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Ministra defende uso de tecnologia na agropecuária brasileira para ampliar mercado

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A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) participou nesta terça-feira (12), em Londrina (PR), da abertura do Agrobit Brasil 2019. Em sua segunda edição, o evento apresenta aos produtores as principais tecnologias disponíveis no mercado.

No evento, a ministra assinou protocolo de lançamento do Polo de Inovação Agro, uma parceria do Mapa com a Sociedade Rural do Paraná. A ideia é promover e fortalecer o sistema de inovação já existente, considerando as vocações e capacidades da região de Londrina, para a geração de novos produtos, serviços e empreendimentos inovadores, compartilhamento de conhecimento e tecnologia para estimular a inovação.

“Temos obrigação hoje de alimentar o mundo. E o Brasil é importantíssimo nessa cadeia. Cada vez mais temos que embarcar tecnologia no agronegócio, cada vez mais temos que ter responsabilidade com a segurança alimentar do nosso país e dos mais de 160 países que o Brasil exporta”, disse a ministra na abertura do Agrobit 2019, que deve reunir mais de 2 mil produtores e demais integrantes da cadeia produtiva do agro até quarta-feira (13).

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Foto: Aron Mello/Direitos reservados

Ministra Tereza Cristina participa da abertura do Agrobit 2019, em Londrina (PR) – Foto: Aron Mello/Direitos reservados

O secretário de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação do Mapa, Fernando Camargo, ressaltou que recebeu a missão de promover o Brasil como exportador de tecnologia agro brasileiro, não apenas de commodities, e que toda a cadeia produtiva tenha acesso à agricultura 4.0, caracterizada pela transferência de orientações e conhecimentos pela comunicação instantânea, pelas redes sociais. “Não podemos deixar os pequenos para trás. Levar cada vez mais essa tecnologia para todos. Não pode ser vinculada apenas aos grandes e médios produtores”.

O representante do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Paulo Alvim, destacou que a aplicação da ciência e tecnologia no agronegócio “é um esforço do governo que vai em prol da produção de maior valor agregado mas, principalmente, de uma forte contribuição da melhoria da qualidade de vida da nossa sociedade”.

Coalizão Soja 4.0

A ministra visitou o local no evento reservado para a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), onde conheceu como é feito o monitoramento de lavouras por drones e fez uma medição.

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Tereza Cristina visita unidade da Embrapa na Agrobit 2019, onde conheceu tecnologia de drones – Foto: Divulgação/Mapa

Tereza Cristina assinou também termo de compromisso para iniciar o projeto Coalizão Soja 4.0, desenvolvido pela Embrapa Soja, unidade localizada em Londrina, que oferece tecnologias e orientações técnicas para inovação da cultura da soja. A partir de 2020, a empresa colocará o projeto em execução com o objetivo de alavancar soluções inovadoras para produção da soja tropical.

O programa irá envolver diretamente cooperativas, Ematers, associações de produtores, empresas privadas de tecnologia, universidades, Sebrae, Senai, lideranças e startups na identificação de desafios orientados por missões para alcançar novos patamares tecnológicos. 

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MAÇÃ/CEPEA: Volume colhido na campanha 2019/20 recua quase 20%

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Cepea, 3/7/2020 – O volume de maçãs colhido no Sul no Brasil recuou quase 20% nesta safra 2019/20, somando 939 mil toneladas, de acordo com a ABPM (Associação Brasileira de Produtores de Maçã). Isso porque, segundo colaboradores do Hortifruti/Cepea, diversos fatores climáticos afetaram a produção, como o inverno mais ameno, chuvas na primavera (período de florada) e o grande déficit hídrico no verão do ano passado. A variedade mais afetada foi a fuji, que teve quebra de safra bastante expressiva, principalmente em São Joaquim (SC) e em Vacaria (RS). Assim, agentes estimam que, do volume total colhido nesta campanha, apenas 35% seja de fuji e 60% de gala. A concentração de frutas miúdas também foi maior, refletindo o clima mais seco no período de enchimento das maçãs. De acordo com agentes consultados pelo Hortifruti/Cepea, esse cenário reduziu a participação das frutas graúdas (até o calibre 110) no volume total colhido, que deve ser de apenas 20% para a fuji e de 10% para a gala. Como resultado, as cotações das maçãs de maior calibre foram impulsionadas neste ano. No segundo trimestre de 2020 (abril a junho), por exemplo, o preço da gala calibre 110 Cat 1 foi de R$ 89,77/cx de 18 kg na média das regiões classificadoras, alta de 48% frente ao do mesmo período do ano passado. A fuji de mesmo perfil foi vendida por R$ 94,81/cx de 18 kg, aumento de 68% na mesma comparação. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

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Fonte: CEPEA

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