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PF prende líder de organização criminosa em Macapá/AP

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Macapá/AP – A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta segunda-feira (2/12), a Operação Coactio, com objetivo de cumprir um mandado de prisão preventiva em desfavor de líder de uma organização criminosa investigada pela Operação Ex tunc, no estado do Amapá.

As investigações iniciadas em 2016 apuram fraudes em documentos para obtenção de benefícios indevidos de auxílio-reclusão e pensão por morte junto ao Instituto Nacional de Seguro Social (INSS).

A prisão decorreu de representação feita pela Polícia Federal, após detectar que o líder da organização criminosa (ORCRIM), que já foi preso anteriormente no curso das investigações relacionadas à Operação Ex tunc, estava coagindo os envolvidos e embaraçando as investigações originárias.

O investigado poderá responder, na medida de sua responsabilidade, pelo crime de obstrução à investigação. Se condenado, poderá cumprir pena de até 8 anos de reclusão, sem prejuízo das outras penas previstas para os crimes investigados.

 

* Coactio: significa a coação em latim

 

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Amapá

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Polícia Federal deflagra 2ª fase da Operação Virus Infectio no Amapá

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Macapá/AP – A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta sexta-feira (29/5), a 2ª Fase da Operação Virus Infectio, para desarticular organização criminosa que pratica crimes de fraude em licitação e corrupção, com desvio de recursos públicos utilizados no enfrentamento específico ao coronavírus, no estado do Amapá.

Na ação, que contou com a participação do Ministério Público Federal (MPF), cerca de 35 policiais federais dão cumprimento a nove mandados de busca e apreensão e três mandados de prisão preventiva, em Macapá/AP, além do afastamento do exercício da função pública de servidora da Secretaria de Saúde do Estado (SESA/AP).

Após a deflagração da 1ª fase, em abril, foram constatados indícios de pagamento de vantagens indevidas, por parte de empresário, à servidora da SESA/AP, com o fim de agilizar os trâmites burocráticos de liberação de notas de empenhos.

As investigações identificaram, ainda, que os pagamentos ocorriam através de transferências realizadas por pessoas jurídicas, de propriedade do empresário, à pessoa da família indicada pela servidora.

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Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de corrupção ativa, corrupção passiva e integrar organização criminosa, e se condenados poderão cumprir pena de até 20 anos de reclusão.

 

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