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Pequim aumenta capacidade de teste e chega a um terço da população

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Pequim intensificou a realização de testes do novo coronavírus e já aplicou em cerca de um terço da população da capital até agora, disse uma autoridade municipal nesse domingo (28), enquanto os governos tentam controlar um surto decorrente do mercado atacadista em meados de junho.

Até o meio-dia desse domingo (28), Pequim já havia coletado 8,29 milhões de amostras de pacientes e completado 7,69 milhões de testes, disse Zhang Qiang, funcionário do Comitê Municipal de Pequim, em entrevista coletiva.

“Isso significa que já testamos todas as pessoas que precisam ser testadas. Também estamos implementando triagens em larga escala para certas regiões e populações-chave da cidade e melhoramos nossa capacidade de testagem”, disse Zhang, acrescentando que Pequim está recebendo apoio médico de outras províncias.

A capital chinesa registrou seu primeiro caso do surto no mercado de Xinfadi e 311 pessoas na cidade, de mais de 20 milhões de habitantes, testaram positivo para o vírus desde então.

Segundo Zhang, os testes estão sendo realizados em lotes e incluem trabalhadores do mercado de Xinfadi e moradores dos bairros vizinhos. Estudantes, equipe médica da linha de frente e trabalhadores das indústrias de transporte, bancos, supermercados, entregas expressas e salões de beleza também serão testados.

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Zhang acrescentou que a capacidade diária de testes de Pequim aumentou para 458 mil por dia.

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Internacional

OMS: transmissão de covid-19 pode ocorrer durante procedimento médico

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 A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou nesta quinta-feira (9) que a transmissão do novo coronavírus pelo ar pode ocorrer durante procedimentos médicos que geram aerossóis.

Segundo a organização, alguns relatos de casos de covid-19, relacionados a espaços internos lotados, sugeriram a possibilidade de transmissão por aerossol, combinada com a transmissão por gotículas, como em restaurantes, aulas de ginástica ou durante ensaios de coral.

A OMS reconheceu na última terça-feira (7) “evidências emergentes” da propagação do novo coronavírus pelo ar, depois que um grupo de cientistas pediu que a organização atualizasse suas orientações sobre como a doença respiratória se espalha.

Painel

A Organização Mundial da Saúde anunciou que está montando um painel independente para revisar sua conduta em relação à pandemia de covid-19 e a resposta dada pelos governos.

O anúncio foi feito após críticas duras do presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, que acusa a instituição de ter viés favorável à China, e da notificação formal do governo norte-americano, na terça-feira, de que se desligará da agência dentro de um ano.

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A ex-primeira-ministra da Nova Zelândia Helen Clark e a ex-presidente da Libéria Ellen Johnson Sirleaf concordaram em liderar o painel e escolher seus membros, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, em reunião virtual com representantes dos 194 países-membros da organização.

“Este é um momento de autorreflexão”, afirmou Tedros, observando que os Estados-membros da OMS pediram por unanimidade, em maio, uma avaliação da resposta global à pandemia.

“Este não é um relatório padrão em que se marca um quadrado e depois é colocado em uma estante para acumular poeira. Isto é algo que levamos a sério”, afirmou Tedros, acrescentando que o painel fornecerá um relatório provisório em uma reunião anual de ministros da Saúde, que será reconvocada em novembro.

Ao participar da reunião, Helen Clark disse que a atribuição “só pode ser descrita como excepcionalmente desafiadora”.

Tedros observou que, em maio, países-membros da OMS adotaram por unanimidade resolução proposta pela União Europeia, que pediu uma avaliação da reação global à pandemia.

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De acordo com contagem da Reuters, mais de 12 milhões de pessoas foram infectadas pelo novo coronavírus e 548.429 morreram até agora em todo o mundo.

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