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MME e BNDES buscam recursos para projeto de luz para a Amazônia

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O Ministério do Meio Ambiente e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social assinaram um acordo com o objetivo de permitir a captação de recursos para financiar o Programa Mais Luz para a Amazônia (MLA).

O objetivo do projeto é levar energia renovável, especialmente de fonte solar, a 82 mil famílias em áreas remotas da região. No total, a estimativa do MME é que o programa beneficie mais de 350 mil pessoas. O custo total está orçado em mais de R$ 3 bilhões.

As verbas serão utilizadas em duas frentes. A primeira envolve o apoio às distribuidoras de energia elétrica para a expansão da oferta de luz na região. A segunda está vinculada ao auxílio a comunidades na Amazônia para desenvolvimento de iniciativas de atividades produtivas sustentáveis.

Entre os propósitos da parceria está a facilitação dos investimentos, reduzindo obstáculos para que agentes externos possam participar contribuindo no aporte de verbas que auxiliem o custeio das ações previstas para a iniciativa.

As duas instituições buscarão linhas de financiamento internacionais, como o Green Climate Fund (GCF). Caso obtenham êxito com esta fonte, as empresas integrantes do programa podem conseguir um “selo verde”, uma espécie de certificação que sinaliza a participação no Programa.

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Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Geral

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Após 118 dias de seca, volta a chover em Brasília

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Ainda pela manhã, mensagens nas redes sociais começaram a se multiplicar. Pessoas relataram pingos de chuva em diferentes regiões do Distrito Federal. As notícias logo se espalharam e foram acompanhadas de saudações e repercussões bem humoradas na Internet.

“Você sabe que a galera é de Brasília quando ela começa a postar fotos dos primeiros pingos de chuva com os agradecimentos e os dizerem: Finalmente chuva, obrigada Deus!”, disse uma usuária do Twitter. “Pessoal aqui está batendo palma e gritando pra chuva. Ai Brasília”, comentou outra.

Chuva é registrada em alguns pontos do DFChuva é registrada em alguns pontos do DF

Chuva é registrada em alguns pontos do DF – Marcello Casal JrAgência Brasil

Foram 118 dias de seca neste ano. Intervalo maior do que em 2019, quanto a capital ficou 113 dias sem chover. A estação é conhecida típica dos moradores não só de Brasília como da região central do país.

O dia iniciou com o céu nublado, mas por alcance das fumaças ocasionadas pelas queimadas do Pantanal. Mas por volta do meio dia a chuva se estendeu para as diferentes regiões administrativas do DF.

Segundo o meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (InMet) Mamedes Luiz Melo, a chuva de hoje foi decorrente de um canal de umidade vindo da região Norte e de uma frente fria vinda do Sudeste.

Chuva é registrada em alguns pontos do DFChuva é registrada em alguns pontos do DF

Chuva é registrada em alguns pontos do DF – Marcello Casal JrAgência Brasil

A previsão do InMet é que a chuva dure até quarta-feira (23) desta semana. Contudo, depois uma nova fase de seca deve retornar e as águas devem voltar a cair do céu somente na segunda quinzena de outubro, com mais chances para os dias do fim do mês.

As chuvas amenizam as principais características da estação de seca, as altas temperaturas e a baixa umidade. Também contribuem para diminuir os focos de incêndio, mais presentes neste ano no Pantanal, mas que também já foram registrados na capital.

Além disso, as águas também contribuem para dissipar a fuligem vinda das queimadas do Pantanal e que chegaram ao céu de Brasília hoje.

“A chuva não vai molhar por inteiro, mas vai reduzir os focos de queimada e começa a limpar a atmosfera”, explicou Melo.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Geral

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