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PlayStation 5 contra Xbox Series X: confira qual console é melhor para você

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Xbox Series X vs PlayStation 5

Não é de hoje que a Microsoft  e a Sony  estão em uma verdadeira batalha no mundo dos videogames com seus consoles que oferecem diferentes títulos, controles e recursos. Depois de muitas especulações, tivemos a revelação da data de lançamento e preço do PlayStation 5 , que ocorreu um pouco após a Microsoft ter dado os detalhes dos novos Xbox .

Se você já está se planejando para obter um console desta nova geração, mas ainda não conseguiu decidir qual a melhor opção, analisamos cada aspecto dos videogames que serão lançados ainda neste ano e te contamos quem se sai melhor em cada um deles. Confira!

Configurações

Tanto o novo PlayStation  quanto o Xbox  vão possuir duas versões diferentes, uma que vem com o leitor para jogos em mídia física e a outra sem. Antes de entrarmos nos detalhes de que cada videogame oferecerá, primeiro, veja esta tabela com as especificações técnicas de cada um deles:

PlayStation 5 Xbox
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Especificações do PS5 e do Xbox


Os novos Xbox  e PlayStation 5 , como você deve ter notado pela tabela acima, possuem um hardware bem parecido em quase todos os aspectos. Por exemplo, eles têm a mesma quantidade e tipo de memória, seus processadores e placas de vídeo são da AMD e até da mesma arquitetura, mas isso não quer dizer que o desempenho deles será igual.

Ambos os videogames procuraram trazer novas tecnologias para esta geração, como a Ray Tracing, que faz com que efeitos de sombra e luz sejam mais realistas e bonitos. De forma geral, a julgar pelos números, o Xbox Series X sai um pouco a frente do PlayStation  quando o assunto é poder de processamento gráfico e na velocidade de processamento da CPU, mas por uma margem bem pequena, que, na prática, não deverá fazer tanta diferença em títulos multiplataforma.

Por exemplo, o Xbox Series X traz 12.15 teraflops contra 10.28 do PlayStation 5, mas isso não significa que todos os jogos serão capazes de aproveitar tal processamento ao máximo. Aqui, também vale lembrar, o kits de desenvolvimento de cada console é que devem influenciar a performance dos jogos, já que os desenvolvedores precisam se acostumar a eles para poder usufruir o máximo de cada videogame.

Já na questão de loadings, a Sony  oferece mais velocidade de transmissão, o que sugere que os loadings de seus jogos serão menores. Os SSDs , em grande parte dos casos, não oferecem uma performance maior em jogos, por exemplo, na taxa de quadros, mas podem ajudar bastante em outros elementos como a velocidade do carregamento dos níveis e até de texturas, um detalhe que chega a ser mais técnico.

Por sua vez, em relação aos consoles sem o suporte a mídia física, a diferença de poder de processamento deles acaba sendo bem grande e quem leva vantagem é o PlayStation 5 , que tem as mesmas especificações de sua conversão convencional.

Além de ter menos do dobro de teraflops de seu concorrente, o Xbox Series S traz menos memória RAM e suporte, no máximo, para a resolução 1440p.

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Variantes 

Escolher um novo console pode ser uma tarefa difícil porque, provavelmente, ele te acompanhará por toda a geração – e até além. Por conta disso, com o próximo lançamento de videogames, as empresas pretendem oferecer opções para todos os gostos.

Tanto a Microsoft quanto a Sony vão disponibilizar seus próximos consoles em duas variantes, que se diferem apenas na presença ou não de um leitor de discos Blu-Ray . Essa estratégia foi adotada para diversificar o mercado, já que, atualmente, existem pessoas que dão preferência para a mídia digital nos consoles, por exemplo, o que tornaria dispensável a presença de um drive de disco.

Para quem já possui jogos em mídia física da geração atual – e pretende jogá-los nos novos consoles – pode ser mais viável optar pela versão que roda Blu-Rays – e que, consequentemente, é mais cara. Isso porque algumas empresas vão oferecer upgrade gratuito dos jogos para uma versão de nova geração. No entanto, para isso, os jogos físicos deverão ser inseridos no console para validar a licença.

Outra questão diz respeito a retrocompatibilidade. Ambas as empresas oferecem o recurso – dadas as devidas proporções, obviamente -, então, os jogos dos videogames anteriores – como do PlayStation 4 , no caso da Sony; e Xbox original, Xbox 360 e Xbox One no caso da Microsoft – podem ser jogados sem problemas. Por isso, um drive de disco pode ser importante.

Em contrapartida, quem começou a comprar jogos apenas em mídia digital – que se popularizaram bastante aqui, principalmente por conta das promoções realizadas pelas respectivas lojas online de cada videogame – terão o upgrade de versões de alguns jogos sem a necessidade do disco, o que faz a variante sem drive ser mais atraente – principalmente pelo preço, que é mais baixo.

