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Protocolo da Saúde instrui municípios sobre centros comerciais

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A Secretaria de Estado da Saúde (SESA) publicou nesta sexta-feira (22) nota orientativa 34/2020 que estabelece as condições necessárias para que os municípios orientem shoppings, centros comerciais e galerias sobre o atendimento ao público. O protocolo institui normas rígidas para regulamentar o funcionamento dos pontos comerciais que já estão abertos no Estado ou aqueles que pretendem retomar as atividades.

A normativa foi elaborada pelo Centro de Operações em Emergências (COE), em parceria com Secretaria da Saúde de Curitiba, e pode ser revista a qualquer momento. O documento apresenta critérios objetivos, técnicos e científicos e leva em consideração a transmissão comunitária, a situação epidemiológica do coronavírus e a possibilidade de saturação do sistema hospitalar no Paraná.

Entre as obrigações estabelecidas, shoppings, centros comerciais, galerias e atividades afins só podem funcionar entre 12h e 20h. Há possibilidade do horário ser redefinido, de acordo com as deliberações de cada cidade, para evitar a aglomeração no transporte público. Fica vedada, contudo, a ampliação do período de 8 horas já estabelecido.

DISTANCIAMENTO – O acesso simultâneo às dependências dos estabelecimentos – incluindo áreas comuns e sanitários, por exemplo – fica limitado à proporção máxima de uma pessoa a cada 9 metros quadrados. É preciso garantir ainda o afastamento de dois metros entre as pessoas. Além disso, o acesso às vagas de estacionamento precisam ser reduzidas na proporção da nova capacidade dos centros comerciais.

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De acordo com a regulamentação, apenas pessoas com máscaras, funcionários ou público em geral, poderão adentrar aos locais, devendo permanecer o tempo todo com a proteção.

Ainda assim, a normativa proíbe o acesso de pessoas do grupo de risco (idosos com 60 anos ou mais, gestantes e portadores de doenças crônicas), além de crianças menores de 12 anos e pessoas com sintomas de síndrome gripal.

Outro ponto especificado pela normativa é que, para evitar aglomeração, fica proibida o funcionamento de atividades de lazer como cinemas, praças de entretenimento e atividades voltadas para criança.

Também não será permitida a realização de qualquer promoção ou liquidação, bem como degustação de produtos e oferecimentos de brindes. A nota orientativa reforça que fica vedada ainda a prova de vestimentas em geral (roupas, acessórios, bijuterias, calçados, entre outros), além da proibição da prova de produtos cosméticos e de higiene pessoal, tais como batons, cremes hidratantes e perfumes, entre outros.

Os estabelecimentos são obrigados a divulgar cartazes orientativos e distribuir álcool 70%. A normativa também recomenda que haja medição de temperatura das pessoas que ingressarem nos centros comerciais,

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PRAÇAS DE ALIMENTAÇÃO – A normativa dedicou um capítulo à parte para orientar o funcionamento praças de alimentação. Uma equipe específica deverá ser encarregada de controlar o acesso, uso de mesas e permanência dos clientes nesses locais.

O texto destaca a proibição do fornecimento/comercialização de alimentos e bebidas na modalidade autosserviço (self-service). Fica vedada também a venda de bebidas alcoólicas.

Para garantir a segurança dos consumidores, as mesas precisam estar separadas por uma distância de 2 metros, sendo limpas e desinfectadas antes e após o uso. O compartilhamento é sugerido apenas em casos em que as pessoas têm um convívio próximo. Mesas que não podem ser acessadas pelo público necessitam estar claramente sinalizadas e demarcadas.

Ainda assim, a orientação da SESA é para que, sempre que possível, seja evitado o consumo de alimentos no local.

Clique  AQUI   e veja a íntegra da normativa elaborada pela Secretaria de Estado da Saúde.

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Programa do BRDE de apoio a startups recebe 179 inscrições

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O BRDE Labs, programa do Banco de Desenvolvimento do Extremo Sul, desenvolvido no Paraná, recebeu a 179 startups de todo o Brasil. O programa tem  como objetivo apoiar, capacitar e aportar recursos a startups que desenvolverão soluções para diversas áreas, mas com foco principal no agronegócio.

A inscritas estão participando da categoria denominada Product Lab – laboratório de produto, em que são apresentados os produtos e seus respectivos mercados. Mais de 15 estados, além do Distrito Federal, estão representados. O maior número de empresas inscritas veio de Paraná, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Minas Gerais.

O programa teve seu edital lançado em fevereiro deste ano. O resultado da primeira categoria foi apresentado pela Hotmilk, aceleradora da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR) e curadora do Programa BRDE Labs, em workshop virtual realizado nesta semana.

Participaram do workshop as cooperativas agroindustriais paranaenses e empresas parceiras como Castrolanda, Cocamar, Cocari, Coopacol, Coopavel, CVale, Frimesa, Integrada, Lar, Primato e a Angelus,  além de representantes do BRDE e da Ocepar.

“O evento foi importante para engajar os parceiros para a nova fase que é a de avaliação e seleção das empresas”, explica o diretor de operações do BRDE, Wilson Bley Lipski. “Nosso objetivo é aproximar as startups de potenciais clientes, além de fomentar a inovação no Paraná, atendendo a orientação do governador Ratinho Junior”, afirma ele. 

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Segundo Lipski, o BRDE Labs atende a um objetivo estratégico do BRDE, que é a promoção do ecossistema de inovação, alinhando-se à diretriz do governador Carlos Massa Ratinho Junior de transformar o Paraná em um hub tecnológico.

SELETIVAS – Na primeira seletiva, as startups são avaliadas por um comitê formado por representantes das cooperativas, do BRDE e da Hotmilk, a partir dos critérios estabelecidos no edital. Desse processo saem 50 startups para a fase seguinte.

Na segunda seletiva, é analisada a adequação das soluções propostas às demandas identificadas pelos parceiros, e são selecionadas 30 startups, que irão para a fase de apresentação pessoal para uma banca avaliadora. Na sequência, 20 startups entram na fase de pré-aceleração, com as 10 melhores sendo habilitadas para o programa de aceleração.

As startups selecionadas poderão ser direcionadas para um dos dois Hubs do Programa – Toledo ou Londrina e receberão capacitação em áreas como estratégia de vendas, relações públicas e financeira, desenvolvimento de produtos, entre outras.

 Ao final do programa, o BRDE, em conjunto com a Hotmilk e as Cooperativas, avaliará o desempenho de cada startup. As melhores soluções poderão fazer parceria com as cooperativas ou receber investimento dos Fundos em que o BRDE é cotista.

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“O BRDE está em novo momento e, como banco de desenvolvimento econômico, assume uma postura mais ativa de apoio à inovação nos estados do Sul, já que empresas de tecnologia geram muitos empregos com bons salários”, destaca Wilson Bley Lipski.

BUSINESS LAB – A outra categoria do programa é denominada Business Lab – desenvolvimento de negócio, está com as inscrições abertas até 20 de julho. As inscrições podem ser efetuadas por meio do site www.brdelabs.com.br

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