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Superintendência da Polícia Científica do Tocantins participa de visitas técnicas de cadeia de custódia da Secretaria Nacional de Segurança Pública

Durante a semana, foram visitadas as instalações e conhecidos os procedimentos de custódia de vestígios em unidades de Polícia Científica no Paraná

Redação
Por: Redação Fonte: Secom Tocantins
09/07/2021 às 12h15
Superintendência da Polícia Científica do Tocantins participa de visitas técnicas de cadeia de custódia da Secretaria Nacional de Segurança Pública
Superintendência da Polícia Científica do Tocantins acompanha apresentação de procedimento de Cadeia de Custódia em unidade da Polícia Científica do Paraná - Foto: Polícia Civil do Estado do Paraná

Nesta sexta-feira, 9, foi concluída a 2ª etapa de visitas técnicas promovidas pela Secretaria Nacional da Segurança Pública (Senasp), no Projeto de Discussão, Diagnóstico e Recomendações padronizadas nacionalmente para a correta aplicação da legislação quanto à preservação da cadeia de custódia de vestígios, pelas Instituições Oficiais de Polícia Científica dos Estados e do Distrito Federal.

As visitações foram iniciadas na segunda-feira, 5, nas unidades de Polícia Civil e Científica do Paraná, por uma comitiva integrada pelo perito oficial tocantinense Diêverson Martins dos Reis e representantes da Senasp, da Superintendência da Polícia Técnico-Científica do Estado de Goiás, do Instituto de Criminalística do Pará, da Polícia Civil do Distrito Federal e do Instituto Nacional de Identificação (Polícia Federal).

Nos dias 5 e 6 de julho, a comitiva visitou as dependências da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e os Institutos de Criminalística e de Identificação, em Curitiba (PR), seguindo para a cidade de Paranaguá, na quarta-feira, 7, com o intuito de compreender os procedimentos e estrutura de cadeia de custódia no interior do Estado. Na quinta, 8, o grupo se reuniu com profissionais técnicos dos Institutos e também com diretores para a discussão dos dados levantados. O retorno dos integrantes da comitiva aos seus respectivos estados de origem se dará nesta sexta, dia 9.

“Tanto no âmbito das unidades visitadas, como dos diferentes Estados e instituições representadas na Comitiva, esse intercâmbio técnico é uma experiência extremamente positiva, porque nos permite conhecer a forma como cada um deles pensa a cadeia de custódia e como estrutura fisicamente suas centrais de custódia, compartilhando as dificuldades enfrentadas e também as boas práticas que podem aprimorar os procedimentos adotados nos órgãos de origem”, frisou Dieverson Reis, que também coordena a Câmara Temática de Vestígios de Engenharia e Meio Ambiente no Projeto Nacional.

Para a superintendente da Polícia Científica do Tocantins, Dunya Wieczorek Spricigo de Lima, a participação do Estado no Projeto contribui para o avanço da Polícia Científica na área.

“A representação da Polícia Científica tocantinense no projeto nacional é uma oportunidade ímpar para dividirmos com outras instituições os avanços já implementados em nosso Estado, que vão do estabelecimento de normativas próprias, à instalação de sede da Central de Custódia e a utilização de sistema digital para a documentação da história cronológica dos vestígios, como também favorece a melhoria contínua de nossos procedimentos e estrutura na área com a aplicação de técnicas e experiências de sucesso de outros Estados”, ressaltou, a superintendente.

Entenda

Em 2020, a legislação penal e processual penal foi aperfeiçoada com a vigência da Lei Federal 13.964/2019, trazendo regras para que os órgãos de Polícia Científica dos Estados e do Distrito Federal pudessem preservar com efetividade a cadeia de custódia de vestígios, que é o conjunto de procedimentos usados para se manter e documentar a história cronológica dos objetos e substâncias coletados em vítimas ou em locais de crimes.

Por ser uma lei recente, ainda estão sendo realizados estudos para sua fiel aplicação, levando-se, ainda, em consideração a pluralidade de procedimentos e estrutura física disponível em cada unidade federativa. Desse modo, a Secretaria Nacional da Segurança Pública (Senasp) instituiu um Grupo Técnico (GT) voltado para a padronização nacional dos protocolos e procedimentos de cadeia de custódia, atendendo aos critérios mínimos previstos na nova Lei.

Além da Coordenação Geral e Integração, o referido Grupo é formado por diversas Câmaras Temáticas -(CTs) e, dentre suas atividades, está a execução de visitas técnicas a sete unidades de polícia técnica do Brasil, com o objetivo de conhecer os processos e as estruturas relacionadas à Cadeia de Custódia em diferentes localidades.


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