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Polícia Federal coordenará os trabalhos de polícia judiciária eleitoral no Centro Integrado Nacional de Comando e Controle das Eleições 2020

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Brasília/DF – A Polícia Federal e a Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça e Segurança Pública assinaram nesta sexta-feira (16/10) um Acordo de Cooperação Técnica para o ingresso da PF no Centro Integrado Nacional de Comando e Controle das Eleições 2020. A PF atuará como coordenadora dos trabalhos de polícia judiciária eleitoral na prevenção e repressão aos crimes eleitorais.

A assinatura foi feita durante evento que marcou o início da Operação Integrada Eleições 2020, realizado no Centro Integrado de Comando e Controle Nacional (CICCN) do Ministério da Justiça e Segurança Pública. O encontro contou com a presença do presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Roberto Barroso, do ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, e do diretor-geral da Polícia Federal, Rolando de Souza.

A PF irá atuar de maneira integrada com todas as secretarias de segurança pública do País e outros órgãos federais, estaduais e municipais envolvidos na organização e segurança das eleições. No CICCN será monitorado, em tempo real, possíveis ocorrências durante a realização dos dois turnos das eleições.

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Além de atuar no dia das Eleições, a Polícia Federal tem instaurado diversas investigações de combate a crimes eleitorais. É o caso da Operação Fake SMS, deflagrada nesta sexta-feira, para investigar a contratação de serviços de disparo automático de mensagens via aplicativo de mensagens, para fins eleitorais no Piauí.

Ainda hoje, policiais federais deflagraram também a Operação Marquetagem, no Ceará, com o objetivo de investigar, entre outros ilícitos, crimes eleitorais apontados em colaboração premiada de um grande grupo empresarial. E, no estado do Mato Grosso,  a Operação Ravana, com o objetivo de apurar a disseminação de desinformações difamatórias em desfavor de candidatos políticos por meio de grupos em aplicativos telemáticos.

Nesta semana, a Polícia Federal também deflagrou a Operação Fake Adress, para investigar transferências de domicílio eleitoral com utilização de comprovantes de endereço falsificados, realizadas dentro da Câmara Municipal de Vereadores de Pinhais/PR.

 

Divisão de Comunicação Social da Polícia Federal

Contato: 61 2024-8142

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PF combate migração ilegal de pessoas para o exterior

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Vila Velha/ES – A Polícia Federal deflagrou na terça-feira (27/10) a Operação TARRAFA, para combater a promoção de migração ilegal de pessoas com destino aos Estados Unidos.

Participaram da operação 16 policiais federais, dando cumprimento a quatro mandados judiciais de busca e apreensão na cidade de Pescador/MG, todos expedidos pela 1ª Vara da Justiça Federal de Govenador Valadares, que resultaram na apreensão de aparelhos celulares, mídias e documentos, que serão analisados para instrução da investigação.

ENTENDA O CASO

Os investigados têm como prática o envio ilegal de pessoas da região mineira do Vale do Mucuri para os EUA. Eles atuavam conforme esquema já conhecido como “Cai Cai”, no qual há a utilização de crianças e adolescentes ou até mesmo adultos se passando por adolescentes mediante o uso de documentos falsos, simulando um parentesco de pai e filho, para facilitar a entrada e permanência de maiores de idade no território norte americano. Os custos da viagem eram patrocinados por pessoas conhecidas como “Coyotes”, que posteriormente recebiam vultosos valores daqueles que conseguiam ingressar no país estrangeiro, como contrapartida pelos serviços prestados. Em muitos casos, havia a confecção de falsos registros de paternidade dos menores, para permitir que terceiros os utilizassem no esquema.

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A investigação foi originada da prisão em flagrante de dois indivíduos que tentaram tirar passaporte na Delegacia de Polícia Federal de Cachoeiro de Itapemirim/ES, utilizando documentos falsos. Com o aprofundamento das investigações, foram identificados outros suspeitos que residiriam na cidade de Pescador/MG, inclusive um cartório que pode ter fornecido documentos falsos.

CRIMES INVESTIGADOS

Os envolvidos responderão pelos crimes definidos nos artigos 232 – A, 245, § 1º e 2º, 297, 299 e 304 do Código Penal, bem como artigos 238 e 239 da Lei n° 8069/90 (Estatuto da Criança e Adolescente).

O nome da operação é uma alusão ao nome da cidade onde foram cumpridas as buscas, Pescador/MG.

                  


Comunicação Social da Polícia Federal no Espírito Santo
Telefone: (27) 3041-8051/8029

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