Como cita O Globo, "Luís Roberto Barroso teve de conviver com ataques do presidente Jair Bolsonaro à confiabilidade do sistema eleitoral brasileiro", entre as quais se incluem
o vazamento da estrutura interna da área de Tecnologia da Informação da Corte, o que
ajudou a atuação de milícias digitais no ciberespaço, incluindo no Telegram. Segundo Barroso, o aplicativo, com sede em Dubai, Emirados Árabes Unidos, não tem respeitado as notificações enviadas pelo TSE para ajudar no
combate à desinformação, e
não respeita a legislação brasileira.