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Que tal um Fusca Itamar com potência de Porsche? Veja vídeo

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Fusca
Renato Bellote/iG

VW Fusca 1.9 turbo: rodas pretas com sobrearo cromado também remete aos primeiros Porsche 911 Turbo, de meados dos anos 70

Afivelem os cintos. Hoje vou falar de um projeto que teve como base o Fusca Itamar e entrega aproximadamente 300 cv de força no motor boxer. Para isso temos um conjunto com turbina K16 Borgwarner, radiador de óleo e injeção FT200 para monitorar todo o funcionamento evitando quebras e problemas.

Guiar o Fusca turbo é uma experiência diferente. Já havia “pilotado” Fuscas turbinados e com preparação mais forte e aspirada. Mas cada carro é uma oportunidade única de conhecer os elementos dinâmicos e a proposta do projeto que, mesmo seguindo uma linha parecida, tem suas diferenças de acerto.

O motor de 1,9 litro, e isso acontece em todas as unidades do Fusca com mudança na capacidade cúbica, fica mais áspero. No caso desse projeto é possível sentir a marcha lenta embaralhando até a rotação subir e nas paradas de semáforo.

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Além disso temos a embreagem de cerâmica que torna o pedal ligeiramente mais pesado. Não é, definitivamente, um daily driver . Mas com espaço à frente é hora de sentir a aceleração. E ela vem rápido. A turbina enche e logo chegamos aos 6.000 rpm, limite de segurança estabelecido pelo preparador.

Fusca turbo “nervoso”


Na passagem da segunda para terceira marcha sabemos realmente que algo forte está empurrando o carro com muita vitalidade. O conjunto de suspensão preparada e rodas de 17 polegadas sofre bastante em nossas ruas esburacadas. Já havia sentido isso no meu Fusca logo após a compra.

O conjunto com pneus de perfil 60 pede um piso mais uniforme para proporcionar conforto, dentro do possível, e exercer seu papel de grudar no asfalto. O ideal é uma pista ou estrada para que ele possa esticar os músculos da forma mais saudável.

O anda e para das cidades não satisfaz o apetite do Fusca por asfalto e gasolina de boa qualidade. A sensação de aceleração é bastante intensa e mostra que ele pode incomodar carros muito mais potentes e caros.

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De qualquer forma vale salientar o processo da montagem da Concept Car que busca desempenho com durabilidade dos componentes. Um projeto como esse não é barato e instiga o motorista a todo momento para buscar a sensação de frio na barriga. Em breve mais um Fusca turbo, dessa vez com motor 1.6 carburado. Até lá!

Fonte: IG CARROS

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Cinco versões do Ford Escort que não tivemos no Brasil

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Lançado no Brasil em 1983, o Escort representou um enorme avanço para a filial brasileira da Ford. Correspondendo ao modelo europeu de terceira geração, foi o primeiro carro alinhado com a linha europeia da marca americana e ficou conhecido por versões icônicas como o conversível e o esportivo XR3.

Depois do carro pioneiro, o Escort seria comercializado por aqui em mais três gerações e sairia de cena apenas em 2003, quando a Ford já havia lançado o seu sucessor, o Focus. Inicialmente fabricado no Brasil, teve a sua última geração importada da Argentina.

Fora do Brasil, o modelo fez bastante sucesso no exterior. O nome Escort, aliás, segue em uso em um sedã da Ford feito na China. Confira abaixo algumas variações que não tivemos por aqui.

Escort Turnier

Ford Escort
Divulgação

Ford Escort Turnier


A primeira geração do Escort brasileiro foi oferecida com uma gama de carrocerias que incluía versões de três e cinco portas, além do conversível.

Mas uma opção que não tivemos foi a variação station wagon, que podia ser adquirida no mercado europeu em variações de três ou cinco portas. Por aqui, a perua Escort SW viria apenas em 1996, importada da Argentina.

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Escort Turbo

Ford Escort
Divulgação

Ford Escort RS Turbo


O esportivo Escort XR3 de segunda geração (quarta na Europa) teve como opção de motor mais potente no Brasil o AP 1.8S vindo da Volkswagen. Fruto da formação da Autolatina, desenvolvia declarados 99 cv.

No mercado europeu, esta mesma geração tinha como opção mais potente a RS Turbo, que trazia um motor 1.6 turbinado capaz de desenvolver 134 cv. Com este conjunto, o Escort esportivo acelerava de 0-100 km/h em 8,7 segundos e batia os 206 km/h de velocidade máxima.

Escort RS Cosworth

Ford Escort
Divulgação

Ford Escort RS Cosworth


Uma das variações mais interessantes já criadas do Escort, a RS Cosworth foi produzida entre 1992 e 1996 na Alemanha, como uma versão de homologação do carro para o WRC, o Campeonato Mundial de Rali.

A carroceria do Escort original foi adaptada para usar a base do médio-grande Sierra. Já os motores 2.0 turbo, desenvolvidos e fabricados pela britânica Cosworth , eram da família YB e desenvolviam 227 cv em sua versão de rua.

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Escort Van

Ford Escort Van
Divulgação

Ford Escort Van


Diferente da perua Escort SW, que chegou na parte final da vida do modelo no Brasil, uma variação que nunca chegou aqui foi o Escort Van. Idêntico ao carro de passeio até a coluna central, tinha na traseira um compartimento para levar até 715 kg de carga.

Popular no Reino Unido, trazia uma gama de motores com opções 1.3 a gasolina Endura-E de 60 cv (o mesmo que chegou a ser oferecido no Fiesta brasileiro) e os 1.8 diesel de 60 ou 70 cv (com ou sem turbo). O Escort Van ficou em linha até 2002.

Escort chinês

Ford Escort (China)
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Ford Escort (China)


O nome Escort voltou a ser utilizado em carro da Ford em 2015. Projetado para ser o sedã de entrada da marca na China, o modelo era construído sobre a mesma plataforma do Focus de segunda geração.

Apesar da proposta, o novo Escort tem tamanho de sedã médio (é 11 cm mais longo do que um Chevrolet Onix Plus ) e é oferecido com um motor 1.5 a gasolina de 122 cv, que pode ser combinado a um câmbio automatizado de seis marchas e dupla embreagem.

Fonte: IG CARROS

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