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Recém-nascida morre com marcas de estupro e polícia investiga

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Recém-nascida morre com marcas de estupro e polícia investiga

 

 

No dia da internação os médicos já desconfiaram de abuso sexual, pois o bebê possuía lesões na região anal e também na vagina. Um laudo divulgado na sequência confirmou a suspeita, porém, agora a polícia investiga quem seria o autor do crime.

Vitória estava sob os cuidados do pai, Joel Cabral, após sua mãe, Joana D´árc Rocha da Silva, de 20 anos, morrer dias após dar à luz por complicações no parto. Com a guarda da criança, o homem ficou responsável e cuidava da menina em casa, onde morava com a mãe, o padrasto e três irmãos, todos adultos.

Aproximadamente duas semanas após a morte de Joana, a família da vítima acionou o Conselho Tutelar alegando falta de higiene e más condições para a criação do bebê. Segundo parentes, os familiares paternos alimentavam Vitória apenas com farinha e água. Entretanto, após a visita de uma conselheira, não foi relatado condições irregulares. 

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ESTUPRO

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Poucos dias após a resposta do Conselho Tutelar, a família materna da recém-nascida recebeu a trágica notícia. De acordo com os parentes paternos, Vitória começou a passar mal e teve que ser levada ao hospital. Mas, não resistiu e acabou morrendo.

Em um laudo divulgado, foi comprovada a suspeita de abuso sexual. De acordo com o documento, Vitória continha lesões na região anal, causadas a menos de dez dias, podendo ser pela manipulação digital, pênis, ou outro objeto. Na área da vagina, a bebê apresentava dermatite, que aponta para a falta de cuidado com a higiene da recém-nascida.

Com as investigações para descobrir o autor dos crimes, a PC chegou a prender o pai da criança. Entretanto, Joel Cabral foi liberado em sequência por falta de provas. 

A polícia ouvirá todos os moradores da residência onde Vitória morava, além de pessoas próximas a família. O Ministério Público de Tutóia também está acompanhando o caso. A família da mão do bebê cobra agilidade.

 

Fonte: Goionews

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TRF3 nega habeas corpus a Joesley e Wesley Batista

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TRF3 nega habeas corpus a Joesley e Wesley Batista

 

O Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), em São Paulo, negou hoje (15) os pedidos de habeas corpus impetrados pelos advogados de defesa de Wesley Batista e Joesley Batista, do grupo J&F. O pedido de habeas corpus se refere à investigação dos irmãos no processo que apura se eles teriam usado informações privilegiadas para lucrar no mercado financeiro.

Hoje à tarde, a partir das 16h, ocorre a audiência de custódia de Joesley Batista, na Justiça Federal. O executivo, que estava preso na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, chegou a São Paulo no fim da manhã de hoje.

A transferência foi feita por ordem do juiz João Batista Gonçalves, da 6ª Vara Federal de São Paulo, referente à Operação Tendão de Aquiles, que investiga a venda de ações de emissão da JBS S/A na Bolsa de Valores e à compra de contratos futuros e a termo de dólar no mercado financeiro. As transações foram feitas em abril e maio, antes da divulgação dos áudios de conversas de Joesley Batista com o presidente Michel Temer e o senador Aécio Neves, que levaram a denúncias contra ambos.

Em nota, os advogados de Joesley e Wesley Batista disseram que vão recorrer da decisão no Superior Tribunal de Justiça (STJ) ainda hoje. “A própria decisão reconhece a ausência de fato novo apto a justificar a prisão. A inexistência de qualquer outro preso preventivo no Brasil pela acusação de insider trading revela uma excepcionalidade no mínimo curiosa”, argumenta a defesa.

 

Fonte: Congresso em Foco

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