
As obras de recuperação das vias internas da Ceasa Paraná, na Unidade de Curitiba, entram na reta final e já somam 90% de execução. O projeto integra um pacote de investimentos que ultrapassa R$ 11 milhões, com recursos oriundos do Governo do Estado. Com a maior parte dos serviços concluída, a etapa atual concentra-se na implantação da sinalização horizontal e vertical, que vai organizar o tráfego interno e reforçar a segurança dos trabalhadores, clientes e motoristas que circulam pela unidade.
O trabalho incluiu serviços de fresagem, recapeamento asfáltico e drenagem de águas pluviais. “Além dos benefícios operacionais, a obra representa um avanço na organização do espaço urbano interno da unidade, facilitando a circulação, a orientação dos usuários e a convivência entre veículos leves, caminhões e pedestres, o que contribuirá com a dinâmica intensa da Central de Abastecimento”, afirma Éder Eduardo Bublitz, diretor-presidente da Ceasa Paraná, empresa vinculada à Secretaria Estadual da Agricultura e do Abastecimento (Seab).
Estado reforça sistema de agricultura com 324 servidores e entrega de 250 veículos
"Com a conclusão dos trabalhos, a Ceasa Paraná dá mais um passo no processo contínuo de modernização das suas unidades, fortalecendo a logística, a segurança e a eficiência do maior centro de abastecimento do Estado", diz Bublitz.
A finalização da restauração está dentro do planejamento estratégico da Ceasa Paraná, que prioriza investimentos estruturantes de longo prazo. Há ganhos operacionais importantes, como a redução de custos com manutenções corretivas e a preservação da infraestrutura pública, garantindo maior durabilidade das vias. Ao modernizar as vias internas, a instituição fortalece sua capacidade de atendimento, melhora a eficiência logística e reafirma o papel como equipamento público essencial para o abastecimento alimentar no Paraná.
A execução é acompanhada pela equipe técnica da Divisão de Infraestrutura e Engenharia (Dieng), da Ceasa Paraná, seguindo também os critérios e normas técnicas estabelecidos pelo Departamento de Estradas e Rodagem – DER/PR, do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes – DNIT, e demais órgãos reguladores.