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Plínio defende votação da proposta sobre taxação de grandes fortunas

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O senador Plínio Valério (PSDB-AM) defendeu, em pronunciamento nesta quarta-feira (12), a votação da proposta dele que institui a taxação de grandes fortunas.

Ele explicou que o PLP 183/2019 não representa objeção às pessoas que são milionárias. A intenção, disse, é fazer com que os ricos deem sua parcela de contribuição, uma vez que conquistaram o patrimônio que possuem não apenas com o próprio trabalho, mas também com a ajuda da estrutura do Estado erguida com o dinheiro dos impostos que todos os brasileiros pagaram ao longo dos anos, independentemente da renda.

— A revista Forbes mostrou que 42 milionários brasileiros enriqueceram, juntos, na pandemia, o equivalente a R$ 177 bilhões. Então, é justo, é sensato que aqueles que ganharam dinheiro na pandemia possam ajudar a retribuir aqueles que sofreram, perderam seus empregos, não têm acesso à medicação, a alimentos. Então, a gente quer essa taxa das grandes fortunas para isso, para que esse dinheiro seja usado para ajudar aqueles que foram vitimados por essa desgraça, por essa pandemia.

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Segundo o senador, a ideia da taxação de grandes fortunas cresce em todo o mundo. No Brasil não é diferente, lembrou, ao citar que conta com o apoio de diversos segmentos da sociedade, como do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Sindifisco), do ex-ministro da Fazenda, Mailson da Nóbrega, e do presidente do Bradesco, Octavio de Lazari Júnior.

Plínio também defendeu a aprovação do projeto que dispõe sobre a nomeação e a demissão do presidente e diretores do Banco Central (PLP 19/2019). Também de autoria dele, a proposta já está pronta para votação em Plenário e, segundo o senador, vai ajudar a destravar a economia do país.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Política Nacional

STJ manda Justiça do Rio analisar pedido de liberdade de ex-deputada

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Agência Brasil

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Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados

Em nota divulgada após a deflagração da operação, Cristiane Brasil disse que é vítima de perseguição política


O ministro Joel Ilan Paciornik, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), determinou, nesta sexta-feira (18), que a Justiça do Rio de Janeiro examine, em 24 horas, o pedido de liberdade da ex-deputada federal Cristiane Brasil .


Ela está presa desde a semana passada em função de investigações sobre um suposto esquema de desvio de recursos públicos em contratos da área de assistência social no estado e no município do Rio de Janeiro, entre 2013 e 2018. Cristiane é filha do presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson.

A decisão foi motivada por um pedido da defesa para que os pedidos de habeas corpus protocolados no Tribunal de Justiça do Rio sejam analisados.

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Segundo o Ministério Público (MP), as investigações que levaram à prisão da ex-deputada constataram fraudes em contratos para diversos projetos sociais na Fundação Leão XIII, entidade estadual voltada para o atendimento a populações de baixa renda e moradores de rua do Rio de Janeiro, e também nas secretarias municipais de Envelhecimento Saudável e Qualidade de Vida e de Proteção à Pessoa com Deficiência do Rio de Janeiro, de 2013 a 2018.

Ainda de acordo com o MP, a organização criminosa era composta por três núcleos, o empresarial, o político e o administrativo, atuando para que fossem direcionadas licitações no município do Rio e no estado, visando à contratação fraudulenta das empresas Servlog Rio e Rio Mix 10, mediante o pagamento de propina a servidores públicos, que variava de 5% a 25% do valor do contrato.

Em nota divulgada após a deflagração da operação, Cristiane Brasil disse que é vítima de perseguição política . “Tiveram oito anos para investigar essa denúncia sem fundamento, feita em 2012 contra mim, e não fizeram, pois não quiseram”, declarou. 

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