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Quantas levar e como lavar? A maneira correta de usar máscaras em viagens

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As viagens ainda não estão normalizadas e apresentam alto risco de contaminação, por isso, para quem será obrigado a viajar nesse período é imprescindível ficar atentos à todas as medidas de prevenção, especialmente ao uso de máscaras, que se tornaram um item essencial pelos próximos meses.


homem de máscara
Pixabay/Reprodução

Só retire sua máscara quando estiver em casa ou no hotel









Para viagens de carro, o uso de máscaras é sempre recomendado mesmo para o que viajarão sozinhos. Segundo a infectologista Raquel Muarrek, a medida mais segura é a de se usar máscara sempre que estiver fora de casa. O viajante também deve se atentar às medidas de higienização das mãos e do veículo .

Caso você vá pegar ônibus ou avião, precisará de máscaras extras para fazer o trajeto, pois as empresas não estão distribuindo máscaras no check-in ou a bordo, os passageiros devem levar suas próprias máscaras de casa.

Cuidado ainda ao escolher a sua poltrona ou assento. “Para pessoas que precisam viajar de avião ou ônibus, o mais indicado é que sentem no assento perto da janela e evitem ao máximo o banheiro, que é o local com maior risco de contaminação”, relembra a infectologista.

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Quantas máscaras levar na mala?

Há quem brinque que, ao fazer as malas, lembrar das máscaras será, daqui para frente, como lembrar de levar cuecas.

Considerando que as máscaras devem ser utilizadas todo tempo que você estiver fora de casa ou do hotel, incluir na mala três máscaras por dia é um número seguro. Além disso, uma dica é levar uma máscara extra sempre que for sair, para o caso a máscara que estiver usando fique úmida e perca a eficácia antes do previsto.

Vale ressaltar que as máscaras reutilizáveis devem estar dentro do  padrão divulgado pela OMS (Organização Mundial da Saúde). “As máscaras de tecido podem durar de duas até quatro horas, dependendo da sujidade, no quanto a pessoa está falando, tossindo, espirrando e umedecendo esse tecido”, explica Raquel Muarrek.

Outro cuidado essencial é na hora de trocar de máscaras. “A pessoa deve buscar higienizar as mãos antes de fazer a troca, se possível com água e sabão, senão com uma quantidade generosa de álcool em gel. Com a mão higienizada, retire a máscara usada pelos elásticos nas orelhas e coloque em uma sacola bem fechada”, indica a médica.

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Como higienizá-las longe de casa?

A máscara não deve ser retirada da sacola até que a pessoa chegue ao hotel ou destino para higienizá-las. “A indicação é que sejam sempre lavadas muito bem com água e sabão e depois colocadas em uma mistura com hipoclorito de sódio. No caso de viajantes, podem comprar embalagens menores de hipoclorito, que geralmente são usadas em alimentos, assim conseguem levar para onde forem”, recomenda Raquel.

A especialista também reitera que, no aeroporto, rodoviária ou na rua, a recomendação é que o viajante continue utilizando máscaras, evitando locais de aglomeração e permanecendo à medida de distância mínima de outras pessoas durante sua viagem. “O distanciamento é a medida mais importante para quem precisa sair de casa e, muitas vezes, é esquecida”, finaliza a médica.

Fonte: IG Turismo

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5 coisas sobre a Rússia que você só descobre viajando para lá

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Em maio de 2019, a publicitária Marcella Balbieri, 25 anos, passou 6 dias viajando pela Rússia sozinha — três dias em Moscou e três em São Petersburgo. Apesar do país não estar na lista dos destinos mais visitados por brasileiros , Marcella garante que a viagem vale a pena, principalmente se você é fã de história. 

mulher na rússia
Arquivo pessoal

Marcella Barbieri passou seis dias viajando pela Rússia sozinha

Inclusive, foi por isso que ela escolheu ir para lá. “A parte histórica sempre me interessou bastante, principalmente a Revolução Russa”, fala. Marcella conta que a história foi algo presente em toda a viagem. “Você passa por construções tão imponentes e fica na dúvida se é um ponto turístico, um marco histórico ou ‘só’ mais um prédio. Tudo muito bem cuidado e com reflexo da imponência soviética”, conta sobre Moscou, capital russa.

