudei para São Paulo e retornei porque não me acostumei. Planto milho,  feijão, café e mandioca”, contou

Para Devanilda Fernandes de Moraes, 63, que mora há 25 anos na comunidade, é um alívio saber que é dona das terras onde hoje planta mandioca, milho e verdura. “Esperava muito por isso. Agora, ter esse documento é a graça de Deus. Agora essa terra é minha”, destacou.

Isabel Schavarski, 43, mora há sete anos na comunidade Rio dos Tigres e conta que há quatro anos luta para iniciar o processo de regularização fundiária. “Agora a propriedade é minha. Nunca tive uma propriedade e depois o lote vai ficar para meus filhos”, disse.

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