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Porto Seguro cria postos de recarga gratuita para carros elétricos em SP

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Postos de recarga ficam espalhados por todas as regiões de SP. Inicialmente são 16 pontos, mas irão expandir para mais

A recarga de carros elétricos é fundamental para que ele venha a fazer mais sentido do que os modelos a combustão, para os que vêem dessa forma. E, cada vez mais, o serviço vai se disseminando pelo país. Agora, eis que os elétricos e híbridos plug-in contam com mais uma opção em São Paulo. A Porto Seguro passa a oferecer, a partir deste mês, pontos de recarga de forma gratuita mesmo para quem não for cliente.

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A recarga de carros elétricos e híbridos plug-in poderá ser feita inicialmente em 16 centros automotivos da Porto Seguro na capital e Grande São Paulo, bem como nos próximos dias em mais 14 centros localizados em outros municípios do Estado.

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As estações de carregamento utilizam tomadas do tipo T2, compatível com mais de 90% dos veículos eletrificados que circulam pelo País. A recarga poderá ser feita durante o horário normal de funcionamento dos centros automotivos, ou seja, de segunda a sexta-feira das 8 às 18 horas e aos sábados da 8 às 12h.

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“Na Porto Seguro acompanhamos o desejo das pessoas e das cidades em adotarem práticas mais humanizadas e sustentáveis, como já fazemos com a iniciativa do Trânsito+gentil. Alinhado à nossa cultura e valores, lançamos esse projeto para carregamento de carros elétricos e híbridos”, comenta Marcelo Sebastião, diretor Porto Socorro e Centros Automotivos. Veja os endereços dos pontos de recarga a seguir:

  • Rua Doutor Penaforte Mendes, 74 – Bela Vista – São Paulo
  • Avenida General Edgar Facó, 783 – Vila Olga Cecília – São Paulo
  • Jardins
  • Avenida Brigadeiro Luiz Antônio, 3.383 – Jardim Paulistano – São Paulo
  • Rua Guaipá, 1.380 – Vila Leopoldina – São Paulo
  • Rua dos Trilhos, 1.380 – Mooca – São Paulo
  • Avenida Corifeu de Azevedo Marques, 5.118 – Jaguaré – São Paulo
  • Avenida Pacaembu, 35 – Pacaembu – São Paulo
  • Avenida Elísio Cordeiro de Siqueira, 369 – Parque São Domingos – São Paulo
  • Rua Deputado Lacerda Franco, 410 – Pinheiros – São Paulo
  • Avenida Nova Cantareira, 764 – Santana – São Paulo
  • Alameda Santo Amaro, 664 – Socorro – São Paulo
  • Rua do Oratório, 64 – Bangu – Santo André
  • Rua Eugênio Falk, 404 – Saúde – São Paulo
  • Rua Tijuco Preto, 434 – Tatuapé – São Paulo
  • Avenida Lins de Vasconcelos, 2.474 – Vila Mariana – São Paulo
  • Rua Domingos Afonso, 889 – Vila Prudente – São Paulo
Fonte: IG CARROS

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Nova gasolina começa a ser produzida no Brasil. Veja os tipos à venda no País

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A nova gasolina promete beneficiar ainda mais os níveis de consumo, durabilidade e desempenho do motor

A nova gasolina, com as novas especificações estabelecidas em janeiro pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), começa a ser produzida no Brasil. Com formulação mais próxima do combustível vendido nos mercados europeus e americano, o combustível irá permitir ganhos em eficiência e desempenho dos motores, segundo especialistas.

Apesar do início da produção da nova gasolina , as distribuidoras terão até 60 dias para se livrar dos estoques antigos, enquanto nos postos este prazo termina no dia 3 de novembro. As principais novidades estão no estabelecimento do valor mínimo de massa específica para 715,0 kg/m³ (que irá impactar na redução do consumo de combustível em até 5% e dificultar a adulteração) e do valor mínimo para a temperatura de destilação em 50% (T50) para a gasolina A, de 77,0 °C (que irá resultar em um aquecimento mais rápido do motor).

Outra mudança está no método de medição da octanagem da gasolina, que até então era feita pelo padrão chamado IAD. Neste padrão, a octanagem da gasolina brasileira era de 87 IAD (comum e aditivada) e 91 IAD (premium). A partir deste mês, o Brasil passa a usar o padrão RON (mesmo adotado na Europa). Com isso, a gasolina brasileira passa a ser classificada com no mínimo 92 RON (comum e a aditivada) e 97 RON (premium). A partir de 1º de janeiro de 2022, a comum passa a ter como parâmetro mínimo 93 RON.

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Vale lembrar que quanto maior a octanagem, maior a capacidade da gasolina de resistir à detonação, evitando o fenômeno chamado de batida de pino. Por esse motivo, o uso de combustíveis de octanagem mais alta é recomendado para extrair o melhor desempenho de motores de esportivos, carros preparados e de motores com taxa de compressão alta (acima de 10:1).

De resto, as especificações seguem inalteradas. A gasolina sem adição de etanol segue sendo produzida pela Petrobras, que repassa o produto para as distribuidoras, onde é feita a adição do etanol anidro. A comum e a aditivada seguem exatamente as mesmas regras em termos de percentual máximo de etanol (27%).

Gasolina
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Quanto maior a octanagem e a qualidade, maior a capacidade da gasolina de evitar a batida de pino e a contaminação dos fluidos do motor

A diferença nesta última fica por conta da adição de aditivos para manter o motor limpo e remover a sujeira formada no sistema de alimentação de combustível. O reflexo é um consumo menor e um desempenho superior do que em um propulsor acostumado a receber apenas a gasolina comum.

Já a premium (máximo de 25% de etanol ), na verdade, é mais de uma: a Shell V-Power Racing tem 98 octanas RON, enquanto a Ipiranga Octapro e a Podium tem 102 RON. Só que a premium da BR tem uma composição de enxofre de 30 ppm, abaixo do padrão de 50 ppm determinado pela legislação. Quanto menor do teor de enxofre, mais “limpa” a gasolina é em termos de emissões de poluentes e menor é a formação de sujeira dentro do propulsor.

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Embora seja mais cara de produzir do que a gasolina “antiga”, a Petrobras destacou em nota que ainda não é possível falar em impactos positivos ou negativos nos preços, já que a empresa é responsável por 30% do preço final da gasolina na bomba. Mas no último dia 31 de julho, a empresa petrolífera anunciou uma redução de 4% no preço de venda do combustível para as distribuidoras.

Brasil x exterior

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Será que no exterior a gasolina tem mais qualidade do que a brasileira?

Nos países da União Europeia, a gasolina comum tem uma octanagem mínima de 95 RON. Desde 2009, a legislação determina que o percentual máximo de enxofre no combustível seja de 10 ppm, valor que é cinco vezes menor do que o da gasolina comum brasileira. Já em relação à adição de etanol anidro, o máximo permitido por lei atualmente é de 10%, embora já exista um estudo para aumentar esse percentual para 20%.

Já nos Estados Unidos, em comparação com a nova gasolina brasileira, é permitido a venda de gasolina com até 15% de etanol por litro e há um limite de enxofre de 10 ppm. Por lá é seguido o padrão de octanas IAD e são oferecidos na bomba três tipos de combustível: Regular (87 IAD), Midgrade (88-90 IAD) e Premium (91-94 IAD).

Fonte: IG CARROS

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