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Quais medidas de limpeza e segurança os cruzeiros vão adotar no pós-pandemia

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A indústria de cruzeiros marítimos é uma das que mais vem sendo afetada pela pandemia de Covid-19. No Brasil, o Ministério da Saúde proibiu a circulação de novos navios em 13 de março e, desde então, não retomaram as atividades em nenhum momento. Todos os navios estão a postos para retornarem às atividades o mais rápido possível, em modo “warm lay-up”, com uma tripulação de funcionários mínima.


cruzeiro
Pixabay/Reprodução

Cruzeiros terão que operar com capacidade reduzida para permitr o isolamento social


Para a quando as viagens forem liberadas, mesmo sem terem uma data concreta ainda, as companhias marítimas já estão se planejando para tomar medidas de higiene e segurança especiais. Segundo protocolos lançado pela Costa Cruzeiros e MSC, algumas medidas já estão sendo estudadas para que os navios possam circular de forma segura.

Serviços on-line para passageiros

O check-in será disponibilizado online para evitar possíveis aglomerações e todos os passageiros terão que preencher um questionário pela internet sobre seu estado de saúde, para que não ofereça riscos para os outros passageiros ou para a tripulação.

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Escaneamento térmico e medidas de proteção obrigatória

As duas companhias terão estações no terminal em que a temperatura de cada passageiro será medida com um scanner térmico e pessoas que apresentarem febre ou estado febril não poderão embarcar.

Também será obrigatório a utilização de máscaras, tanto de passageiros quanto de tripulantes no terminal.

Medidas de distanciamento social

Todos os navios operarão com capacidade de ocupação reduzida e com espaços de uso comum redesenhados para poderem cumprir as normas de distanciamento da OMS (Organização Mundial da Saúde), para que todas as interações dentro do navio aconteçam de forma segura.

Higienização

As regras de higiene passarão a ser bem mais rígidas, utilizando produtos com maior eficácia de tecnologia hospitalar nas áreas públicas da parte interna e externa do barco. Todas as cabines passarão por um processo de desinfecção antiviral diariamente.

Proteção a bordo

Dispensadores de sabonetes e desinfetantes serão disponibilizados em todas as áreas do navio e máscaras serão disponibilizadas caso o passageiro necessite. Em excursões e passeios, os ônibus e os barcos serão higienizados após cada uso e também funcionarão com capacidade reduzida para que o distanciamento funcione. O uso obrigatório de máscaras funcionará para tripulantes e passageiros.

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Isolamento a bordo

Qualquer hóspede que apresentar febre será isolado em sua cabine, assim como todos que tiveram contato com ele ou faça parte da mesma família e a assistência médica disponibilizada no navio será reforçada com especialistas aptos e atualizados sobre protocolos e normas para combater o novo coronavírus.

Fonte: IG Turismo

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Principais problemas enfrentados pelos turistas nessa pandemia e como encará-los

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Não há dúvidas que um dos setores mais afetados pela pandemia do novo coronavírus é o de turismo. Viagens foram canceladas em todo o mundo, fronteiras foram fechadas e países ainda restringem a entrada de brasileiros e estrangeiros. Com isso, quem ainda sonhava com aquela viagem esse ano teve problema. 

pandemia
Pixabay

Quais os principais problemas enfrentados pelos turistas nessa pandemia?



Muitos tentaram adiar ou cancelar suas viagens e passagem e esbarraram em burocracia. Para evitar mais dores de cabeça, conversamos com a advogada Natália Brotto, mestranda em Direito dos Negócios pela Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas – FGV e especialista em Direito Constitucional pela Academia Brasileira de Direito Constitucional (ABDConst), que fala como agir diante dos problemas mais comuns enfrentados pelos turistas nessa pandemia.




Não sei se vou conseguir viajar, se tudo estará bem até o momento do embarque, e agora?

O primeiro passo, segundo a advogada, é o consumidor encontrar uma maneira de negociar com o agente ou operadora aérea. Comunicação clara é fundamental nesse momento. 

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“Diante de um cenário de total incerteza, tendo em vista que a qualquer momento o Estado pode emitir um novo decreto determinando um lockdown, quem havia planejado uma viagem ou comprado passagem aérea deve tentar manter contato com a prestadora de serviços para obter informações sobre o destino, possíveis fechamentos, dentre outras medidas”, ressalta a especialista.

Quero cancelar a passagem, como eu faço?

Por não saber quando será seguro viajar novamente e tentando tomar todos os cuidados possíveis para não pegar o novo coronavírus, muitos turistas estão cancelando suas passagens e viagem.

A advogada explica que, com o intuito de ajustar medidas emergenciais para a aviação civil, foi emitada uma Medida Provisória nº 925/2020, estipulando prazos e regras para o reembolso do valor relativo à compra de passagens aéreas.

“Em síntese, a MP publicada em 18 de março deste ano, estipula que os passageiros que decidirem adiar a sua viagem em razão do novo coronavírus ficarão isentos da cobrança de qualquer multa contratual, caso aceitem um crédito para a compra de uma nova passagem, que deve ser feita no prazo de 12 meses contados da data do voo contratado”, observa a advogada.  

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Vale ressaltar estão abarcadas nessa MP somente as passagens compradas até o dia 31 de dezembro de 2020.

Cancelaram minha viagem e não querem devolver o dinheiro

Se sua próxima viagem for cancelada, você tem o total direito de ser reembolsado. Nátalia Brotto afirma que o primeiro passo a ser tomado é que você negocie com a operadora para chegarem a um acordo que se justo para as duas partes.

“Veja outro exemplo para reforçar esse aspecto: o caso de certas ocorrências da natureza, tais como chuvas, tempestades ou furacões, no caso do transportador aéreo. Ainda que o transporte aéreo seja afetado por esse tipo de evento climático, o transportador não pode deixar de indenizar os passageiros que sofreram danos porque o fenômeno é integrante típico do risco daquele negócio.”, explica a especialista.

E caso a agência área não queira devolver o dinheiro, ou entrar em algum acordo, o turista tem o direito de recorrer ao judiciário. E se ganhar a causa, ele pode ganhar entre 20 a 40 salários mínimos do agente ou da agência.


Fonte: IG Turismo

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