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Defesa Civil do Paraná auxilia em ações de resgate em Petrópolis

Além de duas equipes especializadas do Corpo de Bombeiros, integram a missão enviada pelo Governo do Paraná a Petrópolis, no Rio de Janeiro, também...

Redação
Por: Redação Fonte: Secom Paraná
21/02/2022 às 14h55
Defesa Civil do Paraná auxilia em ações de resgate em Petrópolis
Foto: Defesa Civil do Paraná

Além de duas equipes especializadas do Corpo de Bombeiros, integram a missão enviada pelo Governo do Paraná a Petrópolis, no Rio de Janeiro, também profissionais da Defesa Civil Estadual. O major Daniel Lorenzetto e o soldado Márcio Marçal Machado partiram no sábado (19) e já estão atuando no local da tragédia. Os militares da Defesa Civil Estadual e do Corpo de Bombeiros auxiliam nas ações de resposta, tanto na parte de organização quanto na busca e resgate das vítimas.

O major Lorenzetto fez parte da equipe de busca após o desastre em Brumadinho (MG) e agora possui a missão de auxiliar na gestão para resgate das vítimas. Nestes últimos anos, a Defesa Civil do Paraná tem atuado em diversos locais, prestando apoio a outros Estados ou à Defesa Civil Nacional. Já a equipe do Corpo de Bombeiros, composta por 10 militares e quatro cães de faro, trabalha diretamente nas ações de busca. O Grupamento de Operações de Socorro Tático – GOST, também esteve nas buscas em Brumadinho.

TRAGÉDIA -  A tragédia em Petrópolis, ocorrida em 15 de fevereiro, causou comoção nacional devido à extensão dos estragos causados por chuvas históricas na região. Foram mais de 250 milímetros em três horas. O volume de chuvas concentradas gerou enxurradas e deslizamentos em diversas regiões na cidade, em um desastre que já soma mais de 170 mortes e mais de uma centena de desaparecidos.

Conforme as informações repassadas pela Defesa Civil Nacional, apesar de o município possuir uma defesa civil municipal bem estruturada, com monitoramento meteorológico e sistemas de alerta, além de realizar treinamentos com a população das áreas de maior risco, o evento superou os registros passados, afetando também as áreas de menor risco, o que levou à catástrofe.

“É uma tragédia imensa e precisamos dar nosso apoio à população de Petrópolis. Por isso enviamos equipes especializadas que vão potencializar as ações de resposta, de busca e resgate, que são necessárias nestes primeiros momentos”, enfatizou o coordenador estadual da Defesa Civil, Coronel Fernando Raimundo Schunig.

MONITORAMENTO  –No Paraná, o monitoramento meteorológico e as ações de atendimento são realizadas pelo Cegerd – Centro Estadual de Monitoramento de Riscos e Desastres. É a partir dele que são enviados os alertas de eventos extremos para as estruturas de defesa civil no Estado e também para a população, por meio do SMS.

Para emitir os alertas, o Centro conta com parcerias com os órgãos de meteorologia, como o Simepar, para saber as áreas que podem ser afetadas. A partir do envio de alerta, o sistema estadual de proteção e defesa civil pode se preparar melhor para o atendimento a um desastre, assim como a população, que pode adotar ações de precaução, evitando se colocar em risco.

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