A questão aqui é que o Xbox Series S , versão sem drive de disco oferecido pela Microsoft, além de não rodar mídia física, possui algumas limitações de hardware se comparado com o Series X – como pode ser visto na tabela acima. A Sony, por outro lado, vai lançar os dois consoles idênticos, com a única diferença se concentrando na capacidade de rodar discos.

Além de tudo isso, algumas pessoas utilizam seus videogames para rodar filmes em Blu-Ray, principalmente no Brasil. Isso porque os leitores do tipo são escassos por aqui, o que torna os consoles uma opção atraente, principalmente pelas funções oferecidas.

Jogos disponíveis no lançamento 

Todo lançamento de console utiliza alguns recursos para se destacar. Além de um hardware que poderoso, um novo dispositivo deve ter uma lista de jogos que chame a atenção dos consumidores. Isso, junto com o preço, pode ser o fator determinante para que os usuários definam qual videogame comprar.

Para a próxima geração de consoles, as empresas investiram em jogos que explorem todo o potencial oferecido por suas criações. No caso da Microsoft , a empresa pretende oferecer alguns títulos bastante interessantes já no lançamento do Xbox Series X/ S.

Dentre as adições estão ‘Assassin’s Creed Valhalla’, ‘Yakuza: Like a Dragon’ e ‘Destiny 2: Beyond Light’. Por enquanto, ao que parece, o console não vai contar com jogos exclusivos em seu lançamento, mas isso não quer dizer que o sistema fique para trás no início da geração.

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Isso porque a companhia oferece algumas vantagens que podem ajudar na escolha dos compradores. Talvez o recurso mais expressivo seja o Xbox Game Pass que, com uma assinatura fixa mensal, oferece um catálogo com mais de 100 jogos de diversos gêneros, incluindo alguns lançamentos.

Confira a lista completa de jogos disponíveis no lançamento dos novos Xbox:

  • ‘Assassin’s Creed Valhalla’
  • ‘Destiny 2: Beyond Light’
  • ‘Dirt 5’
  • ‘Fortnite’
  • ‘Gears Tactics’
  • ‘Tetris Effect: Connected’
  • ‘Yakuza: Like a Dragon’

A Sony  parece ter adotado uma abordagem mais agressiva para a próxima geração, com foco em alguns exclusivos para tentar atrair a atenção dos usuários. A empresa planeja disponibilizar o remake de ‘Demon’s Souls’, ‘Marvel’s Spider-Man: Miles Morales’ e ‘Sackboy: A Big Adventure’ junto do console.

Além disso, a empresa revelou durante o último PS5 Showcase um serviço novo chamado PlayStation Plus Collection. Detalhes sobre como o serviço funcionará ainda não foram divulgados, mas, ao que parece, será uma funcionalidade em que os jogadores poderão acessar alguns dos melhores jogos da geração PlayStation 4 já no lançamento do PS5. Por enquanto, a lista de jogos confirmados para o lançamento do console consiste em:

  • ‘Astro’s Playroom’ (virá instalado no console)
  • ‘Demon’s Souls’
  • ‘Destruction All Stars’
  • ‘Fortnite’
  • ‘Devil May Cry 5: Special Edition’ – será disponibilizado apenas digitalmente
  • ‘Marvel’s Spider-Man: Miles Morales’
  • ‘Sackboy: A Big Adventure’

Preço e disponibilidade

O PlayStation 5 sem leitor de Blu-Ray tem o preço oficial sugerido de R$ 4.500, enquanto a versão mais completa custa R$ 5.000. Já os novos Xbox ainda não tiveram o seu preço revelado para o Brasil, mas o preço da série X no exterior é de US$ 399, enquanto o modelo mais básico custa US$ 299.

Mesmo o Xbox Series S sendo o console menos potente dentre os anunciados, devido ao seu preço, ele pode ser a única porta de entrada de algumas pessoas na nova geração. Por isso, ele se tornou um lançamento bastante importante.

No caso do PS5, a diferença de R$ 500 reais entre as versões pode ser uma estratégia da Sony para fazer com que as pessoas prefiram a variante “mais completa”, com leitor.

Conclusão

Na questão de poder de processamento, em suas versões mais avançadas, ambos os consoles devem oferecer uma experiência bem parecida para seus consumidores. Já nas versões mais básicas, o PlayStation 5 ganha em performance, mas o preço do Xbox Series S , que ainda não foi anunciado, pode deixar muita gente interessada, já que lá fora ele é mais barato que o PlayStation 5 Digital.

Assim, uma questão que realmente deve definir qual console você pegará são os títulos deles. Em nossa opinião, ao menos neste momento de lançamento, o PlayStation 5 está um pouco mais interessante devido aos seus títulos exclusivos. O Xbox , por sua vez, até terá alguns títulos interessantes como o ‘Assassin’s Creed’, mas a maioria dos jogos que foram anunciados para ele, até o momento, são multiplataforma.

