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Oposição vai denunciar chefe da Secom à PGR e pedir convocação no Senado

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Alan Santos/PR

Fábio Wajngarten, chefe da Secretaria de Comunicação

O líder da oposição no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), afirmou nesta quarta-feira (15), que pretende apresentar uma notícia crime na Procuradoria Geral da República contra o chefe da Secretaria de Comunicação (Secom) do governo, Fábio Wajngarten. 

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Randolfe afirmou ainda que vai pedir a convocação do chefe da Secom para depor na Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor do Senado. 

“Ao contrário do que faz o presidente, não vamos aceitar outra denúncia de corrupção contra esse desgoverno ir para debaixo do tapete. Vou pedir a convocação do chefe da Secom, Fábio Wajngarten , para depor na CTFC do Senado e apresentarei uma notícia-crime na PGR”, escreveu o senador em sua conta do Twitter. 

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De acordo com uma reportagem publicada pela Folha de S.Paulo , o chefe da Secom estaria  recebendo dinheiro de empresas contratadas pela secretaria. De acordo com a reportagem, a FW Comunicação e Consultoria, fundada por Wajngarten, tem como clientes emissoras de televisão e agências de publicidade que também recebem recursos de publicidade oficial do governo federal. 

Nesta quinta-feira (16), o presidente Jair Bolsonaro afirmou que “está tudo legal” com Wajngarten e que ele irá continuar no cargo.


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“Querem criminalizar homens”, diz deputado que atacou campanha contra assédio

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Jessé Lopes, do PSL, segue atacando o movimento feminista arrow-options
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Jessé Lopes, do PSL, segue atacando o movimento feminista


O deputado estadual de Santa Catarina, Jessé Lopes (PSL) , atacou novamente o movimento feminista. Após dizer que a campanha “Não é Não”, realizada para combater o assédio no carnaval, pretende tirar “o direito da mulher de ser assediada”, ele afirmou, em entrevista ao jornal o Estado de S.Paulo, que existe uma mobilização para “criminalizar os homens”.

“As mulheres são tão vítimas quanto negros, brancos, pobres, ricos, gays e héteros. Medidas preventivas também podem ser tomadas, como por exemplo ir a lugares seguros e acompanhadas, disse o deputado ao comentar sobre medidas de combater o assédio.

Na visão de Jessé Lopes , hoje as mulheres têm mais direitos do que os homens por causa de leis como a Maria da Penha e a do feminícidio, linha de pensamento que ele já tinha externado pelas redes sociais no dia 11 de janeiro.  

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“Após as mulheres já terem conquistado todos os direitos necessários, inclusive tendo até, muitas vezes, mais direitos que os homens, hoje as pautas feministas visam em seus atos mais extremistas tirar direito. Como por exemplo, essa em questão, o direito da mulher poder ser ‘assediada’ (ser paquerada, procurada, elogiada)”, escreveu o político  na ocasião.

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Jessé Lopes

Em seu primeiro mandato como deputado estadual, Jessé propôs três projetos de lei: obrigatoriedade de exame toxicológico em candidatos ao ingresso nas universidades públicas estaduais; a regulamentação do uso de equipamentos de proteção individual e instrumentos de menor potencial ofensivo pelo agente de segurança socioeducativo; e autorização ao Poder Executivo de Santa Catarina para alienar, por venda, imóveis no município de Florianópolis.

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