Não faz sentido eleger as melhores novelas dos últimos dez anos sem citar, pelo menos, as 10 outras que não animaram tanto assim o público, não é mesmo? Algumas tramas, convenhamos, não caíram tanto assim no gosto dos telespectadores e acabaram se perdendo no decorrer dos capítulos.
Leia também: Entenda a trama e personagens de "Amor de Mãe", próxima novela da Globo
E, nos últimos 10 anos, teve de tudo: dinossauros, robôs, pessoas congeladas, uma história folclórica e até gente que se transformava em gato para proteger uma fonte de água com poderes curativos (Oi?). E para relembrar as tramas mais diferentes da Globo , selecionamos as novelas da última década que não empolgaram tanto assim. Olha só!
Exibida em 2014, a trama de "Além do Horizonte" contou a história de três jovens, Lili (Juliana Paiva), William (Thiago Rodrigues) e Rafa (Vinícius Tardio), que procuram por seus familiares desaparecidos.
Durante essa busca, eles descobrem a existência de um Grupo, liderado por Jorge (Cássio Gabus Mendes), que dá palestras sobre a felicidade plena e ainda treina pessoas para serem capazes de fazer parte da Comunidade, que é um lugar situado no meio da floresta amazônica e que é comandado pelo Luminoso Mestre (Alexandre Nero).
2. Geração Brasil
A trama de "Geração Brasil", de 2014, conta a história de Jonas Marra, interpretado por Murilo Benício, que é um empresário muito bem sucedido no ramo da tecnologia. Aos 18 anos, ele investe no desenvolvimento de um computador de baixo custo.
Leia também: "Amor de Mãe" vai ser a melhor novela da próxima década?
O projeto dá certo e ele se torna, além de diretor executivo de uma das maiores empresas de tecnologia do mundo, ídolo de milhares de pessoas que se inspiram em sua carreira profissional.
A novela estreou no começo da década e mostrou a história de Leal Cordeiro (Antonio Fagundes), um homem de origem humilde e que conquistou seu dinheiro depois de trabalhar muito para construir um gigante edifício em São Paulo. No entanto, uma antiga paixão do empresário é contra o projeto e planeja impedir que ele avance.
Por outro lado, a trama também mostrou a relação entre pais e filhos e, claro, a relação entre os vários casais formados ao longo dos capítulos, como os jovens Zeca (Thiago Rodrigues) e Nelinha (Fernanda Vasconcellos).
A trama de "Meu Pedacinho de Chão", que foi o remake de uma novela de 1971, com o mesmo nome, não tinha uma história tão interessante e que despertasse o interesse do público, mas acabou tendo certo destaque por conta de seu ambiente todo lúdico.
"Meu Pedacinho de Chão" era baseada nas brigas entre Epaminondas (Osmar Prado) e Pedro Falcão (Rodrigo Lombardi), que tinham pensamentos completamente diferentes quando o assunto era o progresso da Vila de Santa Fé.
O clássico clichê de dois caras que eram melhores amigos, mas acabaram se apaixonando pela mesma mulher e depois se tornam rivais virou trama de um dos folhetins menos queridos da Globo. "Flor do Caribe" contou a história de Ester (Grazi Massafera), Cassiano (Henri Castelli) e Alberto (Igor Rickli).
Leia também: Amor de mãe! As 7 mães mais emblemáticas das novelas da Globo
A amizade dos dois chega ao fim quando o mocinho cai na real e percebe que o herdeiro da família Albuquerque fez de tudo para lhe passar a perna e se casar com Ester.
Transmitida na faixa das 18h, "Araguaia" mostrou o drama vivido por Solano (Murilo Rosa), que sofreu uma maldição indígena lançada por sua família em 1845. O tal feitiço condenava à morte, às margens do Rio Araguaia, ele e todos os homens de sua família.
A maldição foi lançada pela índia Iaru (Suyane Moreira), que furiosa por perder Apoena, seu marido e pai de seus filhos, para Antonia, resolve se vingar. "Enquanto houver sangue karuê (a tribo de Apoena) sobre a Terra, começando pelo menino que Antonia carregava em seu ventre, todos os filhos homens dela e de suas futuras gerações terão morte prematura no Araguaia", dizia a lenda.
O sotaque paulistano forçado de Marizete (Bruna Marquezine) chamou a atenção em "I Love Paraisópolis", exibida em 2015 pela emissora carioca. No folhetim, a jovem moradora da comunidade de Paraisópolis se apaixonou por Benjamin (Maurício Destri) e o relacionamento entre os dois era bem difícil, principalmene por conta da diferença de classe e de seus respectivos ex-namorados.
A última novela de Manoel Carlos na Globo foi, de acordo com o público, um dos grandes fracassos da faixa das 21h. A trama de Helena (Julia Lemmertz) e Laerte (Gabriel Braga Nunes) não convenceu e Bruna Marquezine como a antagonista do folhetim também não foi tudo aquilo que prometia.
O folhetim contou a história dos primos Helena e Laerte, que tiveram um tórrido romance na adolescência e que tiveram que lidar com o ciúme possessivo e a obsessão que o rapaz sentia pela jovem. O tempo passa, eles se separam e Helena tem uma filha, Luiza (Marquezine), que é a cara da mãe.
Leia também: Falta amor? As 8 mães mais detestáveis das novelas brasileiras
O tormento na vida da protagonista começa quando o primo e inimigo faz de Luiza sua obsessão, por conta da semelhança física dela com a mãe, a quem Laerte nunca esqueceu de fato.
Uma das mais recentes tramas da emissora, "O Sétimo Guardião" foi exibida em 2018 e contou a história de uma fonte de água misteriosa, com poderes de cura. A vida da cidade de Serro Azul girava em torno disso e, para proteger as águas milagrosas, sete guardiões foram escolhidos para livrar a fonte de pessoas mal intencionadas.
Por último, mas não menos importante, "Morde e Assopra" trouxe uma trama completamente diferente das outras novelas , com direito a robôs e até dinossauros, em pleno século XXI. Flávia Alessandra ficou responsável por interpretar a robô Naomi.