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Policial militar acusado de matar adolescente em Sarandi é solto após decisão do TJ;

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Policial militar acusado de matar adolescente em Sarandi é solto após decisão do TJ;

 

Jadson José de Oliveira, de 17 anos, desapareceu em 10 de agosto de 2016. Corpo do jovem foi encontrado sete dias depois

 

O policial militar Marco Aurélio Onishi, acusado de matar o adolescente Jadson José de Oliveira, de 17 anos, em Sarandi, no norte do Paraná, foi solto após decisão do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR), segundo a defesa.

O adolescente desapareceu no dia 10 de agosto de 2016, depois de ser abordado por dois policiais militares. Sete dias depois, o corpo do rapaz foi encontrado em uma área rural de Sarandi. Inicialmente, Onishi e o soldado Jonatan Vinícius Goulart, que abordaram Jadson, negaram participação no crime. Depois, um acusou o outro.

A decisão da 1ª Câmara Criminal do TJ-PR que mandou soltar o policial, de quinta-feira (5), foi unânime e excluiu as duas qualificadoras do crime de homicídio contra o PM – motivo torpe e impossibilidade de defesa – e determinou a expedição do alvará de soltura. Ele estava preso desde agosto do ano passado.

A decisão foi comunicada ao Juízo na tarde de sexta-feira (6) e, segundo o advogado do policial, Israel Batista de Moura, Onishi foi solto na mesma noite. O TJ-PR determinou que o acusado fique em casa nos fins de semana de folga, ainda conforme a defesa.

Relembre o caso

Em setembro do ano passado o Comando da Polícia Militar (PM) concluiu o inquérito sobre o envolvimento de dois soldados da PM na morte do adolescente. A investigação apontou que Onishi foi o responsável pela morte de Jadson.

O inquérito concluiu, ainda, que o soldado Goulart também seria responsável pelo crime, por não ter feito nada para evitar a morte.

Atualmente, os dois são réus em um processo na 2ª Vara Criminal de Sarandi.

Na ação, Onishi responde pelos crimes de homicídio, ocultação de cadáver e porte ilegal de arma. Já Goulart, que responde ao processo em liberdade, é acusado de ocultação de cadáver e abuso de autoridade.

O outro lado

O advogado Israel Batista de Moura, que defende o soldado Marco Aurélio Onishi, informou que sempre contestou o decreto da prisão preventiva porque não havia motivos para a detenção.

“Ele é primário, de excelente comportamento, colaborou de todas as formas possíveis com o andamento de dois processos: o da Delegacia e do Quartel: IPM- Inquérito Policial Militar e não merecia a prisão. Assim o Tribunal reconheceu também”, informou Moura.

Clayton Eduardo Gomes, advogado de Jonatan Vinícius Goulart, informou que o soldado sempre colaborou com as investigações. “Ele foi a peça principal de toda a investigação preliminar e, desde então, sempre colaborou com as investigações”, declarou Gomes.

 

Fonte: G1 PR

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Cidades

Corpo de jovem é encontrado no Rio Piquiri em Ubiratã

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Buscas começaram na sexta-feira (15) e populares apoiaram no achado do corpo

O corpo do jovem que desapareceu nas águas do Rio Piquiri, na sexta-feira (15), foi encontrado pela equipe de buscas, no fim da manhã de sábado ( 16).
Segundo informações o corpo foi resgatado próximo ao local em que desapareceu.
O rapaz estava com alguns amigos em um barco, quando a embarcação virou e ele caiu nas águas, vindo a desaparecer na sequência.
Populares saíram em busca do corpo com embarcações próprias e o Corpo de Bombeiros de Campo Mourão e os bombeiros comunitários de Ubiratã auxiliaram nas buscas.
O IML de Campo Mourão irá recolher o corpo.

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