Marcella compartilhou os detalhes da viagem em sua conta no Instagram (@aondevaimarcella) e conta ao iG Turismo o que mais surpreendeu seus seguidores e os fatos que só descobriu indo até lá. Veja:

1. As estações de metrô são verdadeiros museus

As estações de metrô de Moscou são conhecidas como “Palácio do Povo” por serem verdadeiros museus. “Em Moscou, especificamente, tem um dos metrôs mais antigos do mundo, construídos por Stálin. São lustres imensos, esculturas, vitrais, mosaicos… É surpreendente ver tudo isso dentro de ambientes urbanos e integrados à rotina das pessoas”, comenta. Veja fotos:

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As estações de metrô de Moscou são quase museus, olhem só. Não é à toa que são conhecidas como Palácio do Povo. Fazer um tour pelas estações mais bonitas é um passeio barato (com um ticket você visita tudo – 55 rublos, menos de 1 euro) e que vale a pena. Dica: para não se perder, anote sempre a cor da linha e o seu respectivo número. Aqui todas as estações que visitei: 1 – Arbatskaja 2 – Elektrozavodskaja 3 – Ploscad Revoljucii 4 – Kievskaja 5 – Belorruskaja 6 – Novoslobodskaja 7 – Komsomolskaja 8 – Mayakovskaya 9 – Teatralnaya . . . . . . #RussiaTem #turisteinomundo #vidademochileiro #vidamochileira #viajarsozinha #mulheresviajantes #viagemestadao #bemvindosabordo #mosmetro

Uma publicação compartilhada por Marcella Barbieri ▪︎ Viagens ✈ (@aondevaimarcella) em 7 de Mai, 2019 às 2:07 PDT

2. É um país seguro para turistas

O que mais surpreendeu a publicitária em toda a viagem foi a segurança da Rússia. “Viajei sozinha e, sendo mulher, a segurança é uma questão constante. Mas me senti segura para passear à noite, andar de transporte público tranquilamente, sair para beber sozinha e dividir quarto em hostel”, conta. 

Porém, é preciso lembrar que a Rússia pode ser considerada um país inseguro para pessoas LGBTQIA+. Em 2013, foi aprovada uma lei “contra a propaganda homossexual” e, desde então, os crimes contra a comunidade LGBTQIA+ aumentaram .

Marcella conta que nos seis dias de viagem só viu dois casais homoafetivos. “O fato de ter visto só esse número acho, por si só, preocupante. Acredito que, possivelmente, é um lugar arriscado, mas não vivenciei/presenciei nenhum episódio de homofobia”. 

3. As redes de fast food são realmente boas

Redes de fast food costumam ser opção nas viagem por conta da praticidade, mas nem sempre o sabor é dos melhores. Na Rússia, porém, essas comidas vão te surpreender. Marcella indica duas redes:

  • Teremok (Теремок)

“É uma rede com comida típica russa. É uma boa opção porque no cardápio tem foto dos pratos e tem a versão em inglês. Além disso, o preço é bem em conta”.

  • Mumu

“É como se fosse um bandejão. Serve café da manhã, almoço e janta. A vantagem é que você não precisa se comunicar para conseguir montar o seu prato e, vendo os alimentos, também não passa perrengue com o cardápio. O preço também é acessível”.

4. O estrogonofe de lá é bem diferente do brasileiro

O estrogonofe é um prato clássico da Rússia, mas bem diferente do que comemos aqui no Brasil. “Não vai ketchup ou molho de tomate. É bem clarinho e com coalhada. O que eu provei tinha picles e veio acompanhado com purê, sem arroz. Só tem a versão de carne e sem batata palha, claro”. 

strogonoff
Arquivo pessoal

Strogonoff da Rússia

5. Ninguém vai falar em inglês com você

Este é um fato importante de saber antes de viajar para lá. Ao contrário de muitos países, em que você consegue se virar bem com o inglês, o idioma é praticamente inútil na Rússia. “Falar em inglês lá é o mesmo que nada”, conta Marcella. Porém, um bom planejamento vai te salvar dos perrengues. “Não falo nada de russo e não estudei o alfabeto antes (o que costuma ser uma recomendação, mas não tive paciência). Planejei 100% cada passo e me virei super bem”, diz.

Fonte: IG Turismo

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