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Você aceitaria? Facebook paga usuários para deixarem a rede social; entenda

Você aceitaria? Facebook paga usuários para deixarem a rede social; entenda

Redação
Por: Redação
04/09/2020 às 11h20 Atualizada em 04/09/2020 às 14h20
Você aceitaria? Facebook paga usuários para deixarem a rede social; entenda
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Olhar Digital

Facebook
Unsplash/NeONBRAND
Facebook paga usuários para realizar pesquisa

O Facebook está realizando uma pesquisa para entender como as mídias sociais impactam a democracia. Sua metodologia, porém, é um pouco estranha. A rede social está pagando a seus usuários para que eles se desconectem de suas contas antes da eleição presidencial deste ano nos Estados Unidos. A informação foi divulgada inicialmente por Elizabeth Dwoskin, repórter do Washington Post e confirmada pela rede social.

O estudo é feito em parceria com pesquisadores externos e a expectativa é que entre 200 mil e 400 mil usuários aceitem participar. "Para continuar a amplificar tudo o que é bom para a democracia nas redes sociais e mitigar o que não é, precisamos de pesquisas mais objetivas, imparciais e empiricamente fundamentadas", explicou a rede social.

"É por isso que hoje estamos anunciando uma nova parceria de pesquisa para entender melhor o impacto do Facebook e do Instagram nas principais atitudes e comportamentos políticos durante as eleições dos EUA em 2020", acrescentou.

Pelos prints postados pela repórter, os usuários recebem uma notificação pop-up da rede pedindo que selecionem a quantia desejada para participar da pesquisa. O Facebook oferece as opções de US$ 10, US$ 15 e US$ 20 por semana. A solicitação pode ser de desativar a conta por apenas sete dias ou até por seis semanas.

Um porta-voz da rede social confirmou o pagamento a usuários que completarem pesquisas ou desativarem as contas. "Qualquer pessoa que optar por participar - seja completando pesquisas ou desativando o Facebook ou Instagram por um período de tempo - será compensada", afirmou Liz Bourgeos no Twitter.

O Facebook afirmou que não pretende divulgar os dados até, pelo menos, metade de 2021. Por fim, a rede social afirmou que a pesquisa não tem impacto no resultado das eleições, já que sua amostra equivale a apenas 0,1% dos votantes. Vale destacar que, por se tratar de uma pesquisa relacionada às eleições americanas, apenas usuários residentes do país podem participar.

Facebook e as eleições

Esta, porém, não é a única medida que vai ser tomada durante o período eleitoral no país. O Facebook afirmou nesta quinta-feira (3) que vai interromper a publicação de novos anúncios de propaganda política durante a semana anterior às eleições presidenciais dos Estados Unidos, em novembro. Os anunciantes, no entanto, ainda poderão conduzir campanhas já existentes e ajustar a segmentação do público-alvo.

O CEO da companhia, Mark Zuckerberg , diz que a medida atende a falta de tempo hábil para que as informações de anúncios políticos possam ser verificadas e, se for o caso, contestadas. Em publicação na plataforma, o executivo ainda apresentou uma série de iniciativas para combater a desinformação sobre o processo de votação norte-americano.

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