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Saúde Osteopatia

Osteopatia: o tratamento que cresce no Brasil traz a esperança de um futuro mais saudável

No Dia Mundial da Osteopatia, que é comemorado em 22 de junho, a especialidade que entende todo o corpo humano e tem uma maneira única de pensar é lembrada como uma poderosa aliada para tratar desde lesões físicas até sequelas da COVID-19.

09/06/2021 20h25
Por: Redação
Osteopatia: o tratamento que cresce no Brasil traz a esperança de um futuro mais saudável

O avanço do conhecimento sobre o corpo humano e a saúde ao mesmo tempo em que a sociedade apresenta um tímido avanço na busca por uma vida mais saudável, trazem uma dualidade de contexto que tem colocado a osteopatia em evidência, uma vez que, além de ser indicada para tratar doenças, também é útil para promover o bom funcionamento do corpo humano e, por conseguinte, uma vida melhor.

A Organização Mundial da Saúde conceitua a osteopatia como um método diagnóstico e terapêutico que utiliza do contato manual para os tratamentos. O raciocínio osteopático, exclusivo da modalidade, diz respeito à relação de corpo, mente e espírito na saúde e na doença, destacando a relação das estruturas do corpo e sua tendência intrínseca de encontrar a própria cura. 

Não há dúvidas de que a osteopatia seja eficaz no combate de muitas disfunções e desconfortos físicos do corpo humano, como, por exemplo, problemas na coluna, mas nos últimos meses, com o avanço da pandemia de COVID-19, ela tem sido fundamental para os tratamentos intensivos e na recuperação após o contágio. É por isso que o dia 22 de junho merece destaque no calendário: a data marca o nascimento desse método de tratamento que é capaz de reorganizar todos os sistemas do corpo para que ele volte à normalidade através do raciocínio osteopático.

 

A osteopatia é um caminho para a reabilitação de pacientes acometidos pela Síndrome Pós-COVID

Já se sabe que a COVID-19 pode causar problemas de saúde persistentes. Cerca de um quarto das pessoas que tiveram o vírus apresentam sintomas que continuam por pelo menos um mês e que uma em cada 10 ainda não se sente bem após 12 semanas. Esse grupo de pacientes faz parte de um novo quadro patológico denominado de Síndrome pós-COVID, ou Long COVID.

Um outro estudo também traz dados alarmantes! De acordo com o Instituto do Coração de São Paulo (INCOR), liderado pela Dra. Lívia Stocco Sanches Valentin, uma das maiores autoridades do país sobre as manifestações pós-COVID, 80% dos pacientes que foram vitimados pelo COVID-19, tendo tido sintomas durante a infecção ou não, apresentam quadros no pós-COVID de depressão, perda de memória, irritabilidade, dificuldade de raciocínio, alterações neuromotoras e outros sintomas neurológicos.

A COVID-19 é extremamente agressiva ao corpo humano e suas consequências devem ser observadas e tratadas por um profissional especializado em osteopatia. Por meio dos conhecimentos teóricos, das técnicas manuais e do raciocínio osteopático, o Fisioterapeuta Osteopata é capaz de amenizar as sequelas e promover a saúde e o bem-estar do paciente, mesmo que de forma gradativa. 

 

Quem pode se tratar com osteopatia? 

O ser humano é único, mas composto por diferentes fatores. Quando o profissional de saúde compreende as diferentes partes do seu paciente, é capaz de entregar um atendimento personalizado e mais empático, não se restringindo a um único perfil. Esse é um diferencial da osteopatia: ela considera as particularidades de cada pessoa e pode favorecer a recuperação em diferentes etapas da vida. 

O método de tratamento preza pela individualidade de cada paciente e pela análise profunda do funcionamento dos sistemas corporais, dessa forma, é indicado para pessoas de diferentes idades e contextos, focada na normalização da saúde para atletas, idosos e crianças e adultos. A osteopatia já é uma velha conhecida dos praticantes de esportes, mas a osteopatia pediátrica, por exemplo, é uma área que cresce exponencialmente - assim como as outras frentes da especialidade!  

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