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Salgueiro e Santa Cruz começam a decidir Pernambucano

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Santa Cruz e Salgueiro começam a decidir o Campeonato Pernambucano, neste domingo (2). A decisão contará com dois jogos, e o primeiro acontecerá às 16h no Estádio Cornélio de Barros, o Salgueirão, que fica a 500 km de Recife. Já o jogo da volta será na próxima quarta (5) na Arena Pernambuco.

O Carcará do Sertão chega a sua terceira final em seis anos e busca um título ainda inédito, e que nunca foi para as mãos de um clube do interior em 106 anos de competição. Fora do chamado trio de ferro (Santa Cruz, Sport e Naútico), o último a ganhar o Estadual foi o America-PE, em 1944, clube que também é da capital.

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Nas semifinais deste ano, o Salgueiro superou o Afogados por 3 a 0. Na primeira fase, somou cinco vitórias, três derrotas e um empate.

Já o Santa Cruz vem atrás do 30º campeonato estadual, venceu pela última vez em 2016. A equipe Cobra Coral, que está invicta na competição, tenta repetir um feito de 1932. Até agora a equipe do técnico Itamar Schulle soma oito vitórias e dois empates. Nas semifinais, no Clássico das Emoções com o Náutico, venceu por 7 a 6 nos pênaltis, com brilho do goleiro Maycon, de 21 anos, que defendeu duas cobranças, após empate em 0 a 0 no tempo normal.

Edição: Fábio Lisboa

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Esportes

Natação: dupla brasileira atravessa o Canal da Mancha

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Na última quinta-feira (30), a dupla brasileira formada por Mariana Chevalier e Marcio Junqueira completou a travessia do Canal da Mancha. Os dois finalizaram a prova com pouco mais de dez minutos de diferença. A nadadora do Clube Curitibano, de 16 anos, completou o trajeto em 11h55min e se tornou a mais jovem brasileira a finalizar a prova: “Minha ideia era fazer a travessia só em 2022. Mas consegui essa vaga depois de uma desistência. Então, acabou juntando essa oportunidade com a minha boa preparação e, graças a Deus, deu tudo certo”, disse a atleta à Agência Brasil.

O recorde anterior era de Kay France que tinha 17 anos na travessia realizada em 1979. Para concluir a prova, que normalmente tem um trajeto de aproximadamente 35 quilômetros, entre o sul da Inglaterra e o norte da França, a nadadora curitibana treinou durante mais de seis meses.

“Posso dizer que as primeiras 10 horas foram relativamente tranquilas. Estava bem-adaptada à água gelada. Acabei encontrando muitas águas-vivas. Sofri várias queimaduras. Mas já sabia que isso poderia ocorrer. A parte mais difícil foi o final, as últimas duas horas. Pequei uma correnteza na chegada à França. Faltavam cerca de quatro quilômetros e acabei ficando presa, sem conseguir sair do lugar”. A temperatura da água, no dia, estava entre 14 e 18 graus.

 
 
 

 
 
 
 
 

 
 

 
 
 

✅ Concluída a travessia do canal da mancha ???????x?? do atleta capixaba Márcio Junqueira em 11h e 44min, total de 47km nadados, Velocidade média de 4km/h ✅Amanhã postaremos mais detalhes. Agora é descansar, pois hoje descobri, porque essa travessia é considerado o Everest da natação ✅Garanta sua camisa do projeto, ??contato através do WhatsApp do atleta (27) 988883395 Coach @coachrenatoribeiro Videomaker @daniel.righetti Staff @raquel_junqueira_ Agradecimentos aos patrocinadores: @vibepositivasports @nutri.gabigarbin @equipenavegantes @clubaest @thermovit @dikmaqbrasil @coachrenatoribeiro @studiofernandopadilha @farmaciaalquimiaoficial @saambiental @espiralengenharia @uvlineoficial @vivacatamaran @professorasaramarques @fisiobiodinamica @sitiodaressaca.meninadosolhos @coachkeiladearruda @fabriciobuzatto #rumoaocanaldamancha #natacaoemaguasabertas #esportecapixaba #brasilnocanaldamancha #natacao #qualidadedevida

Uma publicação compartilhada por Marcio nadador (@marciosjunqueira) em 30 de Jul, 2020 às 3:17 PDT

Já o capixaba Marcio Junqueira completou a prova em 11h44min, e se tornou o primeiro nadador do estado a finalizar a prova que é considerada o Everest das maratonas aquáticas.

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“Prova muito difícil. Passei também pelo cardume de águas-vivas. Foram muitas queimaduras. O plano de hidratação foi perfeito com a nutricionista. Dobrarmos o carboidrato foi essencial. Na França, a correnteza estava muito forte. A conversa com o técnico e o barqueiro foi determinante para evitarmos nadar uma distância maior”, disse o atleta, de 48 anos, à Agência Brasil.

Edição: Fábio Lisboa

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