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“Querem criminalizar homens”, diz deputado que atacou campanha contra assédio

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Jessé Lopes, do PSL, segue atacando o movimento feminista arrow-options
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Jessé Lopes, do PSL, segue atacando o movimento feminista


O deputado estadual de Santa Catarina, Jessé Lopes (PSL) , atacou novamente o movimento feminista. Após dizer que a campanha “Não é Não”, realizada para combater o assédio no carnaval, pretende tirar “o direito da mulher de ser assediada”, ele afirmou, em entrevista ao jornal o Estado de S.Paulo, que existe uma mobilização para “criminalizar os homens”.

“As mulheres são tão vítimas quanto negros, brancos, pobres, ricos, gays e héteros. Medidas preventivas também podem ser tomadas, como por exemplo ir a lugares seguros e acompanhadas, disse o deputado ao comentar sobre medidas de combater o assédio.

Na visão de Jessé Lopes , hoje as mulheres têm mais direitos do que os homens por causa de leis como a Maria da Penha e a do feminícidio, linha de pensamento que ele já tinha externado pelas redes sociais no dia 11 de janeiro.  

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“Após as mulheres já terem conquistado todos os direitos necessários, inclusive tendo até, muitas vezes, mais direitos que os homens, hoje as pautas feministas visam em seus atos mais extremistas tirar direito. Como por exemplo, essa em questão, o direito da mulher poder ser ‘assediada’ (ser paquerada, procurada, elogiada)”, escreveu o político  na ocasião.

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Jessé Lopes

Em seu primeiro mandato como deputado estadual, Jessé propôs três projetos de lei: obrigatoriedade de exame toxicológico em candidatos ao ingresso nas universidades públicas estaduais; a regulamentação do uso de equipamentos de proteção individual e instrumentos de menor potencial ofensivo pelo agente de segurança socioeducativo; e autorização ao Poder Executivo de Santa Catarina para alienar, por venda, imóveis no município de Florianópolis.

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Política Nacional

STJ manda Justiça do Rio analisar pedido de liberdade de ex-deputada

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Agência Brasil

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Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados

Em nota divulgada após a deflagração da operação, Cristiane Brasil disse que é vítima de perseguição política


O ministro Joel Ilan Paciornik, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), determinou, nesta sexta-feira (18), que a Justiça do Rio de Janeiro examine, em 24 horas, o pedido de liberdade da ex-deputada federal Cristiane Brasil .


Ela está presa desde a semana passada em função de investigações sobre um suposto esquema de desvio de recursos públicos em contratos da área de assistência social no estado e no município do Rio de Janeiro, entre 2013 e 2018. Cristiane é filha do presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson.

A decisão foi motivada por um pedido da defesa para que os pedidos de habeas corpus protocolados no Tribunal de Justiça do Rio sejam analisados.

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Segundo o Ministério Público (MP), as investigações que levaram à prisão da ex-deputada constataram fraudes em contratos para diversos projetos sociais na Fundação Leão XIII, entidade estadual voltada para o atendimento a populações de baixa renda e moradores de rua do Rio de Janeiro, e também nas secretarias municipais de Envelhecimento Saudável e Qualidade de Vida e de Proteção à Pessoa com Deficiência do Rio de Janeiro, de 2013 a 2018.

Ainda de acordo com o MP, a organização criminosa era composta por três núcleos, o empresarial, o político e o administrativo, atuando para que fossem direcionadas licitações no município do Rio e no estado, visando à contratação fraudulenta das empresas Servlog Rio e Rio Mix 10, mediante o pagamento de propina a servidores públicos, que variava de 5% a 25% do valor do contrato.

Em nota divulgada após a deflagração da operação, Cristiane Brasil disse que é vítima de perseguição política . “Tiveram oito anos para investigar essa denúncia sem fundamento, feita em 2012 contra mim, e não fizeram, pois não quiseram”, declarou. 

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