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Porco que seria assado conquista diarista e vira animal de estimação

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Mulher acariciando cabeça de porco no meio da rua
Reprodução/ YouTube

Porco que seria assado conquista diarista e vira animal de estimação

Rosângela Rosa, diarista de 48 anos, tinha o sonho de comer um porco no Natal. Com esse intuito, ela comprou um animal, mas logo desistiu de mandá-lo para a panela. Em poucas semanas, o porco ganhou o nome de João e foi adotado pela mulher. “Comprei para poder comer e não consegui”, diz a diarista. 

A história foi contada pelo canal da Agência Mural no Youtube. Lá, a mulher detalha que acabou se apegando ao animal e decidiu fazer dele seu mascote. Hoje, o porco João já tem 4 anos de idade e é sensação na vizinhança.

No vídeo, Rosângela também fala que João dorme 12 horas por dia e se alimenta de arroz feijão, salada e pão. Ela também tem um enorme carinho pelo porco e o deixa até assistir televisão na sala com ela. Quem diria que esse animalzinho tiraria a sorte grande, não?

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Fonte: IG PET

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Cliente pede justiça após seu cão morrer em voo da Gol; entenda o que aconteceu

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Cão deitado vestindo tiara com orelhas de rena
Reprodução/ Instagram

Tom


Um relato triste envolvendo um pet num voo da Gol viralizou nas redes sociais esta semana. Trata-se de Tom, um cão muito amigável e carinhoso, que infelizmente foi vítima de uma fatalidade durante um voo pela GOL de Guarulhos até a cidade de Vitória, no Espírito Santo, em dezembro de 2019. 

Quem compartilhou a história nas redes foi Rachel Canuto, irmã de David Canuto, tutor de Tom. O cão, que vivia em São Paulo com o dono, passava as férias também com ele em Vitória, visitando o restante da família. Em sua viagem para passar o Natal de 2019 com todos eles, o animal foi colocado no porão do avião, por conta do seu grande porte. 

“Ao chegar em Vitória, meu irmão foi enrolado por QUASE UMA HORA pelos funcionários da Gol, que não traziam o Tom para ele e não diziam o porquê!”, escreveu Rachel em sua publicação no Twitter. “Após 40 minutos de espera aflitiva, uma funcionária informou que o Tomzinho, cachorro/amigo/filho do David, havia chegado já ‘sem sinais vitais'”.

A moça ainda escreveu sobre sua indignação com o despreparo da empresa em lidar com a situação e que, segundo ela, teriam instruído o irmão a colocar o corpo do animal no freezer da casa, ou enterrá-lo em um terreno. Tendo que se virar, a família levou o cão já em óbito a uma clínica, onde descobriram que Tom havia morrido de hipertermia, ou seja, de calor dentro do local onde foi posto. Rachel compartilhou o documento no seu relato.

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Agora, oito meses após a morte de Tom, a empresa se pronunciou e ofereceu duas passagens aéreas pelo ocorrido com o animal. Ao Canal do Pet , o tutor contou que a oferta da GOL e a forma como tentaram “precificar a vida” de um ser vivo foi uma falta de respeito e que ele quer justiça pelo ocorrido.

“Meu intuito é que eles mudem a forma como eles viajam como animais, como despacham eles, não é para demonizar a empresa, eu não quero acabar com a Gol, só quero que isso não aconteça mais. Quero que eles mostrem que vão trabalhar nisso e melhorar. Não é justo que isso aconteça com o bichinho de alguém. Vejo eles se preocupando em cuidar das pessoas, mas falharam com animais, que são parte da vida das pessoas também”, conta David.

O tutor também conta que o cão já havia viajado outras vezes e que não tinha tido problema. “Sempre me passaram muita segurança, sempre tratavam ele bem, o problema foi do embarque para frente”. David afirma que Tom era o seu maior companheiro em São Paulo, um verdadeiro membro da família. O moço também contou que teve que arcar com custos com o enterro, necrópole, além das passagens do animal terem sido mais caras que a dele.

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Nesse ano, o cão completaria 2 anos de vida. Tom, na verdade apelido de “Antônio Carlos”, fora adotado por David, que conta que o cão que o escolheu. “Chegando no local onde fui adotar, Tom, que era o mais tímido, veio direto me receber. O dono do canil disse que ele tinha me escolhido e no dia seguinte já fui buscá-lo”. 

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I’m sexy and I know it.

Uma publicação compartilhada por Antonio Carlos (Tom) ? (@tomtomthestaffy) em 5 de Abr, 2019 às 1:24 PDT

A família está completamente abalada com o ocorrido e também faz um apelo às redes com a hashtag ” justiçaparatom “. “Minha família tinha um carinho imenso por ele, minha mãe tratava ele como neto e minha irmã como sobrinho”, diz o tutor. O cão seguia David por toda parte que moldava sua vida para ter o animal sempre com ele: “Olho para as fotos e tudo ainda me deixa muito chocado”, afirma.

A reportagem entrou em contato com a assessoria da GOL, que preferiu não se pronunciar sobre o assunto porque o caso está em andamento em processo judicial.

Fonte: IG PET

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