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Hacker tenta vender dados de 186 milhões de eleitores nos EUA

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Hacker queria vender dados eleitorais nos EUA

Uma firma de cibersegurança chamada Trustwave descobriu, na dark web , um hacker que obteve, com intenção de vender, dados sigilosos de mais de cerca de 186 milhões de eleitores norte-americanos, em um momento no qual o país se prepara para a realização de eleições presidenciais, previstas para o dia 3 de novembro.

Os dados incluíam nome e sobrenome, data de nascimento, local de residência e histórico de votos contabilizados, além de outras informações. Segundo a Trustwave, o material, caso adquirido por pessoas mal intencionadas, poderia ser usado na veiculação geolocalizada de campanhas de desinformação e fake news.

“Uma enorme quantidade de dados sobre cidadãos estadunidenses está disponível para cibercriminosos”, disse Ziv Mador, vice-presidente da Trustwave, à NBC. “Nas mãos erradas, esses dados de eleitores e consumidores podem ser usados para ataques por meio das redes sociais, esquemas de phishing via e-mail e também golpes via mensagens de texto ou telefonemas antes, durante e depois das eleições – sobretudo se os resultados do pleito tiverem contestação”.

Essa última parte é importante, pois faz referência a uma declaração do presidente Donald Trump , do Partido Republicano, feita em julho deste ano e repetida há cerca de um mês. Ele, que concorre à reeleição ao cargo máximo dos EUA no próximo dia 3 de novembro, disse por duas vezes que não reconhecerá a derrota caso venha a perder o pleito para o seu opositor, Joe Biden , do Partido Democrata.

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Segundo Mador, os dados foram obtidos de várias fontes – em sua maioria, roubados das bases de dados de empresas de segurança em invasões recentes, mas também recolhidos de esferas públicas. Ele ressalta que, em alguns estados dos Estados Unidos, informações de eleitores estão publicamente disponíveis.

A Trustwave é uma empresa especializada em monitorar a dark web em busca de atividades ilícitas. Neste caso, o próprio Ziv Mador disse ter encontrado um hacker apelidado “Greenmoon2019”, que lhe ofereceu as informações por um preço. A partir daí, a equipe da empresa entrou em ação, usando nomes fictícios para induzir o hacker a fornecer maiores informações sobre si próprio, incluindo uma carteira da criptomoeda bitcoin, a qual ele usaria para receber o pagamento.

Carteiras de bitcoin costumam ser o método favorito de pagamento por atividades ilícitas, uma vez que elas reconhecem publicamente uma transação realizada, mas não divulgam as identidades das partes envolvidas. No caso em mãos, a Trustwave conseguiu relacionar esta carteira com uma outra, ainda maior, que já teria coletado o equivalente a US$ 100 milhões (R$ 558,28 milhões na conversão direta) de outras vendas – nem todas relacionadas à oferta de dados privados.

Isso é um indício de que “Greenmoon2019” faça parte de um grupo de pessoas envolvidas em diversas atividades fora da lei. Além dos registros de 186 milhões de eleitores, o hacker estava oferecendo 245 milhões de registros de outros tipos de dados de pessoas.

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O lado secreto das eleições

A disponibilidade de dados de eleitores não é nova, mas a Trustwave reconhece que uma oferta deste tamanho traz preocupações à segurança das eleições do dia 3 de novembro. E pior: este não é o único caso recente.

Segundo o diretor de inteligência nacional a serviço do governo dos Estados Unidos, Daniel Ratcliffe, hackers iranianos obtiveram, na última quarta-feira (21), informações de eleitores que foram usadas na veiculação de uma campanha de intimidação contra Democratas, enviando e-mails ameaçadores se fazendo passar por membros dos Proud Boys, um conhecido grupo racista que prega a supremacia branca, superioridade masculina e ideias fascistas nos EUA e Canadá.

Ratcliffe também ressaltou que dados similares foram obtidos por hackers russos , mas até o momento, nenhuma campanha foi identificada como tendo sua origem no país presidido por Vladimir Putin. Em 2016, porém, os russos conseguiram interferir com a corrida presidencial disputada por Donald Trump e Hillary Clinton.

Uma ampla investigação descobriu que hackers a serviço do governo de Putin beneficiaram Trump ao atacar a campanha de Clinton, vazando diversas informações do Partido Democrata. Uma agência de inteligência russa criou milhares de perfis falsos no Facebook e outras redes sociais , afiliando-se a grupos conservadores e de extrema-direita, no intuito de ampliar os perfis do atual presidente americano na internet.

Trump e sua administração negaram qualquer envolvimento no caso.Sobre o hacker descoberto pela Trustwave, a NBC não informou se ele foi preso ou se é o alvo de alguma investigação em curso.

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