Carros e Motos

Novo Dodge Durango SRT Hellcat se torna o SUV mais potente do mundo

Publicados

em


source
Dodge
Divulgação

Dodge Durango SRT Hellcat: Com 710 cv, seus rivais diretos têm todos menos de 100 cv ante o V8 americano envenenado

A Dodge acaba de anunciar, nos Estados Unidos, o lançamento da linha 2021 do Durango com uma série de novidades. Além de uma leve reestlização e atualizações nos seus equipamentos, o SUV traz como destaque a nova versão esportiva SRT Hellcat, desenvolvida pela divisão de alto desempenho da marca. Deve chegar às concessionárias americanas somente em 2021, com planos de fazer os carros sob demanda por apenas um ano.

LEIA MAIS: Dodge Dart V8 com blower chega nos 425 cv. Veja vídeo da raridade

O interior do novo SUV da Dodge foi reestilizado, recebendo detalhes de couro vermelho. Além disso, o novo Durango SRT Hellcat é oficialmente o SUV mais potente da categoria. Com 710 cv e 93,3 kgf, o motor V8 de 6,2 litros, equipado com compressor mecânico, desbancou inclusive o recordista anterior Jeep Grand Cherokee Trackhawk, bem como os rivais da BMW, Mercedes e Porsche por mais de 100 cv de diferença. O resultado é uma aceleração até 100 km/h em 3,5 segundos e a velocidade máxima de 290 km/h.

Leia Também:  Nova gasolina começa a ser produzida no Brasil. Veja os tipos à venda no País

Ele recebeu o mesmo sistema de transmissão com câmbio automático, de oito marchas e tração integral. Além disso, a suspensão pode ser alterada pelos modos de direção Auto, com direção mais leve e confortável, e Track (pista), que oferece maior controle sobre a dinâmica do carro. Os freios Brembo foram atualizados, com seis pinças na frente e quatro nas rodas traseiras.

LEIA MAIS: Jeep aumenta preços de toda linha. Veja nova tabela

Como se não bastasse, de série, o Hellcat vem com um jogo de pneus Pirelli Scorpion Zero 295/45 R20. Mas as rodas aro 20 também podem calçar pneus P-Zero 295/45 de superesportivos, menos apropriados para os climas de inverno dos países do hemisfério norte. Também vale lembrar que é capaz de rebocar até 3.946 kg.

O sistema de exaustão do Dodge Durango envenenado promete ser alto e barulhento, já que foi produzido especialmente para o modelo em dois tubos com formato de “X”, de 260 mm, os maiores da gama. Por fim, além do capô com a entrada de ar e as listras de corrida, a frente recebeu uma linha que corta a grade ao meio, mas perdeu os faróis de neblina.

Leia Também:  Honda Gold Wing ganha Android Auto, que pode equipar também as seminovas

LEIA MAIS: Jeep Compass renovado será mostrado no mês que vem

O aerofólio na traseira é funcional, além de deixar o visual ainda mais agressivo. De acordo com a Dodge , acrescenta 400% de pressão aerodinâmica na traseira em comparação com o modelo “normal”. São 63 kg de força a 290 km/h, pressão que ajuda a prender o SUV ao solo.

Fonte: IG CARROS

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Carros e Motos

Nova gasolina começa a ser produzida no Brasil. Veja os tipos à venda no País

Publicados

em

Por


source
Gasolina
Divulgação

A nova gasolina promete beneficiar ainda mais os níveis de consumo, durabilidade e desempenho do motor

A nova gasolina, com as novas especificações estabelecidas em janeiro pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), começa a ser produzida no Brasil. Com formulação mais próxima do combustível vendido nos mercados europeus e americano, o combustível irá permitir ganhos em eficiência e desempenho dos motores, segundo especialistas.

