Por: Redação
11/09/2020 às 12h18 Atualizada em 11/09/2020 às 15h18
O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Leonardo de Morais, e a encarregada de Negócios da Embaixada Britânica no Brasil, Liz Davidson, participaram nesta quinta-feira (10/9) de cerimônia de assinatura do Memorando de Entendimento com foco no desenvolvimento do acesso digital. Com a cooperação firmada, o País passa a integrar a rede de parceiros no Programa de Acesso Digital (Digital Access Programme), mantido pelo Fundo de Prosperidade (Prosperity Fund) do governo britânico, ao lado de África do Sul, Nigéria, Quênia e Indonésia. Trata-se de importante parceria para desenvolver projetos que contribuirão com a promoção da inclusão digital e o processo de transformação digital no Brasil. O objetivo principal do programa é promover o acesso digital acessível, inclusivo, seguro e protegido para populações vulneráveis e utilizar a inclusão digital aprimorada para apoiar ecossistemas digitais em expansão, criar empregos qualificados e gerar soluções digitais para desafios locais. O programa prevê o aporte de até 14 milhões de libras esterlinas em projetos no Brasil. Na cerimônia, o presidente da Anatel ressaltou que o acordo celebrado vai materializar uma série de avanços e o estreitamento da cooperação bilateral entre os países em vários temas relacionados à expansão da infraestrutura e ao acesso de telecomunicações para prover conectividade digital. Ao se referir às diferenças dos desafios e aos pontos comuns entre as duas partes, Morais afirmou que “o Brasil é um país continental, com diferentes realidades, diferentes idiossincrasias e particularidades. Nós temos certeza de que essa cooperação pode ser bastante e mutuamente benéfica”. Para a representante britânica, a internet é um poderoso impulsionador do desenvolvimento e o investimento em internet está associado ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de um país. “Mas nem todos têm acesso à internet”, disse Liz Davidson. “Temos interesse especialmente nas comunidades mais vulneráveis e gostaríamos de apoiá-las a obterem acesso básico à internet de maneira inclusiva, segura e sustentável”, completou.
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