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Procon-SP quer que redes sociais tomem medidas contra Homem Pateta

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Homem pateta perturba crianças nas redes sociais


O Procon-SP informou, nesta quarta-feira (8), que notificou o Facebook, Google, Instagram, TikTok e Youtube a respeito do Homem Pateta . Diversos perfis com foto de um homem fantasiado do personagem da Disney têm induzido crianças e adolescentes à automutilação e suicídio, e o órgão de defesa do consumidor espera que as redes sociais tomem atitudes em relação a isso. 


O Procon-SP pediu que as redes sociais informem, em 72h, quais medidas estão usando para combater a disseminação de perfis maliciosos como os do Homem Pateta. Algumas explicações que deverão ser dadas são:

  • Explicar como é feito o bloqueio de conteúdos que incitam violência, suicídio, automutilação e outros atos violentos ou criminosos;
  • Elencar quais providências estão sendo adotadas quando se constata conteúdo desse tipo;
  • Esclarecer como usuários podem denunciar conteúdos ofensivos nas plataformas;
  • Esclarecer quando foi providenciada a exclusão de todo conteúdo relacionado ao Homem Pateta das redes sociais;
  • Explicar quais providências estão sendo tomadas para evitar casos similares no futuro.
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O Homem Pateta

O caso do Homem Pateta ganhou repercussão nacional depois que a Polícia Civil de Santa Catarina alertou para o caso, no final de junho. 

Diversos perfis nas redes sociais com o nome de “Jonathan Galindo” usam a fotografia de um homem fantasiado de Pateta. Esses perfis entram em contato com crianças e adolescentes, propondo a elas desafios – que envolvem automutilação e podem, inclusive, induzir ao suicídio. 

Os perfis começaram a aparecer em outros países em 2017, mas chegaram ao Brasil nas últimas semanas. As práticas são similares às de outros casos em anos anteriores, como o  desafio da Baleia Azul e a boneca Momo .

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WhatsApp é o aplicativo mais usado por brasileiros no isolamento; veja o ranking

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WhatsApp é o aplicativo mais usado durante a quarentena


A quarentena aumentou o uso de aplicativos de celulares no Brasil, e um estudo da ESPM aponta quais são os serviços mais populares entre os brasileiros durante o período. Como de costume, redes sociais estão em alta, assim como o consumo de vídeos online.

O WhatsApp foi apontado por 97% dos entrevistados como uma ferramenta fundamental para as atividades diárias durante a pandemia. O aplicativo sempre foi muito populoar no Brasil, então a liderança não chega a surpreender. Ainda assim, os números mostram que é muito difícil encontrar alguém que não tenha uma conta no mensageiro.

Em segundo lugar aparece outro serviço pertencente ao Facebook: o Instagram , citado por 88% dos entrevistados. A rede social de fotos vem ganhando diversos novos recursos por aqui nos últimos meses, incluindo uma recém-aberta loja chamada Instagram Shop .

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O consumo de vídeo no celular também está em alta na pandemia, com o YouTube sendo citado por 75% dos entrevistados, e a Netflix por 68%. De acordo com o estudo, 77% dos brasileiros assistem vídeos no smartphone como forma de se distrair. Outro serviço de vídeo é o Amazon Prime , citado por 24% dos entrevistados.

O estudo ainda mostra que diferentes faixas etárias fazem usos diferentes do celular. Para usuários acima dos 45 anos, a principal função dos aplicativos é manter contato com amigos e parentes, enquanto aqueles entre 25 e 34 anos são os que mais usam o aparelho para pedir comida. Os mais jovens, com até 17 anos, gostam mais de apps para assistir filmes, séries e vídeos em geral.

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