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Paraná registra 753 casos de sarampo confirmados

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O primeiro boletim epidemiológico do sarampo emitido pela Secretaria de Estado da Saúde em 2020 informa que são 753 casos doença registrados no Paraná desde o início de agosto. Há pacientes com meses de vida e de até 59 anos. A maior incidência continua no grupo de jovens adultos, com idade entre 20 e 29 anos.

São 105 novos casos desde o último informe divulgado em 10 de dezembro.

Os dados mostram que estiveram ou estão com a doença 12 bebês com idade entre zero a seis meses; 15 pacientes de seis a 12 meses; oito crianças na faixa etária de um a quatro anos; três de cinco a 9 anos; 199 com idade de dez a 19 anos; 395 pessoas entre 20 e 29 anos; 82 com idade entre 30 a 39 anos; 28 de 40 a 49 anos; e 11 na faixa de 50 a 59 anos.

O secretário estadual da Saúde, Beto Preto, reforça o alerta para a vacinação. “Estamos buscando a parceria da população para reduzir doenças que são evitáveis. O sarampo é uma das doenças em que o engajamento das pessoas é essencial para que todos sejam vacinados. Somente dessa forma teremos a tranquilidade em falar que estamos livres do vírus do sarampo novamente”, ressalta.

Ele faz um chamado à população para que vá até uma unidade de saúde e coloque a carteira de vacinação em dia. “Além do sarampo há outras doenças que podem ser evitadas com a imunização”, destaca.

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VACINA – O esquema vacinal do Ministério da Saúde recomenda que a população com idade entre um a 29 anos deve receber duas doses da vacina tríplice viral e de 30 a 49 anos, uma dose. As crianças que têm entre seis meses e 11 meses e 29 dias também devem ser vacinadas. Acesse AQUI mais informações sobre o calendário de vacinação.

SURTO – Paranaguá, Rio Azul e Sarandi entram para a lista de municípios com casos da doença confirmados. No Paraná, 41 cidades estão em surto por causa do sarampo, considerando que o Ministério da Saúde classifica como situação de “surto ativo” todo município em que tenha ao menos um caso confirmado.

Confira a incidência de sarampo por município:
Curitiba e outros 19 municípios que integram a 2ª Regional de Saúde (RS Metropolitana) somam 681 pacientes com sarampo:
Curitiba: 459
Almirante Tamandaré: 20
Araucária: 7
Balsa Nova: 2
Campina Grande do Sul: 6
Campo do Tenente: 3
Campo Largo: 24
Campo Magro: 9
Colombo: 52
Fazenda Rio Grande: 10
Itaperuçu: 1
Lapa: 2
Mandirituba: 1
Pinhais: 30
Piraquara: 15
Quatro Barras: 3
Quitandinha: 1
Rio Branco do Sul: 8
Rio Negro: 1
São José dos Pinhais: 27

No Litoral, que integra a 1ª Regional de Saúde (RS Paranaguá), há três registros em três municípios:
Antonina: 1
Matinhos: 1
Paranaguá: 1

Interior:
Na 3ª Regional de Saúde (RS Ponta Grossa), são três casos em dois municípios:
Castro: 2
Ponta Grossa: 1

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Na 4ª Regional de Saúde (RS Irati) há confirmação de 10 casos em três cidades:
Irati: 5
Mallet: 4
Rio Azul: 1

5ª Regional de Saúde: não há casos confirmados.

A 6ª Regional de Saúde (RS União da Vitória) tem 27 registros em 5 municípios:
Cruz Machado: 3
General Carneiro: 1
Paula Freitas: 5
São Mateus do Sul: 1
União da Vitória: 17

7ª, 8ª, 9ª, 10ª, 11ª, 12ª, 13ª e 14ª regionais de Saúde não têm confirmação de casos de sarampo.

Na 15ª Regional de Saúde (RS Maringá) foram confirmados quatro casos em dois municípios.
Maringá: 3
Sarandi: 1

16ª Regional de Saúde (RS Apucarana): não há casos confirmados.

A 17ª Regional de Saúde (RS Londrina) registra nove confirmações em duas cidades:
Londrina: 8
Rolândia: 1

Na 19ª Regional de Saúde (RS Jacarezinho) são 12 casos em dois municípios:
Carlópolis: 6
Jacarezinho: 6

A 20ª Regional de Saúde (RS Toledo) tem quatro casos confirmados em duas cidades:
Marechal Cândido Rondon: 1
Toledo: 3

21ª e 22ª regionais não registram casos confirmados.

Apenas duas regionais, 11ª RS (Campo Mourão) e 18ª RS (Cornélio Procópio), não têm casos notificados de sarampo, ou seja, não existem pacientes em investigação nem confirmações.

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Paraná tem 94 novos casos de coronavírus e mais dois óbitos

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A Secretaria de Estado da Saúde informa mais dois óbitos por coronavírus no Paraná. Um homem de 80 anos, de Cianorte, teve o diagnóstico confirmado na quinta-feira (2) e outro, de Quatiguá, de 65 anos, na terça (31). Ambos morreram neste sábado (04). O boletim também registra 94 novas confirmações e eleva para 401 o número de casos no Paraná, com sete mortes por Covid-19.

Os pacientes residem em Curitiba (38), Cascavel (14), Campo Largo (3), Lapa (1), Matinhos (1), Fazenda Rio Grande (1), Palmas (1), Pato Branco (1), Chopinzinho (1), Londrina (8), Palmeira (1), Castro (1), Ponta Grossa (1), São José dos Pinhais (1), Paranaguá (2), Foz do Iguaçu (2), Sarandi (1), Maringá (4), Colombo (3), Assis Chateaubriand (1), Campina Grande do Sul (1), Araruna (1), Campo Mourão (2), Pinhão (1), Guaraniaçu (2) e Ibema (1).

O Paraná tem atualmente 401 casos confirmados – destes, sete óbitos e seis pessoas que não residem no Estado –, 4.606 descartados e 195 em investigação.

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Dos pacientes, 77 estão internados, 47 em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e 30 em leitos clínicos.

Um caso de Quatro Barras foi transferido para o município de Curitiba porque reside na capital paranaense.

RISCO – O Ministério da Saúde destacou em Boletim Epidemiológico (nº 6) que “avalia o risco nacional como muito alto”. A avaliação considera que a pandemia de Covid-19 é dividida em quatro fases epidêmicas: transmissão localizada, aceleração descontrolada, desaceleração e controle e que, no momento, o Brasil se encontra na fase de transmissão localizada na maior parte do País.

Por isso, o risco é alto, ressalta a publicação do ministério, que orienta os Estados a implementarem medidas de distanciamento social ampliadas.

O informativo salienta que “apoiar e proteger pessoas com mais de 60 anos é assunto de responsabilidade de todos, embora todas as faixas etárias corram o risco de contrair Covid-19, esse grupo enfrenta um risco significativo de desenvolver doenças graves”.

Também são condições clínicas de risco para o desenvolvimento de complicações: cardiopatas graves e portadores de insuficiência cardíaca, infartados, revascularizados, portadores de arritmias e hipertensão arterial sistêmica descompensada; pneumopatas, imunodeprimidos, doentes renais crônicos em estágio avançado, diabéticos e gestantes de alto risco.

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