Apesar do início da produção da nova gasolina , as distribuidoras terão até 60 dias para se livrar dos estoques antigos, enquanto nos postos este prazo termina no dia 3 de novembro. As principais novidades estão no estabelecimento do valor mínimo de massa específica para 715,0 kg/m³ (que irá impactar na redução do consumo de combustível em até 5% e dificultar a adulteração) e do valor mínimo para a temperatura de destilação em 50% (T50) para a gasolina A, de 77,0 °C (que irá resultar em um aquecimento mais rápido do motor).

Outra mudança está no método de medição da octanagem da gasolina, que até então era feita pelo padrão chamado IAD. Neste padrão, a octanagem da gasolina brasileira era de 87 IAD (comum e aditivada) e 91 IAD (premium). A partir deste mês, o Brasil passa a usar o padrão RON (mesmo adotado na Europa). Com isso, a gasolina brasileira passa a ser classificada com no mínimo 92 RON (comum e a aditivada) e 97 RON (premium). A partir de 1º de janeiro de 2022, a comum passa a ter como parâmetro mínimo 93 RON.

Leia Também:  Renault Sandero lidera ranking dos seminovos mais vendidos pela internet

Vale lembrar que quanto maior a octanagem, maior a capacidade da gasolina de resistir à detonação, evitando o fenômeno chamado de batida de pino. Por esse motivo, o uso de combustíveis de octanagem mais alta é recomendado para extrair o melhor desempenho de motores de esportivos, carros preparados e de motores com taxa de compressão alta (acima de 10:1).

De resto, as especificações seguem inalteradas. A gasolina sem adição de etanol segue sendo produzida pela Petrobras, que repassa o produto para as distribuidoras, onde é feita a adição do etanol anidro. A comum e a aditivada seguem exatamente as mesmas regras em termos de percentual máximo de etanol (27%).

Gasolina
Divulgação

Quanto maior a octanagem e a qualidade, maior a capacidade da gasolina de evitar a batida de pino e a contaminação dos fluidos do motor

A diferença nesta última fica por conta da adição de aditivos para manter o motor limpo e remover a sujeira formada no sistema de alimentação de combustível. O reflexo é um consumo menor e um desempenho superior do que em um propulsor acostumado a receber apenas a gasolina comum.

Já a premium (máximo de 25% de etanol ), na verdade, é mais de uma: a Shell V-Power Racing tem 98 octanas RON, enquanto a Ipiranga Octapro e a Podium tem 102 RON. Só que a premium da BR tem uma composição de enxofre de 30 ppm, abaixo do padrão de 50 ppm determinado pela legislação. Quanto menor do teor de enxofre, mais “limpa” a gasolina é em termos de emissões de poluentes e menor é a formação de sujeira dentro do propulsor.

Leia Também:  PSA inicia produção em série do novo Peugeot 208 na Argentina

Embora seja mais cara de produzir do que a gasolina “antiga”, a Petrobras destacou em nota que ainda não é possível falar em impactos positivos ou negativos nos preços, já que a empresa é responsável por 30% do preço final da gasolina na bomba. Mas no último dia 31 de julho, a empresa petrolífera anunciou uma redução de 4% no preço de venda do combustível para as distribuidoras.

Brasil x exterior

Gasolina
Divulgação

Será que no exterior a gasolina tem mais qualidade do que a brasileira?

Nos países da União Europeia, a gasolina comum tem uma octanagem mínima de 95 RON. Desde 2009, a legislação determina que o percentual máximo de enxofre no combustível seja de 10 ppm, valor que é cinco vezes menor do que o da gasolina comum brasileira. Já em relação à adição de etanol anidro, o máximo permitido por lei atualmente é de 10%, embora já exista um estudo para aumentar esse percentual para 20%.

Já nos Estados Unidos, em comparação com a nova gasolina brasileira, é permitido a venda de gasolina com até 15% de etanol por litro e há um limite de enxofre de 10 ppm. Por lá é seguido o padrão de octanas IAD e são oferecidos na bomba três tipos de combustível: Regular (87 IAD), Midgrade (88-90 IAD) e Premium (91-94 IAD).

Fonte: IG CARROS

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo