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Paraná quer ampliar parceria entre BRDE e BNDES

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O Governo do Estado formalizou pedido para que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) amplie a parceria com o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). A intenção é passar a oferecer maior volume de recursos na agência paranaense do BRDE, que atende a projetos dos três estados do Sul. A ampliação do crédito é considerada essencial para reativar a economia no pós-pandemia de Covid-19.

A solicitação foi feita pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior nesta terça-feira (04), durante reunião por videoconferência com o presidente do BNDES, Gustavo Montezano. “O BNDES tem nos ajudado bastante, mas precisamos de uma atenção imediata porque estamos tendo uma demanda muito grande por crédito”, destacou o governador.

Diretor de Operações do BRDE no Estado, Wilson Bley Lipski explicou que as linhas de crédito oferecidas pelo banco chegaram ao limite por causa dos pedidos durante a pandemia do novo coronavírus.

Logo no início da pandemia, o Banco criou uma força-tarefa para agilizar os atendimentos de novos pedidos e, também, analisar possibilidades de renegociação entre os contratos vigentes. No total, o BRDE conseguiu enquadrar 1.445 contratos, o que representa mais de 800 clientes, com prioridade para os contratos com micro e pequenas empresas.

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“Estamos sensíveis a esse momento crítico e buscamos alternativas para ajudar os clientes que já tinham contratos vigentes conosco. Por isso a importância em buscar novos fundings para atender aos pedidos que, desde início do ano, somaram mais de R$ 1,3 bilhão em liberações de crédito em todo Sul”, afirmou Lipski. “Tudo que tínhamos de recursos próprios nós colocamos no mercado”, completou.

PRIORITÁRIO – Montezano informou que a diretoria do banco considera o Paraná como parceiro prioritário e que a condição econômica do Estado permite a ampliação do crédito. No mês passado, disse ele, o BNDES aprovou um limite de crédito de R$ 1 bilhão para o BRDE, válido para o segundo semestre de 2020.

O valor é 45% maior que o do semestre anterior, de acordo com o banco nacional, e será utilizado para financiar projetos de investimento em diferentes setores nos três estados da Região Sul. “Contamos com o BRDE nos nossos programas de crédito. Vale o esforço e vamos focar nesta ampliação, ver o que pode ser feito”, disse Montezano.

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PRESENÇAS – Participaram também da reunião os secretários Renê Garcia (Fazenda), Michel Micheletto (Administração e Previdência) e Márcio Nunes (Desenvolvimento Sustentável e Turismo), e os presidentes da Compagas, Rafael Lamastra; Copel, Daniel Pimentel Slaviero, e Sanepar, Claudio Stabile.

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Parques de montanha voltam a fechar a partir desta sexta-feira

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Os Parques Estaduais Pico Paraná, Pico do Marumbi, Serra da Baitaca e Ibicatu, na Região Metropolitana de Curitiba, voltam a ser fechados para visitação pública a partir desta sexta-feira (18), de acordo com a Portaria IAT nº 269/2020. A crise hídrica e os incêndios que ocorreram na última semana foram o principal motivo para o fechamento.

A decisão foi discutida pelo Instituto Água e Terra (IAT), vinculado à Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, em conjunto com a Secretaria de Segurança Pública, Corpo de Socorro das Montanhas, Federação Paranaense de Montanhismo (Fepam) e as prefeituras de Piraquara, Quatro Barras e de Campina Grande do Sul.

“A estiagem e os incêndios trazem riscos aos visitantes. Além disso, foi frequente o não cumprimento das regras dentro das Unidades de Conservação”, disse o diretor do Patrimônio Natural do IAT, Rafael Andreguetto.

Pessoas estavam entrando nos Parques por acessos privados. “Presenciamos acampamentos e fogueiras nesses lugares. Esta prática está proibida”, afirmou o coronel Adilson dos Santos, do Batalhão da Polícia Ambiental – Força Verde. “Este tipo de atividade aumenta os riscos de incêndios nas UCs”.

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Mesmo após apagadas, as fogueiras acendidas clandestinamente mantêm o calor no local, tornando a área um potencial foco de incêndio. Com o tempo seco e os ventos, estes fogos se proliferam rapidamente, que dificultam o controle da queimada e prejudicam uma grande área de preservação ambiental.

A superlotação nos finais de semana, aglomeração nas filas, uso incorreto das máscaras e o descarte de lixo nas unidades também foram motivos para a decisão.

“Mesmo com a operação Serra do Mar, as pessoas insistiam em descumprir as regras”, afirmou o coronel Adilson dos Santos.

PENALIDADES – Visitantes que forem flagrados no interior desses Parques Estaduais estarão sujeitos a advertências e multa no valor mínimo de R$1.500, de acordo com o Decreto Federal nº 6.514/2008, Artigo 92.

Os proprietários de terrenos próximos às unidades que facilitarem ou induzirem o acesso de pessoas não autorizadas também receberão penalidades por crime ambiental.

FISCALIZAÇÃO – Para garantir o cumprimento da Portaria, oficiais do Batalhão de Polícia Ambiental e voluntários da Fepam fiscalizarão as áreas de proteção.

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A medida é por tempo indeterminado. Será observado o comportamento das pessoas nesse período, assim como a situação da pandemia e estiagem.

O diretor-presidente do IAT, Everton Souza, afirma que é necessária maior conscientização por parte dos visitantes. “Muita gente que não está acostumada com as visitações em áreas de preservação natural tem frequentado os parques como forma de lazer durante a pandemia, mas é importante reforçar as medidas de segurança e de preservação ambiental para o bom funcionamento dos parques”.

OUTROS PARQUES – Os demais Parques Estaduais reabertos no dia 15 de agosto, pela portaria nº 223/2020, continuam em funcionamento. No entanto, os municípios que optarem por manter as UCs fechadas possuem autonomia garantida pelo Supremo Tribunal Federal para continuar com a suspensão.

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